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Misturas O ex-vereador Jackson Josué, agora no Podemos, não vai sozinho para o palanque do ex-prefeito de Salvador e candidato a governador, ACM Neto (UB). Segundo apurou a Coluna, se a receita não sofrer alterações, Jackson deve levar o ex-companheiro de partido, o petista histórico Teo Ribeiro. Vereador de 5 mandatos, filho de vereador e presença no cenário político camaçariense desde 1996, quando conquistou seu 1º mandato, Teo terá missão especial na nova legenda. É tido como o provável nome para presidir e organizar o diretório do Podemos em Camaçari.


Misturas 2 A pasta política, formado a partir dessa mistura aparentemente heterogênea, também mexe com a disputa para as cadeiras na Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e Senado. Não tem como negar que o movimento de Jackson avança sobre o feudo do PT de Luiz Caetano, que quer eleger com votação significativa no município, a esposa Ivoneide Caetano.


Misturas 3 Lulista declarado, Jackson forma palanque na disputa pelos quase 200 mil votos em Camaçari com o petista e candidato a reeleição, Bira Coroa. Também apoia o candidato ao Senado, o vice-governador João Leão (PP), outro eleitor declarado do ex-presidente Lula, apesar de não intregrar mais a base do governador Rui Costa (PT). Ex-presidente do PT, dois mandatos e reconhecido como importante liderança, apesar da derrota no último pleito para vereador, Jackson é fermento nessa nova assadeira eleitoral, onde o PT e partidos aliados apareciam como únicos donos da receita Lula-presidente, no município.


Tamanho  Quem está fora da disputa por uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa é o ex-alcaide e atual secretário de administração de Camaçari, Helder Almeida. A demora do alcaide Elinaldo (UB), em grande medida provocada pela falta de vontade de fermentar o aliado, como apurou a Coluna, terminou inviabilizando os ingredientes necessários para que o bolo do presidente do União Brasil (UB) no município fosse para o forno. Com a entrada de Leão na base de apoio a ACM Neto, a receita planejada para garantir a candidatura Helder ficou ainda mais longe do calor necessário.


Tamanho 2 Sem candidato nativo a estadual, com a candidatura ACM Neto girando em órbita mais ampla, o alcaide Elinaldo vai ter que mostrar sua força eleitoral com votação significativa na reeleição de Paulo Azi (UB), seu principal padrinho nas verbas de Brasília.


Tamanho 4 Azi, que não passou dos 7 mil votos nas duas últimas eleições em Camaçari, tem registrado queda no desempenho. Em 2014, Azi foi o mais votado pelo DEM, com pouco mais de 110 mil votos. Já no pleito seguinte (2018) confirmou uma das 39 cadeiras da bancada baiana no Congresso com 84 mil votos. Com 26 mil votos a menos que 2014, Azi se elegeu para a 4ª e última vaga do seu partido.


Tamanho 5 Com Azi como único nome genuíno do seu grupo e termômetro para medir sua força, Elinaldo não poderá se valer da votação de ACM Neto, em Camaçari, para medir seu capital político. Numa bandeja de apoios que só crescem no município, o ex-prefeito de Salvador vem colecionando palanques de várias matizes políticas. Nova conjuntura reduz ainda mais qualquer possibilidade de Elinaldo confeitar o bolo de Neto em Camaçari com seu recheio como se fosse exclusivo.


Tamanho 6 Além de Jackson, conjunto de forças que se agregam ao projeto Neto/Leão no município, ganha o fermento da candidatura a deputada federal da vereadora Professora Angélica (PP). Já Fábio Lima (PP), ex-candidato a vice na chapa de Ivoneide, nas eleições de 2020, segue igual a farinha de trigo sem rótulo. Ninguém arrisca.


Fã Clube Na luta pelo voto do eleitor jovem, vale até defender o BBB-22 como “conteúdo” para somar na cesta de votos. Em recente postagem nas redes sociais, defendendo a regularização do título de eleitor, a candidata a deputada federal Ivoneide Caetano (PT) não esconde sua simpatia pelo reality show global, quando diz que: “VOTAR NO BBB É BOM, MAS VOTAR #FORABOLSONARO SERÁ AINDA MELHOR”


Fã Clube 2 O programa, recorde de audiência e com intensa penetração entre o público mais jovem e mulheres, vem sendo seguido, comentado e festejado por parte da esquerda baiana. Comentários nas redes sociais, torcida e provavelmente voto no ´paredão`, não deixam dúvidas de que a deputada estadual e candidata a reeleição, Olívia Santana (PCdoB), é outra tiete do BBB-22.


Boa safra Os 10 anos de atuação do servidor Mário D`Errico e o seu trabalho de assessoramento nas comissões de constituição e justiça, e de finanças da Câmara de Camaçari, foram lembrados na sessão desta terça-feira (29), pelo presidente dos trabalhos, o vice-presidente Dilson Magalhães Júnior (PSDB). A Coluna lembra que Mário D`Errico é apenas um numa lista de servidores dedicados, competentes e compromissados com a cidade, que inclui Vanda Bahia, Juciara Monteiro, Carlinhos Ramos, entre outros.


Justíssimo O 5 de junho agora é dia municipal do Teatro Solidão Solidária. Data, aprovada pelo Legislativo, é justa homenagem ao poeta, escritor, diretor de teatro e agitador cultural, Ivanildo Antonio, pai do projeto hoje conhecido e multiplicado muito além das fronteiras de Camaçari, da Bahia, e do Brasil.


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


29/3/2022  Fechamento: 14h56


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Misturas O ex-vereador Jackson Josué, agora no Podemos, não vai sozinho para o palanque do ex-prefeito de Salvador e candidato a governador, ACM Neto (UB). Segundo apurou a Coluna, se a receita não sofrer alterações, Jackson deve levar o ex-companheiro de partido, o petista histórico Teo Ribeiro. Vereador de 5 mandatos, filho de vereador e presença no cenário político camaçariense desde 1996, quando conquistou seu 1º mandato, Teo terá missão especial na nova legenda. É tido como o provável nome para presidir e organizar o diretório do Podemos em Camaçari.


Misturas 2 A pasta política, formado a partir dessa mistura aparentemente heterogênea, também mexe com a disputa para as cadeiras na Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e Senado. Não tem como negar que o movimento de Jackson avança sobre o feudo do PT de Luiz Caetano, que quer eleger com votação significativa no município, a esposa Ivoneide Caetano.


Misturas 3 Lulista declarado, Jackson forma palanque na disputa pelos quase 200 mil votos em Camaçari com o petista e candidato a reeleição, Bira Coroa. Também apoia o candidato ao Senado, o vice-governador João Leão (PP), outro eleitor declarado do ex-presidente Lula, apesar de não intregrar mais a base do governador Rui Costa (PT). Ex-presidente do PT, dois mandatos e reconhecido como importante liderança, apesar da derrota no último pleito para vereador, Jackson é fermento nessa nova assadeira eleitoral, onde o PT e partidos aliados apareciam como únicos donos da receita Lula-presidente, no município.


Tamanho  Quem está fora da disputa por uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa é o ex-alcaide e atual secretário de administração de Camaçari, Helder Almeida. A demora do alcaide Elinaldo (UB), em grande medida provocada pela falta de vontade de fermentar o aliado, como apurou a Coluna, terminou inviabilizando os ingredientes necessários para que o bolo do presidente do União Brasil (UB) no município fosse para o forno. Com a entrada de Leão na base de apoio a ACM Neto, a receita planejada para garantir a candidatura Helder ficou ainda mais longe do calor necessário.


Tamanho 2 Sem candidato nativo a estadual, com a candidatura ACM Neto girando em órbita mais ampla, o alcaide Elinaldo vai ter que mostrar sua força eleitoral com votação significativa na reeleição de Paulo Azi (UB), seu principal padrinho nas verbas de Brasília.


Tamanho 4 Azi, que não passou dos 7 mil votos nas duas últimas eleições em Camaçari, tem registrado queda no desempenho. Em 2014, Azi foi o mais votado pelo DEM, com pouco mais de 110 mil votos. Já no pleito seguinte (2018) confirmou uma das 39 cadeiras da bancada baiana no Congresso com 84 mil votos. Com 26 votos a menos que 2014, Azi se elegeu para a 4ª e última vaga do seu partido.


Tamanho 5 Com Azi como único nome genuíno do seu grupo e termômetro para medir sua força, Elinaldo não poderá se valer da votação de ACM Neto, em Camaçari, para medir seu capital político. Numa bandeja de apoios que só crescem no município, o ex-prefeito de Salvador vem colecionando palanques de várias matizes políticas. Nova conjuntura reduz ainda mais qualquer possibilidade de Elinaldo confeitar o bolo de Neto em Camaçari com seu recheio como se fosse exclusivo.


Tamanho 6 Além de Jackson, conjunto de forças que se agregam ao projeto Neto/Leão no município, ganha o fermento da candidatura a deputada federal da vereadora Professora Angélica (PP). Já Fábio Lima (PP), ex-candidato a vice na chapa de Ivoneide, nas eleições de 2020, segue igual a farinha de trigo sem rótulo. Ninguém arrisca.


