Os últimos suspiros da extrema-direita no mundo
Os Estados Unidos da América do Norte são um país que afundou no enorme mar de lama de teorias supremacistas e de gastos astronômicos na insistente busca do "ouro" alheio. Isso apesar da pobreza reinante e dificuldades enfrentadas para equilibrar o desempenho interno da sua economia. E mais do que nestas teorias que resultam no aprofundamento das suas desigualdades sociais, os EUA com Trump submergem ao mundo da ignorância toupeira da lógica do mérito do "tudo podemos com as nossas armas altamente destrutivas".
As investidas imperialistas armadas do governo de extrema-direita norte-americano revelam ao mundo uma grave doença que o acomete terminal. A catastrófica invasão da Venezuela na fronteira com o Brasil tem sustentação nas Guianas, cujos governos agem como os entreguistas Flávio Bolsonaro e Milei, esperançosos por uma fatia do lucro bcom "bolo de ouro".
Há todo um cerco ao Brasil. Bolsonaristas mercenários indo para o Paraguai, soldados sionistas israelenses vindo em massa para a criação de um Estado Israelita na Patagônia e se espalhando pelo Peru e Brasil.
Somos com Cuba um plano B de investidas bélicas após Palestina, Libano e Irã, e até mais lucrativo do que a mal sucedida incursão no Oriente Médio.
Para os governos norte-americano e israelense um plano "fácil" de se consumar não apenas para impedir a expansão do multilateralismo do BRICS, sobretudo a abertura das economias da América do Sul às parcerias com a China. Mas esbarram na atual conjuntura política global de não aceitação a mais uma violência contra povos de países em desenvolvimento abertos aos empreendimentos estrangeiros que não querem guerra, pacíficos, o que pode lhes causar a derrocada.
O Brasil é o grande alvo presenteado de bandeja a Trump e Netanyahu pelos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado por tentativa de golpe de Estado e de tramar inclusive as mortes do presidente eleito Lula, do vice Alckmin e do ministro da nossa Suprema Corte, Alexandre de Moraes.
Hoje preso e acusado de genocídio na pandemia, dentre outros crimes, o Bolsonaro pai ainda está colocado sob forte suspeita de envolvimento no escândalo do Banco Master que subtraiu dinheiro desviado de obras públicas, previdências estaduais e de aposentadorias do INSS. O filho Flávio admitiu ter usufruído do dinheiro roubado do Master e deve ser considerado réu confesso. O filho Eduardo é seu coadjuvante como num script que bem poderia ser o do filme Dark Horse sobre a trajetória do pai.
Flávio Bolsonaro sabe que não ganha as eleições à presidência da República. Objetiva manter acesa a chama do bolsonarismo com Fake News e todo um esquema de distorção de informações nas redes sociais, apoiado pela grande mídia já desejosa de descartar a sua candidatura ante os riscos à economia do país a sua ascensão ao poder por meios espúrios.
Assim vamos apostando que, sob pretexto de combater no momento a ele favorável as facções criminosas no Brasil, Trump se atrase, amordaçado pelos resultados das urnas chegando o fim do ano lá nos Estados Unidos, em Israel e aqui no Brasil. Tudo indica que é o que vai pesar. O Irã não vai se submeter aos EUA. E a guerra no Oriente Médio vai prosseguir embora se registre déficit de armamentos do lado dos imperialistas aliados que já afeta a Ucrânia na guerra contra a Rússia, também por falta de fornecimento de drones etc da parte dos norte-americanos...
Os nazifascistas Hitler e Mussolini da atualidade voltarão para as trevas de novo desencarnados...
Angélica Ferraz de Menezes menezesangelicaferraz@gmail.com é jornalista, coordenou pelo Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu, o Projeto Alvorada na microrregião de Barra/São Francisco; coordenou os cursos de Meio Ambiente, Combate à Violência/ Direitos Humanos e de Gestão Social do Centro de Formação Comunitária do Governo Federal na área do São Francisco; foi coordenadora do Projeto Memória Kirimurê da Oscip Centro de Pesquisas e Ações Socioambientais Kirimurê
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2junho2026