A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 278,823 bilhões em abril. Segundo a Receita Federal, o resultado representa uma alta de 7,82% na comparação com o mesmo mês de 2025, descontada a inflação do período. Esse é o maior resultado para meses de abril desde 2000.
O total em 2026, até abril, somou R$ 1,056 trilhão. O montante representa alta de 5,41% na comparação com o mesmo período de 2025, descontada a inflação do período. Segundo o órgão, é a maior arrecadação no quadrimestre desde 2000.
Os maiores arrecadadores foram o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) que totalizaram uma arrecadação de R$ 64,893 bilhões, um crescimento real de 7,73%. Já a receita previdenciária somou R$ 62,749 bilhões, crescimento real de 4,83% frente a abril de 2025.
As receitas com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aumentaram 30,26% acima da inflação frente a abril de 2025, e atingiram R$ 8,046 bilhões.
O PIS/Pasep e a Cofins totalizaram uma arrecadação de R$ 205,578 bilhões, representando crescimento real de 5,54%.
O volume não captou o efeito da isenção do imposto de importação de 20% para as compras de até US$ 50, suspenso em meados de maio. A média mensal de arrecadação de impostos com a chamada “taxa das blusinhas” foi de R$ 175,8 milhões.