Fã Clube Na luta pelo voto do eleitor jovem, vale até defender o BBB-22 como “conteúdo” para somar na cesta de votos. Em recente postagem nas redes sociais, defendendo a regularização do título de eleitor, a candidata a deputada federal Ivoneide Caetano (PT) não esconde sua simpatia pelo reality show global, quando diz que: “VOTAR NO BBB É BOM, MAS VOTAR #FORABOLSONARO SERÁ AINDA MELHOR”


Fã Clube 2 O programa, recorde de audiência e com intensa penetração entre o público mais jovem e mulheres, vem sendo seguido, comentado e festejado por parte da esquerda baiana. Comentários nas redes sociais, torcida e provavelmente voto no ´paredão`, não deixam dúvidas de que a deputada estadual e candidata a reeleição, Olívia Santana (PCdoB), é outra tiete do BBB-22.


Boa safra Os 10 anos de atuação do servidor Mário D`Errico e o seu trabalho de assessoramento nas comissões de constituição e justiça, e de finanças da Câmara de Camaçari, foram lembrados na sessão desta terça-feira (29), pelo presidente dos trabalhos, o vice-presidente Dilson Magalhães Júnior (PSDB). A Coluna lembra que Mário D`Errico é apenas um numa lista de servidores dedicados, competentes e compromissados com a cidade, que inclui Vanda Bahia, Juciara Monteiro, Carlinhos Ramos, entre outros.


Justíssimo O 5 de junho agora é dia municipal do Teatro Solidão Solidária. Data, aprovada pelo Legislativo, é justa homenagem ao poeta, escritor, diretor de teatro e agitador cultural, Ivanildo Antonio, pai do projeto hoje conhecido e multiplicado muito além das fronteiras de Camaçari, da Bahia, e do Brasil.


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Misturas 2 A pasta política, formado a partir dessa mistura aparentemente heterogênea, também mexe com a disputa para as cadeiras na Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e Senado. Não tem como negar que o movimento de Jackson avança sobre o feudo do PT de Luiz Caetano, que quer eleger com votação significativa no município, a esposa Ivoneide Caetano.


Misturas 3 Lulista declarado, Jackson forma palanque na disputa pelos quase 200 mil votos em Camaçari com o petista e candidato a reeleição, Bira Coroa. Também apoia o candidato ao Senado, o vice-governador João Leão (PP), outro eleitor declarado do ex-presidente Lula, apesar de não intregrar mais a base do governador Rui Costa (PT). Ex-presidente do PT, dois mandatos e reconhecido como importante liderança, apesar da derrota no último pleito para vereador, Jackson é fermento nessa nova assadeira eleitoral, onde o PT e partidos aliados apareciam como únicos donos da receita Lula-presidente, no município.


Tamanho  Quem está fora da disputa por uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa é o ex-alcaide e atual secretário de administração de Camaçari, Helder Almeida. A demora do alcaide Elinaldo (UB), em grande medida provocada pela falta de vontade de fermentar o aliado, como apurou a Coluna, terminou inviabilizando os ingredientes necessários para que o bolo do presidente do União Brasil (UB) no município fosse para o forno. Com a entrada de Leão na base de apoio a ACM Neto, a receita planejada para garantir a candidatura Helder ficou ainda mais longe do calor necessário.


Tamanho 2 Sem candidato nativo a estadual, com a candidatura ACM Neto girando em órbita mais ampla, o alcaide Elinaldo vai ter que mostrar sua força eleitoral com votação significativa na reeleição de Paulo Azi (UB), seu principal padrinho nas verbas de Brasília.


Tamanho 4 Azi, que não passou dos 7 mil votos nas duas últimas eleições em Camaçari, tem registrado queda no desempenho. Em 2014, Azi foi o mais votado pelo DEM, com pouco mais de 110 mil votos. Já no pleito seguinte (2018) confirmou uma das 39 cadeiras da bancada baiana no Congresso com 84 mil votos. Com 26 votos a menos que 2014, Azi se elegeu para a 4ª e última vaga do seu partido.


Tamanho 5 Com Azi como único nome genuíno do seu grupo e termômetro para medir sua força, Elinaldo não poderá se valer da votação de ACM Neto, em Camaçari, para medir seu capital político. Numa bandeja de apoios que só crescem no município, o ex-prefeito de Salvador vem colecionando palanques de várias matizes políticas. Nova conjuntura reduz ainda mais qualquer possibilidade de Elinaldo confeitar o bolo de Neto em Camaçari com seu recheio como se fosse exclusivo.


Tamanho 6 Além de Jackson, conjunto de forças que se agregam ao projeto Neto/Leão no município, ganha o fermento da candidatura a deputada federal da vereadora Professora Angélica (PP). Já Fábio Lima (PP), ex-candidato a vice na chapa de Ivoneide, nas eleições de 2020, segue igual a farinha de trigo sem rótulo. Ninguém arrisca.


Fã Clube Na luta pelo voto do eleitor jovem, vale até defender o BBB-22 como “conteúdo” para somar na cesta de votos. Em recente postagem nas redes sociais, defendendo a regularização do título de eleitor, a candidata a deputada federal Ivoneide Caetano (PT) não esconde sua simpatia pelo reality show global, quando diz que: “VOTAR NO BBB É BOM, MAS VOTAR #FORABOLSONARO SERÁ AINDA MELHOR”


Fã Clube 2 O programa, recorde de audiência e com intensa penetração entre o público mais jovem e mulheres, vem sendo seguido, comentado e festejado por parte da esquerda baiana. Comentários nas redes sociais, torcida e provavelmente voto no ´paredão`, não deixam dúvidas de que a deputada estadual e candidata a reeleição, Olívia Santana (PCdoB), é outra tiete do BBB-22.


Boa safra Os 10 anos de atuação do servidor Mário D`Errico e o seu trabalho de assessoramento nas comissões de constituição e justiça, e de finanças da Câmara de Camaçari, foram lembrados na sessão desta terça-feira (29), pelo presidente dos trabalhos, o vice-presidente Dilson Magalhães Júnior (PSDB). A Coluna lembra que Mário D`Errico é apenas um numa lista de servidores dedicados, competentes e compromissados com a cidade, que inclui Vanda Bahia, Juciara Monteiro, Carlinhos Ramos, entre outros.


Justíssimo O 5 de junho agora é dia municipal do Teatro Solidão Solidária. Data, aprovada pelo Legislativo, é justa homenagem ao poeta, escritor, diretor de teatro e agitador cultural, Ivanildo Antonio, pai do projeto hoje conhecido e multiplicado muito além das fronteiras de Camaçari, da Bahia, e do Brasil.


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Reprovada A audiência pública sobre a proposta de mudança da data de fundação de Camaçari tinha tudo para se transformar num momento importante para a história da cidade. Graças a ação equivocada de vereadores e de um conjunto agentes políticos e defensores da divisão de Camaçari, com a criação do município de Abrantes, o debate que não versava sobre o tema terminou se perdendo.


Reprovada 2 Apesar de preparado para mostrar com provas documentais que o município de Camaçari tem 464 anos e não 264 anos, como se festeja, o professor, historiador e pesquisados Diego Copque terminou tendo sua apresentação prejudicada.


Reprovada 3 Ação provocada pelos defensores da divisão do município não desrespeitou apenas o autor do livro "Do Joanes ao Jacuípe uma história de muitas querelas, tensões e disputas locais". Reação destemperada terminou constrangendo historiadores e convidados para o que tinha tudo para ser um encontro de alto nível, do tamanho e no patamar que Camaçari merece estar.


Reprovada 4 Poucas vezes o plenário vereador Osvaldo Nogueira vivenciou momento tão vergonhoso. Uma balbúrdia, com gritos, ameaças e até agressões verbais marcaram a sessão, na manhã de quinta-feira (24), na Cãmara de Camaçari. O resultado foi a privação para a maioria dos presentes do rico relato do professor Copque, autor da primeira publicação que  conta de forma documental a história do município, povoado  surgido  em 1558 como aldeamento do Espírito Santo, hoje Vila de Abrantes.    


Reprovada 5 Série de equívocos começou com a decisão do presidente da Casa, vereador Junior Borges (UB), que segundo apurou a Coluna, atendendo a pedidos de políticos alterou a lista dos convidados com direito a fala, incluindo os defensores da divisão do município. Mesmo sem ser o foco da audiência, que tratava apenas de um tema específico, no caso a data de fundação, como determina o regimento interno da Câmara, no seu artigo 171, movimento de Borges alterou a dinâmica. Possibilitou a abertura dos portões para os ataques dos defensores da criação do município de Vila de Abrantes, mesmo sem a  sessão  estar debatendo tema relacionado a divisão territorial.


Reprovada 6 Outro que extrapolou das suas funções, fazendo discurso em defesa da divisão do município, foi o vereador Doutor Samuka (Solidariedade). Advogado e morador de Vila de Abrantes, seu principal reduto eleitoral, o Doutor Samuka não apenas passou por cima do mesmo artigo 171, que no seu parágrafo 3º diz: “Os vereadores inscritos para interpelar o expositor poderão fazê-lo estritamente sobre o assunto em exposição”.


Reprovada 7 O Doutor Samuka também esqueceu o juramento solene, feito no ato de posse, definido no Artigo 4º: “Prometo manter, defender e cumprir a Constituição Federal, a Estadual e a Lei Orgânica Municipal, observar as leis, promover o bem geral do povo de Camaçari, desempenhando com lealdade o mandato que me foi conferido, defendendo a integridade e a autonomia do Município”.


