O setor de serviços brasileiro ficou estável em junho (0,0%) frente a maio com variação negativa (-0,2%). De acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), após alta de 1,2% em abril e queda de 0,2% em maio, o setor de serviços encerrou o segundo trimestre com ganho de 0,4% ante os três meses anteriores, quando teve recuo de 0,5%.
O acumulado de janeiro a junho deste ano foi de 2,0%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,6%, repetindo o ritmo de expansão observado em maio (2,6%).
Apesar da estabilidade em junho, somente o setor de informação e comunicação mostrou avanço no mês, de 1,8%, terceiro resultado positivo seguido e com ganho acumulado de 3,0% nesse período.
O principal impacto negativo foi registrado pelo setor de profissionais, administrativos e complementares, com queda de 1,4% no mês. Os demais recuos vieram de outros serviços (-2,2%), dos serviços prestados às famílias (-1,2%) e dos transportes (-0,1%). Entre os transportes, o de passageiros apresentou recuo de 4,0% em junho frente ao mês anterior, enquanto o de cargas caiu 0,1%.
Já o índice de atividades turísticas caiu 3,4% em junho frente a maio, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou perdas de 3,8%. Assim, esse segmento está 6,2% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.