O número de transações via Pix aumentou 25,7% em 2025 e somaram 79,8 trilhões. Segundo o Relatório de Gestão do Pix, do Banco Central, também na comparação com 2024, o volume financeiro de transações por meio da modalidade cresceu 33,8% e ultrapassou R$ 35 trilhões.
Na comparação com 2024 o crescimento das operações foi de 33,6 % com o volume de valores transferidos de R$ 26,46 trilhões.
Quando começou a funcionar, em novembro de 2020, o Pix era usado sobretudo para transações entre pessoas físicas, que correspondiam a 85% das transações. Atualmente, o serviço avançou para o envio de recursos para pessoas jurídicas. Em 2025, 43% das transações foram de PFs para PJs, um aumento de 4 pontos porcentuais em relação a 2024 e de 37 pontos porcentuais em relação a 2020.
Ainda segundo o relatório do BC, 76% das transações de PFs para PJs ocorreram nas faixas de até R$ 60 e apenas 8% foram acima de R$ 200. De maneira agregada, 71% das transações por meio do serviço foram de até R$ 100.
Em constante evolução para atender as necessidades do mercado, a ferramenta de transferência em tempo real agregou novos serviços.
PIX Cobrança: passou a cumprir o papel do boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviço emitam e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente.
PIX Saque e PIX Troco: lojas e outros estabelecimentos passaram a funcionar como pontos de saque, o que descentraliza o acesso ao dinheiro e ainda reduz custos para o comércio ao incentivar o uso de pagamentos eletrônicos.
PIX Agendado: facilitou pagamentos periódicos e transferências com datas fixas, ganhando relevância entre empregadores, autônomos e profissionais liberais pela previsibilidade e organização financeira.
PIX por Aproximação: disponível inicialmente apenas para Android, trouxe a experiência de pagamentos por contato físico, semelhante aos cartões por aproximação, para o ambiente digital.
PIX Automático: transforma os pagamentos recorrentes ao democratizar o equivalente ao débito automático, antes concentrado em grandes instituições, e facilitar cobranças de serviços contínuos.
Integração com o Open Finance: ampliou o alcance das transações digitais, permitindo iniciar pagamentos por diferentes plataformas, especialmente em compras online e via celular.