Reprovada 8 Nesse festival de equívocos, até o grupo de representantes dos remanescentes dos tupinambás, que reivindicam espaço para preservar sua cultura, terminou sendo confundido com manifestantes contrários a fala do professor Copque. É justamente o trabalho de pesquisa do historiador, um dos principais respaldos para assegurar direitos dos índios que já viviam na região antes da chegada dos colonizadores.


Reprovada 9 Sem espaço e respaldo político para qualquer movimento, grupo defensor do desmembramento de Camaçari, com área total de pouco mais de 784 quilômetros quadrados, aproveitou a audiência para reavivar uma velha bandeira que dificilmente, na atual conjuntura, sairá vitoriosa. Com uma área estimada em cerca de 240 quilômetros quadrados e cerca de 70 mil habitantes, o novo município teria como limite Sul a margem esquerda do rio Joanes, abrangendo trechos da zona rural como o povoado de Areias, passando pela a faixa de praia de Busca-Vida, Jauá, até Arembepe, como limite Norte na margem direita do rio Jacuípe.


Reprovada 10 Já em passos lentos pelo descaso da gestão municipal, que sequer consegue compreender seu papel constitucional na defesa da história do município, como tem mostrado o Camaçarico, triste episódio é mais um capítulo. Dessa vez foi a Câmara de Vereadores que terminou contribuindo para atrasar ainda mais o processo de reconhecimento de Camaçari como um dos mais antigos municípios do Brasil, e a sua importância como referência histórica, inclusive sobre as lutas pela Independência da Bahia.


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


25/3/2022 Fechamento: 14h44


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Aleijão O governo do alcaide Antonio Elinaldo (União Brasil) segue ignorando princípios básicos de respeito e cumprimento das políticas ambiental e de regulação do espaço urbano em Camaçari. Como se possuído por poderes reais e superiores, a gestão, representada pela titular da secretaria de desenvolvimento urbano (Sedur), a advogada Andrea Montenegro, virou exemplo de atropelo das leis e dos ritos mínimos de condução da coisa pública. 


Aleijão 2 A mais nova tentativa de rasgar a Lei vem com a proposta de alteração no Código Urbanístico e Ambiental, que versa sobre o ordenamento da cidade. Alérgica ao debate democrático e necessário da população e setores organizados da sociedade, sobre os destinos de Camaçari, a Sedur apresenta ao conselho municipal de meio ambiente (COMAM), uma proposta pronta de mudanças na legislação. Para dar um verniz democrático, envia cópia do projeto, que a Coluna teve acesso, e pede manifestação da entidade num prazo de 30 dias.


Aleijão 3 Construído não se sabe por quem, conjunto de mudanças queima etapas, ao driblar o debate sobre essas alterações com a anuência do COMAM e demais setores da sociedade. Rito diz que só depois dessa etapa o projeto é enviado para outra rodada de debate e aprovação pela Câmara de Vereadores.


Aleijão 4 Ainda de acordo com a proposta de alteração no código urbanístico e ambiental, com mudanças, inclusões e procedimentos novos, a Sedur retira do COMAM, órgão colegiado, participativo e de caráter deliberativo e consultivo permanente e integrante da estrutura da  secretaria, o poder de  discussão sobre licenciamentos de empreendimentos no município. Descuidada com o entendimento da legislação que deveria dominar, a Sedur esquece que quem determina que o COMAM participa do processo de licenciamento é o PDDU (plano diretor de desenvolvimento urbano), legislação mãe de todo processo de organização do espaço da cidade.  


Aleijão 5 Sem freios, a nova Sedur, como gosta de ser nominada na mídia chapa branca, vem colecionando agressões e estranhezas. O mais recente foi o edital de revisão do PDDU, prevista por Lei para 2018, mas que entra no 4º ano sem ser atualizado. Como mostrou o Camaçarico (Confira), contratação apresenta valor acima da média para um município do porte de Camaçari, além de exibir exigências técnicas descabidas e fora do foco do plano diretor.


Aleijão 6 Golpeado, além de reclamar formalmente o desrespeito à própria Sedur, o conselho também entrou com representação no Ministério Público, onde espera uma posição rápida e capaz de por um freio nesses atropelos.


Aleijão 7 Nesse jogo de pressão e afago, a Sedur acaba de garantir espaço para instalação do COMAM e do ConCidade. Os dois colegiados, importantíssimos no processo de construção e vigilância da política de ordenamento da cidade, ganharam sala e estrutura básica num prédio comercial, localizado no centro de Camaçari, quando deveriam ocupar um espaço dentro da própria Sedur, onde teriam mais facilidades de mobilidade e acesso a documentos necessários para suas atuações.


Aleijão 8 Apesar do discurso de estrutura fiscalizadora e comprometida com a cidade, a Sedur só coleciona ações contrárias aos princípios que deveria defender.  Foi assim com o silêncio sobre as obras de construção de quiosques na praça da Matriz, em Vila de Abrantes (Confira). O projeto que instituía o loteamento fechado foi outro absurdo denunciado pela Coluna que obrigou o governo do alcaide Elinaldo  a recolher o projeto, já em tramitação no Legislativo (Confira). O programa Reflora Camaçari, de reforma de espaços ambientais com custos e participação da prefeitura, também está sob questionamento no Ministério Público (Confira).


Aleijão 9 Quem também anda descuidado da sua missão constitucional de democratizar o debate é a secretaria da cultura (Secult).  Depois de preparar o plano municipal de cultura do município de Camaçari, decênio 2022-2032, a pasta comandada pela doutora Márcia Tude, e seu  subsecretários e presidente do conselho de cultura do município, Luciel Neto, teve que recolher a proposta.


Aleijão 10 Segmentos como o da capoeira, que passa a ganhar assento no conselho, a partir do triênio 2023/2025, questionaram a forma como o projeto foi construído sem um debate amplo com os representantes dos movimentos culturais da cidade. Pela proposta, que agora terá que ser debatida pelo conjunto das entidades, outra grita vem do segmento “ audiovisual, radiodifusão e novas mídias”. Pela proposta, o setor formado por centenas de profissionais, perde importante  apoio com a retirada dos cursos de requalificação, aprovados pelo conselho e nunca postos em prática. Uma reunião de ajuste está marcada para o próximo dia 28, às 14, na Secult.


Aleijão 11 Em tese, o plano 2023/2033, coordenado em conjunto com o conselho municipal de cultura e que define projetos e recursos do fundo de cultura para atividades do setor, termina sendo decidido pela Secult.


Aleijão 12 Com mandato de 3 anos expirando, o atual colegiado tem 20 conselheiros, sendo 10 ligados e escolhidos pela prefeitura, outros 9 assentos são ocupados por representantes dos segmentos das artes, mídias e patrimônio imaterial, eleitos por votação da comunidade. A 20ª cadeira é ocupada por um representante da Câmara de Vereadores. 


História  O reconhecimento do 29 de maio de 1558 como data de fundação de Camaçari é tema da Audiência Pública, quinta-feira (24), a partir das 9h, no plenário Osvaldo Nogueira da Câmara de Vereadores. Debate terá as participações dos professores e historiadores Diego Copque, Jaime Nascimento, Luis Guilherme Pontes Tavares, Sergio Guerra e Tácio Cardoso. Também participam  o professor e escritor Heitor Chamusca e o conselheiro  do conselho estadual de cultura e presidente da câmara do patrimônio, artístico do CEC, Tata Ricardo Tavares.


História 2 Autor do livro "Do Joanes ao Jacuípe uma história de muitas querelas, tensões e disputas locais", e da publicação em fase de impressão sobre a importância de Camaçari e demais cidades do Recôncavo Norte na Independência da Bahia, Copque vai fundamentar, com base em vasta documentação, que o município completa 464 anos de fundação, e não 264 anos, como se conhece.


História 3 Audiência, solicitada pela comissão de educação do Legislativo, formada pelos vereadores Herbinho e Jamesson (UB), e Professora Angélica (PP), ajuda a ampliar o debate que a prefeitura prefere fugir. Alheia a obrigação constitucional de discutir e rever suas datas históricas, gestão do alcaide Elinaldo segue fazendo de contas que necessidade está fora das suas fronteiras. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


22/3/2022 Fechamento: 09h52


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Balança A Câmara de Vereadores de Camaçari caminha para realizar pelo voto secreto a próxima eleição para presidente e demais membros da mesa diretora. O fim do voto aberto, usado até a eleição para o biênio de 2005/2006, está entre as propostas de mudanças no regimento interno do Legislativo, que também reduz o recesso parlamentar.


Balança 2 Mudanças começaram a ser discutidas em dezembro do ano passado, por uma comissão formada pelos veradores Dilson Magalhães (PSDB), presidente do colegiado; Dentinho do Sindicato (PT), Ivandel Pires (Cidadania), Jamelão (Cidadania) e Jamesson (UB).


Balança 3 Medida não atende apenas a grita da população, que questiona o longo período sem sessões plenárias. Também visa reduzir o poder do alcaide de plantão na escolha, que em tese, deveria ser de competência exclusiva dos 21 representantes do povo de Camaçari. Dono da caneta das nomeações na máquina municipal, gestor municipal termina tendo a decisão final no processo.


