A Copa do Mundo de 2026 pode injetar cerca de US$ 41 bilhões no PIB global (R$ 125 bilhões) e gerar mais de 800 mil empregos em todo o mundo. É o que mostra restudo do Bank of America. O documento também mostra que essa competição em três países (Canadá, Estados Unidos e México) será marcada pelo uso massivo da inteligência artificial, o que vai gerar um engajamento digital sem precedentes.
Só nos Estados Unidos a Copa do Mundo deve gerar cerca de 185 mil empregos e mais de US$ 17 bilhões em PIB.
Entre os diversos setores da economia diretamente beneficiados pela competição, o turismo, com hospedagem, alimentação e bebidas puxa a lista. A indústroa de os produtos esportivos também terá grande peso nessa conta.
As estimativas indicam que mais de 90 petabytes (PB) de dados diretos do torneio serão gerados. Volume de informações equivalente a aproximadamente 90.000 terabytes ou cerca de 90 quatrilhões de bytes. Se comparado com a Copa de 2022, no Catar, é um volume 45 vezes superior.
Os números são tão grandiosos que estima-se que o dia da final da Copa, dia 19 de julho, pode consumir algo em torno de 7% de todo o tráfego global de internet. A estimativa é que a competição seja assistidsa por mais de 1,5 bilhão de pessoas.
Abertura próxima será quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México. O encerramento acontece dia 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Estados Unidos. Competição, a maior da história, terá 48 participantes que jogarão um total de 104 partidas.