Balança 4 Com essa mudança, disputa pelo comando de um orçamento anual de R$ 58 milhões, marcado para 15 de dezembro, torna mais complexo o jogo como está posto e planejado, desde o final de 2020, com o nome do vereador Flávio Matos (UB), como sucessor do companheiro de legenda na presidência, Junior Borges. Nesse movimento de peso e contrapeso, comando da próxima mesa diretora, biênio (2023/2024), fortalece os vereadores, com reflexos na sucessão municipal de 2024.


Balança 5 Pacote também inclui a redução do recesso parlamentar. Pela proposta da comissão, que a Coluna teve acesso, e que precisa ser votada e aprovada pelo plenário, recesso que atualmente soma 85 dias, fica 28 dias menor e cai para 57 dias.


Balança 6 Pelo atual regimento, os vereadores suspendem as sessões dia 22 de dezembro, passam todo o mês de janeiro, e só terminam o recesso dia 15 de fevereiro, período que soma 54 dias. Proposta de mudança determina que o recesso de final/começo de ano acaba 10 dias antes, dia 5 de fevereiro.


Balança 7 Já o recesso de meio de ano, atualmente todos os 31 dias de julho, sofre redução de 18 dias e será encerrado dia 13. Expectativa é que mudanças sejam votadas e aprovadas nas próximas sessões.


Ser ou não Ser Quem deve anunciar seu destino político, até sexta-feira (18), é o candidato a deputado estadual Fábio Lima. Filiado ao PP do vice-governador João Leão, que agora deixa a base governista, onde formava o quarteto do poder da máquina estadual com os petistas Rui Costa e Jaques Wagner, e Otto Alencar (PSD), Lima é uma incógnita.


Ser ou não Ser 2 Até o fechamento da Coluna, Fábio Lima não sabia se permanecia com o ex-alcaide de Camaçari e atual secretário de relações institucionais do estado, Luiz Caetano. Ou, se cede aos apelos de Leão para permanecer no PP e engrossar a campanha de ACM Neto (UB).


Ser ou não Ser 3 Na base caetanista, Lima acredita que essa decisão já teria sido tomada se viesse recebendo o tratamento que acredita merecer. Segundo apurou a Coluna, os últimos dias tem registrado uma intensa pressão, com acenos de dobradinhas fora de Camaçari, além de cargos na estrutura controlada pelo governo do estado.


Ser ou não Ser 4 Nesse rosário de queixas, Lima cobra mais carinho eleitoral. Além de não ter, até agora, nenhuma certeza de dobradinha fora de Camaçari, enfrenta um quadro eleitoral complicado na sua casa e principal base. Disputa votos com o também nativo, o petista e vereador Dentinho do Sindicato, além do time de ´estrangeiros` trazidos pelo grupo caetanista para disputar os cerca de 180 mil votos do município. Lista tem os deputados Junior Muniz, que deixa o PP até o final do mês; Marcelino Galo (PT), e o ex-prefeito de Ibititá, Cafú Barreto (PSD).


Ser ou não Ser 5 No jogo de compensações, Lima, também recebe tratamento do grupo de Leão.  Espaço na disputa com dobradinhas pelo estado, inclusive com o filho e herdeiro do vice-governador, Cacá Leão, fazem parte da lista de mimos para que permaneça no PP. Até participação no governo ACM Neto, hoje o favorito na disputa ao palácio de Ondina, faz parte desse pacote, segundo apurou a Coluna.


Ser ou não Ser 6 Na selva de  bicho grande, a jovem liderança nativa de Camaçari experimenta agora o dilema entre vida e morte, sem saber o que pode ser futuro e o que só vai lhe empurrar para a cova da política.


Lay-Off O presidente do sindicato dos metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim, está fora da disputa para deputado estadual. Bonfim, que ganhou visibilidade estadual e nacional pela sua atuação em defesa dos trabalhadores da Ford, era tido como nome certo até a conjuntura que se desenhava no ano passado. Deve apostar no seu capital político nas eleições de 2024. Pode até ser o nome para prefeito do seu partido, o PCdoB, mas tem como caminho natural a disputa por uma das 21 cadeiras da Câmara de Vereadores  de Camaçari.


Lay-Off 2 Quem vai para disputa estadual é a ex-secretária de cultura na gestão Ademar Delgado (2013/2016), Branca Patrícia. No sacrifício de somar votos para a legenda, que deve ter no município o nome do deputado federal e candidato a reeleição, o companheiro de legenda Daniel Almeida, Branca terá de deixar até o final do mês o cargo de coordenadora do Sine Bahia-Camaçari, função que passou a ocupar em fevereiro e onde vinha realizando uma gestão considerada eficiente.


Castigo Como antecipou o Camaçarico (Confira), os servidores de Camaçari passam a receber salário até o quinto dia útil do mês seguinte. A mudança no bolso dos 7,4 mil servidores, entre efetivos, nomeados, prestadores de serviço e terceirizados estava planejada para entrar em vigor no mês de fevereiro. Quem replanejou as datas de contas fugiu dos juros. Já quem esperou pela comunicação da prefeitura agora terá de pagar com atraso. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


17/3/2022 Fechamento:14h26


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Voo A titular da pasta do desenvolvimento urbano e meio ambiente de Camaçari (Sedur), Andrea Montenegro, segue seu projeto de gestão que parece indicar a construção de um telhado sem paredes ou qualquer sustentação vertical. O mais novo reforço nessa estranha engenharia, que tem o ´crea` do alcaide Elinaldo,  aparece com a licitação para contratação de empresa  especializada  para a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano ( PDDU), Código Urbanístico e Ambiental e do Código de Obras de Camaçari. 


Voo 2 Edital, datado de 7 de março e divulgado discretamente na página de licitações do site da prefeitura, sequer foi fruto de consulta e discussão com os conselhos municipais de meio ambiente (Comam) e das cidades (Concidade), como manda a lei.


Voo 3 Ao preço de R$ 8.5 milhões, o trabalho cria critérios estranhos. Segundo fontes ouvidas pela Coluna, além de anormal no processo de montagem desse tipo de seleção de empresa qualificada para os trabalhos, exigências sinalizam para o caminho perigoso e ilegal do direcionamento da licitação.


Voo 4 Chama a atenção a exigência de contratação de geógrafo ou geólogo especialista em exploração de águas subterrâneas profundas, quando o PDDU e os códigos municipais não tratam desse assunto. Os recursos hídricos são de responsabilidade do estado e da União.


Voo 5 Confusão segue com a formação da comissão executiva encarregada da formulação e   coordenação dos trabalhos, onde figuram nomes que sequer estão na prefeitura, como a ex-secretaria da Sedur, a urbanista Juliana Paes. Quem também integra a comissão, provavelmente contribuindo de outra dimensão, é o arquiteto e ex-secretário da pasta, Genival Seixas, falecido em outubro de 2020. 


Voo 6 Colecionando estranhezas, o edital chama a atenção pelo valor de R$ 8,5 milhões, outro sinal que alarmou os especialistas. Dizem que uma cidade com 300 mil habitantes não tem conteúdo que justifique um valor tão alto. Para se ter uma ideia, o PDDU de Salvador, com população 10 vezes maior, quase 500 anos de fundação, e muito mais complexidade histórica e urbana que Camaçari, custou cerca de R$ 7 milhões em 2016. 


Voo 7 O edital de revisão do PDDU e dos códigos urbanístico/ambiental e de obras de Camaçari é a última peça de uma estranha estrutura que vem sendo montada desde o começo de 2021. A ausência de interferência da Sedur que permitiu a construção de quiosques da praça da Matriz, em Vila de Abrantes (Confira); o projeto que instituía o loteamento fechado, denunciado pelo Camaçarico (Confira); o projeto de lei que alterava a política ambiental, com a exclusão do conselho de meio ambiente das decisões (Confira). Lista dos grandes equívocos da desses 14 mess da `nova Sedur` segue com o programa Reflora Camaçari, desde dezembro sob a lupa do Ministério Público, como mostrou a Coluna (Confira).


Red Bull A decisão do PT de trocar Wagner por Otto, depois desfazer e buscar outro nome para enfrentar ACM Neto (UB), na disputa pelo governo do estado, tem representado um grande reforço na imagem do ex-alcaide de Camaçari e atual secretário de relações institucionais, Luiz Caetano.


Red Bull 2 Sem nada a perder, apenas a ganhar, o petista que foi até o chão, com a pecha de ficha suja e a consequente perda do mandato de deputado federal em 2018, volta a experimentar dias de glória e voos em grande altitude.  Com larga experiência administrativa, fruto de 3 mandatos de prefeito, deputado estadual e federal, Caetano surfa figurando na lista dos quatro nomes (Moema, Sola e Jerônimo), que querem a vaga de candidato a governador.


Red Bull 3 Caso seja sacramentado como candidato, Caetano, independente do resultado das urnas de outubro, sai maior. Não garante apenas votação recorde em Camaçari e a eleição da sua esposa e candidata a deputada federal, a advogada Ivoneide Caetano. Também mexe com a sucessão paroquial de 2024, com ampliação significativa do seu espaço político na cidade que tende a votar no primeiro governador ´filho da terra`.


Red Bull 4 Enquanto o jogo da política não define quem será o nome do PT, Caetano não perde uma onda, nem marolinha, e segue ocupando todo o espaço político possível.


Currículo A decisão do Justiça de Feira de Santana, que acatou pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT), de afastamento do odontólogo José Carlos Pitangueira, da direção do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), foi festejada por dezenas de servidores do Hospital Geral de Camaçari (HGC).


Currículo 2 Acusado de assédio moral, o doutor Pitangueiras também tocou terror no nosocômio de Camaçari, quando foi diretor no começo dos anos 1990. As ameaças de transferências, punições com retirada de plantões e apelidos pejorativos, que terminaram provocando adoecimento em servidores do Cleriston Andrade, foi o mesmo modus operandi do ´doutor Pipi`, como era chamado nos corredores pelos servidores do HGC. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


8/3/2022 Fechamento: 13h54


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Reforço  Acabaram as dificuldades para a continuidade dos serviços de requalificação da lagoa de Jauá e seu entorno. A prefeitura atendeu o empreiteiro da obra e reajustou o contrato em 23%. Com essa complementação, oficializada no Diário Oficial 1846, de 10 de fevereiro deste ano, a empreiteira terá pouco mais de R$ 573 mil para concluir a obra que passa a ter custo final de R$ 5,9 milhões.


Reforço 2 Vencida em 2019, com valor de R$ 4.6 milhões, licitação que exibe agora uma diferença de R$ 1,3 milhão, não deixa dúvidas de que o contrato já havia sofrido concretagem extra de cerca de R$ 700 mil. 


Redesenho A desistência do senador Jaques Wagner (PT), substituído pelo senador Otto Alencar (PSD), na disputa estadual de outubro, mexeu com o mapa eleitoral traçado pelo ex-alcaide Luiz Caetano, patrocinador da candidatura a deputada federal de sua esposa, a advogada e também filiada ao PT, Ivoneide Caetano.


Redesenho 2 O 3 vezes gestor de Camaçari pode até negar, mas o roteiro que vinha seguindo com Wagner candidato, muda. Com Otto na cabeça da chapa parte desses acordos avalizados pelo galego, como é conhecido o senador e ex-governador, vão precisar de ajustes.


Redesenho 3 Não foi por acaso que Caetano colocou o PT de Camaçari em cima do muro e abriu a lista dos apoiadores da nova conjuntura, quando uma banda significativa do partido esperneava. Reduzir atritos com Otto, no caso o maior, que obviamente vai puxar a brasa para a sardinha do seu PSD, é lição básica na sobrevivência política.


Redesenho 4 Reforça essa estratégia de estabilidade e avanço nessa nova estrada, a presença de João Leão (PP), no comando do governo estadual a partir de abril. O ´bonitão`, como é conhecido o atual vice-governador e secretário de Planejamento, vai comandar a máquina até dezembro, portanto terá as rédeas, ou parte significativa delas, até dezembro. Mesmo com todos os acordos possíveis, não dá para negar que Leão, conhecido por não descuidar da sua base, vai trabalhar para a reeleição e ampliação da sua bancada de aliados. 


Calibre  O mapa da violência em Camaçari mostra fevereiro  batendo recorde de assassinatos com 21 registros, o maior para o mês nos últimos  5 anos. De acordo com dados divulgados pela secretaria de segurança pública (SSP-BA), número é quase 3 vezes maior que os 8 registros do mesmo mês de 2021. Ainda segundo a SSP, número se aproxima de 2020, com 20 mortes violentas.


Calibre 2 Na comparação com 2019, com 11 registros, fevereiro deste ano é quase o dobro. Comparado com fevereiro de 2018, com 14 assassinatos, o avanço é de 7 assassinatos. Fevereiro deste ano só fica atrás de 2017, quando o município registrou 24 assasinatos. 


Calorzinho Depois da pressão do Camaçarico (Confira), a secretária de educação de Camaçari, a professora doutora Neurilene Martins, tomou gás e mandou resolver o problema da cozinha do colégio Ilay Elleri. 


Trincheira O Conselho do Meio Ambiente de Camaçari (COMAM) elege novos representantes da sociedade civil. Formado por 18 titulares e 18 suplentes, o COMAM tem composição triparte. Os 12 representantes, sendo 6 da sociedade civil e igual número oriundo das empresas e entidades de classe patronal serão escolhidos no próximo dia 17 de março. As outras 6 cadeiras são escolhidas pela prefeitura de Camaçari.


Trincheira 2 O prazo para inscrição de candidaturas de conselheiros termina dia 12 de março. Os interessados devem mandar e-mail para a secretaria do conselho comamcamacari2018@gmail.com ou responder o formulário criado pelo COMAM  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeNvhKO-DnvoWnqJE7Z3DO902dRI8FumN_DLq_XxzwHbol4Yw/viewform


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


3/3/2022 Fechamento às 15h12


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Oxigênios O programa Reflora Camaçari, que parecia ser um pasto verde e capaz de ajudar na caminhada do projeto político do alcaide Antonio Elinaldo (DEM) e seu grupo, está se transformando numa trilha de espinhos.


Oxigênios 2 Criado no começo do ano passado pela titular da pasta do desenvolvimento urbano e meio ambiente de Camaçari (Sedur), a doutora Andrea Montenegro, o programa de resgate e requalificação de espaços ecológicos segue enfrentando reveses.


Oxigênios 3 Com sua legalidade questionada, através de representação apresentada ao Ministério Público de Camaçari, como mostrou o Camaçarico (Confira), o Reflora enfrenta outro cipoal. Segundo apurou a Coluna, terreno onde as obras de requalificação da antiga Fonte do Buraquinho, em Vila de Abrantes, inaugurado em novembro do ano passado e rebatizado pela Sedur como Parque Cultural e Ambiental Fonte do Buraquinho, pertence a familiares do atual subsecretário da pasta de  desenvolvimento econômico de Camaçari (Sedec), o ex-vereador Cleber Alves.


Oxigênios 4 Muito além da questão da legalidade, a intervenção da prefeitura na Fonte do Buraquinho mexe com a base política do alcaide Elinaldo. De um lado, a doutora Andrea, patrocinadora da ação no espaço. Do outro, os interesses do importante aliado e apoiador do atual governo desde as eleições de 2016, quando Elinaldo venceu seu primeiro mandato de gestor de Camaçari.


Cãibra O alcaide de Camaçari tem mais duas oportunidades, nas aberturas dos trabalhos legislativos de 2023 e 2024, para fazer discursos menores, estruturados e de fácil compreensão. Na manifestação desta terça-feira (22), o demista Antonio Elinaldo se superou. Nas duas horas de fala, o alcaide, que começou improvisado e prosseguiu com uma colcha de retalhos, comprometendo o importante e necessário balanço das suas realizações, entra no seu 5º ano de gestão com vícios que parecem sem remédio.


Cãibra 2 Numa ´fala ioiô`, o alcaide alternou observações políticas com dados sobre a gestão, alimentadas por ´pescas` fornecidas a cada momento por assessores, sobre obras, serviços, ações e números. Resultado: atropelou a lógica, criando um discurso fragmentado e ineficiente, independente do tamanho e da valoração das suas ações.


Cãibra 3 O cansaço causado pelo longo e enfadonho discurso ficou claro com o comportamento da própria plateia. Formada na sua grande maioria por chapas-brancas, claque, que diminuiu com o passar do tempo, passou a pontuar com aplausos cada vez menos intensos a fala do alcaide. 


Nuvens A inclusão do nome do vereador Tagner Cerqueira (PT) na lista dos nomes que podem disputar uma das 63 cadeiras no Legislativo Estadual, em outubro, não está fora do GPS do 3 vezes alcaide de Camaçari e atual secretário de relações institucionais do governo Rui Costa, o petista Luiz Caetano. O chefe, segundo apurou a Coluna, não descarta como seu ´plano B` o vereador em primeiro mandato, mas com intensa presença nas redes sociais e trabalho considerado diferenciado.


Nuvens 2 O jovem político não chega fácil. Encontra nomes tradicionais como Fábio Lima (PP), e do vereador reeleito Dentinho do Sindicato (PT). Para ampliar as dúvidas e insatisfações dentro de sua base, Caetano não mede pela métrica local e busca ampliar as dobradinhas de forma a  fortalecer a candidatura a deputada federal de sua esposa, a advogada Ivoneide Caetano. Como reforço, trouxe e apresentou para a base, via PSB, o deputado e candidato à reeleição Junior Muniz, eleito pelo PHS e ainda filiado ao PP.


Nuvens 3 Já na base do alcaide Antonio Elinaldo (DEM), a indefinição é total sobre o nome local para candidato a deputado estadual. Lista começou com a primeira-dama Ivana Paula, que resistiu até o final do ano passado, quando foi definitivamente afastada. O ex-prefeito Helder Almeida segue em stand-by, aguardando as negociações fora de Camaçari, onde precisa assegurar cerca de 30 a 35 mil votos para somar com os cerca de 15 esperados na cidade, assegurando assim condições de ficar entre os eleitos na chapa do DEM.


Nuvem 4 Os nomes do presidente do Legislativo, vereador Junior Borges, e do colega de plenário Flávio Matos, também do DEM, seguem compondo o cenário. Outro nome, do ex-prefeito e atual vice de Elinaldo, José Tude, está fora. Disse e reafirmou a esse editor, sob o teto da Catedral de São Thomaz, durante a festa de posse do novo bispo, Dom Dirceu, que não é candidato.


Nuvem 5 Caso o plano Helder não avance, o alcaide discute um esquema de varejo, com a apresentação de um grupo de deputados estaduais candidatos à reeleição para somar votos na cidade e  fortalecer a base de sustentação do federal Paulo Azi, esse sim o nome certo e único consenso da base.


Nuvens 6 Fora da base de Caetano, mas na mesma órbita política do governador Rui Costa, o ex-vereador Jackson Josué, que trocou o PT pelo Podemos, deve mudar de legenda até março com a janela partidária. PV e Solidariedade são os caminhos possíveis para a sua candidatura a deputado federal.


Caderneta A proposta de fusão dos colégios estaduais José de Freitas Mascarenhas e Cidade de Camaçari segue em banho-maria pela secretaria de educação do estado (SEC). A reunião que a SEC teria semana passada, com professores das duas unidades, foi adiada para amanhã (23), às 14h, no Cidade de Camaçari. Como mostrou a Coluna (Confira), proposta de união das duas unidades, com a criação de um mega colégio, com cerca de 3,5 mil alunos, enfrenta a resistência dos educadores. Qualidade do ensino e questões como violência, um problema que as duas unidades já experimentam, são os principais pontos de discordância. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


22/2/2021 Fechamento 18h13


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Nota baixa Os professores, alunos e servidores dos colégios estaduais José de Freitas Mascarenhas e Cidade de Camaçari esperam se reunir nesta quinta-feira (17), com representantes da secretaria de educação do estado (SEC). Querem saber sobre o projeto de unificação das duas unidades com a criação de um mega colégio.


Nota baixa 2 Projeto em andamento, mas sem a comunicação e o debate com a comunidade, foi alertado em documento assinado por representantes das duas escolas. Em documento envido à SEC na semana passada, após a reunião de quarta-feira (9), os professores criticam a reestruturação. Na nota, que a Coluna teve acesso, os professores classificam a ação da SEC como uma  “postura antidemocrática” e  que “ignora a escuta necessária dos docentes, discentes, pais de alunos, funcionários e dos camaçarienses”.


Nota baixa 3 Especialistas ouvidos pelo Camaçarico não apenas condenam o projeto, como consideram a proposta ultrapassada. Questões como violência nas escolas, que seguramente se amplia com esse tipo de estrutura, é um dos principais alertas. União das duas escolas vai gerar uma unidade com cerca de 3,5 mil alunos, 1.500 do Cidade, e aproximadamente 2 mil do Mascarenhas. Professores e pedagogos com experiência em gestão garantem que o caminho para melhorar a qualidade do ensino na rede pública, cada vez mais se nivelando por baixo, passa justamente por escolas menores.


Nota baixa 4 O risco de demissões de professores e servidores, com a consequente perda de qualidade no processo educacional é outra queixa. Dos quase 140 educadores das duas unidades, 1/3, 30 professores, tem contrato pelo regime Reda, o que amplia ainda mais a insegurança.


Nota baixa 5 Mas, as implicações sobre a fusão entre o Mascarenhas e o Cidade de Camaçari, com a criação de uma nova e maior estrutura de ensino, parece não sensibilizar uma parte do poder que deveria estar atenta.  


Nota baixa 6 Longe de querer colar no problema, o atual secretário de relações institucionais (Serin) do governo Rui Costa, o ex-alcaide Luiz Caetano, preferiu o lado bom. Como fez outros aliados petistas, o 3 vezes gestor municipal, que segundo apurou a Coluna, é conhecedor da proposta de fusão, preferiu encher suas redes sociais com postagens onde alardeia a vistosa piscina, a quadra coberta, o campo com gramado sintético, e o auditório que estão sendo construídos pelo governo do estado nas duas unidades.


Nota baixa 7 Puxar o debate sobre esse projeto de fusão com a criação desse mega colégio, e suas implicações mais negativas que positivas, é reprovação segura na cartilha da boa pedagogia política.


Reprovada A escola municipal Ilay Garcia Ellery segue longe do tão alardeado padrão de qualidade anunciado pela prefeitura de Camaçari. Localizada no bairro Novo Horizonte, unidade com 9 salas e cerca de 600 alunos nos dois turnos, além das turmas noturnas para educação de jovens e adultos, não sabe o que é protocolo de enfrentamento da pandemia.


Reprovada 2 Segundo pais de alunos, as salas são quentes e servidas por ventiladores velhos e barulhentos. Os banheiros dos alunos carecem de reforma, e a merenda parece mais cardápio de dieta de emagrecimento. Desde que as aulas começaram no Ilay, semana passada, os alunos só merendam laranja, mamão e outras frutas. A Cozinha está interditada por conta de um antigo defeito na rede de distribuição de gás. O fogão, que vinha funcionando de forma precária, teve que ser desligado para evitar um acidente.


Semente Os movimentos da titular da pasta do desenvolvimento urbano e meio ambiente de Camaçari (Sedur), a doutora Andrea Montenegro, apoiando o resgate e reqaulificação, com obras físicas, de espaços ecológicos, promovendo ações em defensa do meio ambiente, e até criando um programa de estímulo e apoio a essas intervenções, entraram na mira do Ministério Público (MP).


Semente 2 Segundo apurou a Coluna, representação datada de dezembro do ano passado cobra detalhes e os caminhos legais e financeiros que asseguraram a realização de obras que viabilizaram os projetos de intervenção nas fontes do Cacimbão (Arembepe) e do Buraquinho (Vila de Abrantes), em Abrantes.


Semente 3 Amplamente divulgado na mídia, os atos de inauguração dos espaços ecológicos, sempre prestigiados pelo alcaide Antonio Elinaldo (DEM), nasceram a partir do programa Reflora Camaçari.


Semente 4 Ação em tramitação na 7ª Promotoria do Patrimônio Público e Moralidade Administrativa, que tem como titular o promotor Bruno Sanfront, questiona e cobra detalhes sobre o instrumento legal de criação do programa.


Semente 5 Ainda segundo apurou a Coluna, a doutora Andrea já foi notificada e respondeu no último dia 10 os questionamentos do MP. O próximo movimento é do promotor, que pode ou não iniciar uma ação civil pública.  


Agenda Será no próximo sábado (19), a partir das 16h, na Catedral de São Thomaz, o ato de oficialização do novo bispo da Diocese de Camaçari. A fala de Dom Dirceu de Oliveira Medeiros deve ser mais genérica, mas o bispo pode até surpreender. Pela manhã, a partir das 9h, na igreja de Santana, bairro Gleba A, Dom Dirceu conversa com o alcaide Elinaldo e outros 7 gestores das cidades que formam a Diocese.


Bafômetro A superintendência de trânsito e transportes de Camaçari (STT) segue inovando ao promover campanha nas redes sociais, onde alerta os motoristas a ficarem atentos às condições dos barzinhos no enfrentamento da Covid-19.


Bafômetro 2 Parece efeito de dosagem além da conta, mas é o mote da campanha da STT no Instagram, que simplesmente esquece o alerta sobre a proibição da bebida alcoólica e direção, e apenas alertar os motoristas sobre os cuidados com a propagação do coronavírus.


Bafômetro 3 Transformado em piada nas redes sociais, post da STT esquece a mistura direção/bebida alcoólica e recomenda que o motorista frequente estabelecimentos que sigam todas todos os protocolos sanitários, como uso da máscara, álcool gel e assegurem o distanciamento.


Bafômetro 4 Depois de ser pega na ´blitz` das redes sociais, a STT, que se recusou a reconhecer o erro, postou novo card onde defende o que nunca deveria ter deixado de fazer: o distanciamento entre álcool e direção.


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


15/2/2021 Fechamento às 17h02


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Distância Depois de quase um ano de denúncias e comprovações dos equívocos da gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM), com o projeto de requalificação da praça da Matriz, em Vila de Abrantes, a prefeitura parece que começa a entender, ainda que de forma parcial, seu papel no desenvolvimento da cidade, seu cuidado e obrigação de preservação e resgate da história do município.


Distância 2 Mesmo modesto, movimento de recuo da prefeitura, que alterou o projeto com a retirada do quiosque que ameaçava a visão livre e necessária da fachada da centenária Igreja do Espirito Santo, uma das 10 mais antigas do Brasil, mostra a força de setores da sociedade organizada comprometida com a cidade.


Distância 3 Festival de descompromisso, como vem mostrando o Camaçarico em várias postagens (Confira), não vai custar caro apenas para a história. Mudanças no projeto pilotado pela secretária da pasta da infraestrutura (Seinfra), Joselene Cardim, representaram gastos extras para o erário público, com a construção e depois demolição desses equipamentos. Custos, obviamente não informados, vão para a conta de subtrair dos R$ 2,5 milhões da obra, financiada pelo CAF-Banco de Desenvolvimento da América Latina. Como na avenida Jorge Amado, onde o cronograma foi refeito várias vezes, com aumento dos gastos, os vereadores, em especial os oposicionistas, nada viram. Parece que preferiram outro foco ao agraciarem a doutora Joselene com o título de Cidadã Camaçariense, provavelmente pelos seus “relevantes serviços prestados ao Município”.


Distância 4 Como insistir no erro parece ser pilar da gestão, o alcaide segue sem entender, e o que é mais grave, sem aconselhamento qualificado sobre a importância da região para a história da cidade. A prova está na negativa de construção do memorial de Abrantes, como sugerem historiadores, pesquisadores, lideranças comunitárias, ambientalistas, e até setores da Igreja Católica.


Distância 5 Ao sequer debater com setores representativos da cidade a proposta de construção de tão importante marco sobre a presença e contribuição dos índios tupinambás, dos jesuítas e dos negros na formação desse aldeamento, um dos primeiros do então Brasil colonial, o alcaide se veste e se comporta como um colonizador. Em alguns casos desprovido de qualquer conhecimento, mas geralmente guiado pela falta compromisso com a gente da terra, e respaldado pela visão equivocada do poder que ´pode tudo`, assim como o colonizador, Elinaldo manda passar o trator, apagando registros e impedindo a possibilidade de resgate de tão importantes peças da história da cidade.


Pecadinho A festa de posse do novo bispo da Diocese de Camaçari, Dom Dirceu de Oliveira Medeiros, dia 19, às 16h, não terá casa bonita e arrumada, como de costume e que a situação exigiria. Carente de reformas urgentes, a Catedral de São Thomaz de Cantuária enfrenta um verdadeiro rosário de problemas.


Pecadinho 2 Precisando de limpeza e recuperação, fachada do templo, construído no final de 1999, é a parte visível atestada pelas milhares de pessoas que passam diariamente pela praça Montenegro, coração de Camaçari. Na parte interna do templo, situação é de quase penúria. Pintura vencida, forro precisando de reforma, iluminação deficitária. Isso sem falar no calorzão, que por falta de um sistema de climatização, termina afastando os fiéis.


Confessionário Por falar em Dom Dirceu, o novo bispo, segundo apurou a Coluna, desembarca nesta quarta-feira (9), em Salvador, onde permanece até o final de semana ajustando assuntos relacionados à Diocese. Dom Dirceu esteve em Camaçari na segunda semana de janeiro, depois da festa do padroeiro, para uma conversa com padres e vigários responsáveis pelas igrejas dos 8 municípios que formam a Diocese sediada em Camaçari.


Confessionário 2 Mineiro de 48 anos, sendo 20 de ordenação sacerdotal, Dom Dirceu de Oliveira Medeiros substitui o italiano Dom João Carlos Petrini, 76 anos, responsável pela montagem da Diocese de Camaçari, em 2010.


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


8/2/2021 Fechamento às 15h25


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Ressaca A localidade de Jauá, orla de Camaçari, anda vivendo uma maré de azar. Depois do atraso e da falta de data de conclusão das obras de reqaulificação da praça do papagaio, que incluiu o abandono da escultura dourada e símbolo da localidade, como denunciou o Camaçarico (Confira), moradores e ambientalistas, agora são surpreendidos com mais uma estranha proposta.


Ressaca 2 Indicação aprovada pela Câmara de Vereadores, inclusive com o voto da oposição, que tanto reclama da gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM), pede que a prefeitura promova o estreitamento do calçadão da orla de Jauá. Proposta pelo vereador Mar de Areias (DEM), a intervenção tem como objetivo principal reduzir o espaço dos pedestres para ampliar a área de circulação dos veículos.


Ressaca 3 Criticada através de notas públicas, pela associação beneficente de Jauá (ABJ) e pelo centro de estudos, pesquisas e ações socioambientais de Camaçari (AVP), proposta segue na contramão do planeta, que discute e busca adequar e ampliar espaços para o pedestre. Proposta reducionista parece contar com a simpatia de parte do governo, como mostram fotos postadas nas redes sociais. Durante visita ao local, semana passada, aparecem o titular da pasta dos esportes e juventude (Sejuv), o vereador licenciado Jorge Curvelo (DEM), de quem  Mar de Areias é suplente, e o chefe da superintendência de trânsito e transportes do município (STT), coronel PM Alfredo Castro.


Ressaca 4 Chama a atenção, para discutir um tema que sequer deveria estar em pauta, a presença de Curvelo, vereador em 4º mandato, portanto com obrigação de conhecer legislação, em especial o PDDU, e as discussões sobre sustentabilidade, meio ambiente, acessibilidade e turismo. Assim como Curvelo, o coronel e ex-comandante da PM, Alfredo Castro, em tese, também não é nenhum novato no debate sobre a cidade e o futuro com menos tropeços e consequentemente mais tranquilidade e menos violência.


Contramão Por falar no coronel Castro, o militar que comandou a Polícia Militar da Bahia entre 2011 e o começo de 2015, acaba de virar réu numa ação de improbidade administrativa. Decisão do juiz Cesar Augusto Borges de Andrade, da Primeira Vara da Fazenda Pública de Camaçari,  datada de 28 de janeiro último, reconhece  a investigação do Ministério Público, que acusou  Castro de liberar um veículo apreendido sem o devido pagamento das multas e taxas. Ainda segundo o MP, que investigou denúncia anômina feita  em março do ano passdo, esse veículo removido para o pátio da STT, foi liberado sem qualquer ônus para o proprietário. 


Contramão 2 Existem outras denúncias em investigação pelo MP, de liberação irregular de veículos. Na mesma decisão, o juiz da Primeira Vara cita o alcaide Antonio Elinaldo e os então vereadores Elias Natan, Jorge Curvelo e Zé do Pão, que teriam sido beneficiados pelo chefe da STT com a liberação de outros veículos.


Contramão 3 Cabe agora ao coronel apresentar sua contestação, já que a defesa prévia não foi acolhida pelo juiz. Na ação, o MP pede que a Justiça determine a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos por 3 a 5 anos, pagamento de multa, além da proibição de contratar com o poder público ou receber  benefícios fiscais ou creditícios por 3 anos.


Calibre  O mapa da violência em Camaçari começa janeiro com números menores na comparação com os mesmos 31 dias de 2021 e 2020. De acordo com boletim da secretaria de segurança pública (SSP-BA), Camaçari registrou 13 assassinatos no primeiro mês deste ano.


Calibre 2 Em janeiro do ano passado foram 23, enquanto no mesmo período de 2020 foram 22 assassinatos. Em 2018 foram 16 mortes violentas. Os 13 registros de janeiro deste 2022 empatam com 2019. Recorde dos janeiros dos últimos 6 anos foi de 2017, com 26 assassinatos.


Calibre 3 Camaçari fechou 2021 com 234 assassinatos. O ano passado abateu 2020 e 2019 com 36 assassinatos a mais. Diferença para 2018 foi ainda maior: 61 mortes violentas. Ainda de acordo com números oficiais da SSP-BA, 2021 só não superou os 249 assassinatos registrados oficialmente em 2017. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


1/2/2021 Fechamento às 16h07


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Sem pena Continua sem resposta por parte da prefeitura, a denúncia de moradores e ambientalistas, postada pelo Camaçarico, sobre o abandono do papagaio dourado, escultura de Tati Moreno, em Jauá, orla de Camaçari. Descaso com importante marca da cidade e símbolo de carinho e orgulho dos moradores da localidade, escultura simbolizando a ave conhecida como chauá, foi denunciado semana passada pela Coluna (Confira). 


Sem pena 2 Desde a quarta-feira (19), quando o Camaçarico mostrou o abandono e a ausência de um projeto de recuperação da peça, o único movimento da prefeitura foi esconder a escultura em aço inoxidável e fibra de vidro, com cerca de 4 metros de comprimento e 3 metros de altura. Sem respostas sobre a necessária restauração da escultura, e num claro atestado de desprezo pela arte e símbolos da cidade, transferiu a peça do pátio da associação de moradores, onde estava jogada ao relento, para uma área coberta do barracão da obra de requalificação de todo o entorno da lagoa, onde a peça reinava sobre a lâmina d`água.


Sem pena 3 Apesar de procurada pela associação de moradores de Jauá, prefeitura apenas anunciou uma reunião, ainda sem data, com o secretário de governo, o doutor José Gama, para discutir uma pauta mais ampla. Além do futuro da escultura, os moradores querem saber os motivos do atraso da obra. Projeto de requalificação de todo o entorno da lagoa tem valor total de R$ 4,6 milhões e a previsão de conclusão estourada desde setembro do ano passado.


Sem pena 4 Cheia de histórias, escultura encomendada ao artista Tati Moreno, pelo alcaide José Tude, no começo da sua 1ª gestão, nos anos 1990, foi inicialmente instalada na orla de Jauá. Logo teve que ser transferida para a lagoa, a pedido dos comerciantes, onde ganhou mais visibilidade e perdeu a incompatível e desrespeitosa função de ´mictório`.  


Sem pena 5 Mesmo com a prefeitura muda, debate sobre a obra e seus equívocos avançam. Em reunião na manhã desta terça-feira (25) o conselho municipal de meio ambiente (Comam) questionou a titular da pasta do desenvolvimento urbano (Sedur), Andrea Montenegro, que nada sabia sobre a escultura, parte integrante do projeto de requalificação de Jauá. O Comam também cobrou, através de ofício, posição das secretárias de cultura (Secult), Marcia Tude; e do turismo, Cristiane Bacelar. Documento postado no grupo de WhatsApp da entidade, e assinado pela presidente Ana Mandim, também lista os subsecretários Lucia Bichara (Setur), e Luciel Neto (Secult), presidente do conselho de cultura do município (CCC), sobre quais providências tomaram, estão realizando, ou pretendem adotar para devolver restaurado o papagaio dourado para seu habitat.  


Calculadora Quem anda em conflito com as planilhas desde o começo da pandemia é a secretaria de saúde de Camaçari (Sesau). Pasta comandada pelo doutor Elias Natan, vereador licenciado do PSDB, não consegue sequer somar de forma precisa os números de casos de Covid-19.


Calculadora 2 A última foi postada no boletim distribuído pela Sesau no dia 21, quando informou um total de 25.803 casos confirmados desde o início da pandema. Número representava 613 novos registros desde o começo do mês até 20 de janeiro. Só, que o mesmo boletim da Sesau, quando informou no dia 3 de janeiro, os 3 primeiros novos casos do ano, exibia um total de 25.193 casos. Continha de subtrair rápida mostra 610 casos, portanto 3 a menos que, não se sabe como, a Sesau encontrou, nem justificou como sendo erro de apuração, etc, etc, etc.


Calculadora 3 Essa não é a 1ª vez que a Sesau informa números contraditórios. No Boletim do dia 13 de janeiro a pasta informou 170 novos casos e 3 óbitos por Covid-19 nos primeiros 12 dias do ano. Com base nos mesmos boletins, fornecidos pela própria secretaria do município, o mesmo período de janeiro registra 219 novos casos.


Calculadora 4 É simples. Se no começo de janeiro, Camaçari contava 25.193 casos e 645 óbitos e no dia 13, ainda segundo o boletim, registrava 25.412 casos, a conta nunca poderia ficar em 170, como informou a Sesau. Continha de subtrair entre 25.193 e 25.412 mostra uma diferença de 49 novos casos a mais que os 170 informados pela Sesau.


Calculadora 5 Fecha o quadro dessa briga da Sesau com a planilha, a ausência de números atualizados sobre vacinação.  Depois de 8 dias sem informar o número de adultos imunizados e a quantas andam a vacinação de crianças e adolescentes, iniciada semana passada, a Sesau distribuiu na manhã desta terça-feira (25) atualização com números de ontem (24).


Calculadora 6 A aposta da Coluna é de que a Sesau use uma nova calculadora para computar os números do Fila Zero. Lançado no final de 2021 e iniciado agora em janeiro, programa promete acabar com a espera de pacientes que precisam realizar consultas, exames e procedimentos cirúrgicos. Segundo comunicado da própria prefeitura, o programa vai acabar com a “herança maldita” da fila de espera até meados do ano. Pelas contas do próprio município, são quase 50 mil pessoas que somam cerca de 93 mil procedimentos.


Na janela Quem pensa que o alcaide de Camaçari, Antonio Elinaldo (DEM) e o 3 vezes gestor municipal e atual secretário de relações institucionais do governo do companheiro de legenda, Rui Costa, Luiz Caetano (PT), não são passageiros da mesma viagem, não conhece o sistema de transporte de Camaçari. Seguem juntos e incapazes de encontrar uma solução respeitosa e necessária para os milhares de passageiros que pagam e precisam usar o sistema de transporte por ônibus entre Camaçari e a Estação Mussurunga, em Salvador.


Na janela 2 Só aumentam as queixas de supressão de horários, deficiência de veículos, e até suspensão do serviço da principal e mais barata linha entre as duas cidades, como aconteceu na segunda-feira (24). Município, representado pelo alcaide Elinaldo, e o governo do estado, responsável pela agência reguladora do sistema intermunicipal, que tem Caetano como principal interlocutor, não se entendem. Em comum apenas o desprezo pelo problema e sobe e desce na Via Parafuso, no ar condicionado dos veículos pagos pelo erário público. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


25/1/2021 Fechamento às 16h57


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Cegueira A gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM) segue firme e inabalável na sua falta de compromisso com a história e o cuidado com as marcas da cidade. A mais nova agressão é a simbólica escultura da ave dourada instalada na lagoa de Jauá. Retirado sob o pretexto de requalificação do espaço, escultura do artista Tati Moreno está jogada num dos cantos da praça, quando deveria estar numa oficina de restauro, ou já totalmente revitalizada aguardando apenas a conclusão das obras.


Cegueira 2 Mas, a doutora Joselene Cardim, titular da secretaria de infraestrutura (Seinfra), e responsável pela ´obra` não está sozinha nesse astigmatismo. Descaso com Jauá é apenas mais um exemplo da ausência de outra pasta, a da cultura (Secult), da doutora Márcia Tude, na avaliação e  apoio nessas intervenções. Também integram a lista de destruições e equívocos com preço altíssimo para a história da cidade, as demolições do antigo cinema e do casarão que século 19 que sediou todos os 3 poderes, localizados no coração de Camaçari.


Cegueira 3 O mais recente estrago foi a praça da Matriz, na histórica Vila de Abrantes, onde a gestão Elinaldo, mas uma vez ignorou a história da cidade ao plantar quiosques numa praça com características especiais, interferindo na paisagem da centenária igreja, a mais antiga do município e uma das mais representativas da história do Brasil. 


Futuro O bye bye da Ford, com o desmonte das suas unidades, inclusive a de Camaçari, não causou apenas desemprego e redução na arrecadação de impostos. Também ajudou a mexer na grade de cursos do campus da UFBA de Camaçari. Segundo apurou a Coluna, os cursos tecnológicos, após o “BI-bacharelado interdisciplinar em ciência, tecnologia e inovação”, não terão mais a engenharia na área automotiva.


Futuro 2 Mudanças constantes no mercado e a necessidade de cursos mais amplos, sua relação com a indústria 4.0. e a mobilidade e todas as suas implicações, também ajudaram nesse aprimoramento. Seguem na grade as engenharias de produção, elétrica e mecânica.


Futuro 3 Ainda cumprindo a primeira fase com o BI, e usando parte das instalações do teatro cidade do saber (TCS), UFBA Camaçari precisa de dinheiro para virar realidade. Concreto só o nome do campus, batizado de Carlos Marighela. Com dificuldades de orçamento para manter sua atual estrutura, a UFBA vai precisar de dinheiro federal, nada menos que R$ 50 milhões, para construir seu campus em Camaçari. Pelo projeto inicial, na área do Ceped, estavam projetados cerca de R$ 44 milhões para a primeira fase do campus, e R$ 54 milhões para as fases seguintes.


Futuro 4 A doação dos cerca de 150 mil metros quadrados pelo município, além de quase 4 vezes maior que o espaço original previsto para a área do Ceped, não deixa de ser um bom começo. Por ser terreno próprio, e não em regime de cessão, como no projeto inicial do Ceped, a atração de investimento ganha mais agilidade. Cabe agora a bancada baiana no Congresso Nacional, formada por 39 deputados federais e 3 senadores, se mobilizar e garantir esses recursos.


Perdões Quem anda de namoro e podem reatar a qualquer momento é o alcaide Antonio Elinaldo (DEM) e o ex-vereador Oziel Araújo (PDT). Segundo apurou a Coluna, parceiros no projeto que elegeu o demista prefeito em 2016, e o então vereador tucano para a presidência do Legislativo, biênio 2017/2019, apenas  voltaram às boas. Só encontros ´tête-à-tête, onde discutiram pecados e graças prometidas, mas não alcançadas, foram 3, isso sem falar nos telefonemas e mensagens de fé num futuro novamente juntos.


Perdões 2 Partido comandado pelo hoje apenas presbítero Oziel elegeu o vereador Manoel Filho. Mesmo rompido com Elinaldo, Oziel não teve como impedir que o único vereador eleito pela legenda, também presbítero e com grande influência na Assembleia de Deus de Barra do Jacuípe, nascesse governista.


Perdões 3 A Assembleia de Deus não é pouca coisa no jogo eleitoral. Com mais de 100 templos nos dois “campos”, na sede e na orla do município, a Assembleia deve somar cerca de 15 mil fiéis.


Identidade Depois de mais de uma dezena de milhões gastos com a obra física e com festejos publicitários, a prefeitura de Camaçari precisa concluir a obra que duplicou o viaduto de acesso a Camaçari pelas vias Parafuso (BA-535) e Cetrel (BA-530).


Identidade 2 Falta o mais barato e necessário: a recolocação da placa lembrando que o equipamento, inaugurado pelo então prefeito José Tude, em 1992, tem nome e história. Virou “Viaduto do Trabalhador” em homenagem aos operários do complexo industrial, muitos deles na triste estatística dos atropelos fatais e acidentes causados na travessia da pista antes do viaduto.


Replay Mais uma eleição e Camaçari não foge à regra. Com o aumento do eleitorado também cresce o número de candidatos ´figuração`, agora chamados de ´fakes` na era da internet. O médico Zé Ellis, ex-vereador nos anos 1980 e ex-secretário de saúde de Camaçari, no 1º governo Humberto Ellery, mesmo sem ser perguntado, não se furtava em diagnosticar esses postulantes. Experiente e conhecedor como poucos da geografia local, dizia: “É candidato, mas não é para ganhar”.


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


19/1/2021 Fechamento às 11h55


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Escultura do artista Tati Moreno, em Jauá. Clique para ampliar a imagem


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