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Receita Depois de anunciar o fechamento do Pronto Atendimento (PA) de Vila de Abrantes, por considerar que a unidade  não  apresentava o movimento necessário para justificar sua manutenção, a prefeitura de Camaçari recua e anuncia não apenas a manutenção, mas a construção de um novo e mais bem equipado PA na localidade.


Receita 2 Dificuldade de deslocamento de pacientes para a unidade de saúde de Arembepe, distante cerca de 8 quilômetros e os custos com o pedágio instalado no meio do caminho, agora apareceram como as justificativas para a marcha ré. Fechamento também ajudou a ampliar o já superlotado hospital estadual Menandro de Farias. Transferência de pacientes para a vizinha Lauro de Freitas é outro atestado de taquicardia no sistema municipal de atendimento comandado pela secretaria de saúde de Camaçari (Sesau).


Receita 3 Mais uma vez a equipe comandada pelo doutor e vereador licenciado Elias Natan (PR) erra na dose. Ao ignorar que Abrantes tem a maior concentração de habitantes fora da sede, numa região formada pela orla e a chamada zona rural do município, com cerca de 100 mil habitantes, a Sesau mostra que continua com graves problemas de diagnóstico. 


Receita 4 Erros na condução da saúde em Camaçari é cardiopatia antiga nunca tratada de forma  adequada pelos últimos gestores municipais. Diferente do coração que precisa encher e esvaziar, sistema de saúde só mostra melhoria com aumento da capacidade de atendimento. Equívocos vão além do risco de vida  para centenas de pacientes. Também ameaçam a saúde política do alcaide Elinaldo e a sobrevivência do seu grupo.

 







Con$ciência  A prefeitura de Camaçari anuncia a redução das infrações de trânsito no 1º semestre deste ano em relação aos mesmos período (janeiro/junho) de 2017. Mesmo falando em campanhas educativas, a Superintendência de Trânsito e Transporte de Camaçari (STT) sabe que a causa real para a queda no número de multas foi o 'apito' no bolso do contribuinte.  
 
Con$ciência 2 Número de multas por invasão de sinal vermelho, infração considerada 'gravíssima' com perda de 7 pontos na carteira e multa de R$ R$ 293,47, caiu 62,6% na comparação com 2017. Pouco mais de 2.000 motoristas ignoraram o semáforo no ano passado. Com o início da aplicação da Lei, coisa que não acontecia nos governos passados, mesmo com o Código de Trânsito Brasileiro  (CTB) em vigor,  esse número caiu para 821 registros. 

Con$ciência 3  Outra queda significativa (35,4%) provocada pelo aumento da consciência do motorista sobre o prejuízo de R$ 195,23 no orçamento e perda de 5 pontos na CNH foi registrada entre os pilotos que estacionavam sobre o passeio. Acostumados com a impunidade, mais de 950 motoristas acreditaram que o passeio poderia ser usado como estacionamento. Com a chegada das notificações no 2º semestre do ano passado veio a certeza de que a lei seria cumprida. O aumento da conscientização foi imediato com o número de multas despencando para 618 no 1º semestre deste ano.

Con$ciência 4 Provavelmente despreocupados com o bolso e confiantes na impunidade, convidados chapas-brancas da festa de lançamento da retomada das obras do rio Camaçari, terça-feira (17), no bairro Lama Preta, resolveram ignorar a lei. Estacionaram sobre o passeio recentemente reformado e adaptado para uso de portadores de necessidades especiais. Tão grave quanto a falta de cidadania desses proprietários de veículos é a conivência da autoridade de trânsito que permitiu a irregularidade, como comprova foto enviada ao Camaçarico


Paralisia  Os professores e servidores de Camaçari devem andar muito cansados com as mobilizações, reuniões e assembleias por melhorias salariais e condições de trabalho. Ao se ausentarem com suas faixas e palavras de ordem, durante ato de lançamento da retomada da obra na bacia do rio Camaçari, categorias perderam uma boa oportunidade para fortalecerem suas mobilizações.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor) 


19/7/2018

 

Carros estacionados sobre a calçada. Clique na imagem para ampliar




Fanfarronices

Fanfarronices Muito mais que escolas de formação  musical e degrau inicial no mundo da arte, as fanfarras são importantes fábricas de cidadania. Infelizmente, esse conceito segue ignorado pela atual gestão cultural de Camaçari que insiste em apequenar trabalhos de inclusão desses grupos com centenas de jovens carentes.


Fanfarronices 2 Com a ajuda oficial reduzida, a Bamuca (Banda Marcial de Camaçari), a Fanesc (Fanfarra Estudantil de Camaçari), a Fanesp (Fanfarra Estudantil de Parafuso), além de outros grupos musicais de Camaçari, praticamente desativaram seus projetos de formação musical. Conta de diminuir atinge algumas centenas de jovens. 


Fanfarronices 3  A Bamuca, orgulho da cidade e listada entre as melhores da Bahia, é exemplo pronto e acabado desse descuido. Com ajuda financeira reduzida e incapaz de assegurar a continuidade das oficinas técnicas, o projeto de educação musical e formação de novos músicos e dançarinos praticamente desapareceu do calendário de atividades da banda que completou 41 anos em maio. Sem apoio suficiente no município, seja da prefeitura ou do empresariado, a Bamuca busca pagar suas dívidas com apresentações fora da cidade. Pelo 2º ano a banda troca o desfile de 7 de Setembro de Parafuso por um cachê para se apresentar noutra cidade baiana.


Fanfarronices 4  Desafinada dos gestores culturais não atinge apenas as fanfarras. Camaçari também acabou a sua orquestra pró-sinfônica. Projeto, que chegou a atender mais de 50 jovens, começou a definhar na gestão do petista e depois sem partido, Ademar Delgado. Mas, foi na administração do demista Antonio Elinaldo que o projeto ganhou a extrema-unção. 


Fanfarronices 5  Viabilizada na gestão passada como alternativa à orquestra sinfônica popular de Camaçari, antecessora nascida com pompas e nenhum planejamento na gestão do petista Luiz Caetano, a pró-sinfônica seguiu o mesmo caminho de descaso. Considerado secundário, projeto de formação de novos talentos com inclusão de jovens carentes do município terminou silenciado.


Fanfarronices 6 Criada  numa canetada, com a contratação de músicos profissionais de Salvador, quando deveria iniciar com um núcleo pró-sinfônico para formar  jovens  camaçarienses com o apoio desses mesmos profissionais vindos da capital,  a sinfônica popular de Camaçari não passou de um sonho de verão do alacaide Caetano. Peocupado  em mostrar para a Bahia e para o mundo um projeto de cidade que deu certo, cacife necessário para sua postulação ao governo do estado, esqueceu do principal. Sem realizar os investimentos e ajustes necessários, inclusive com o afastamento do controle da orquestra da problemática ONG Instituto Professor Raimundo Pinheiro, na éopoca  gestora do programa Cidade do Saber, a sinfônica foi sendo silenciada até ser desfeita e  transformada em pró-sinfônica.


Fanfarronices 7  A pró-sinfônica ainda resistiu por cerca de 3 anos até morrer de total inanição nos braços da gestão Marcia Tude, titular da pasta da cultura desde  janeiro de 2017. Com o pagamento das bolsas de R$ 470,00 atrasadas desde meados de 2016, e nenhum benefício somado no ano passado, graças a falta de vontade política da Secult em prosseguir com o projeto, a orquestra definhou até perder as forças. Mesmo com custo mensal de cerca de R$ 30 mil, o equivalente ao salário de 4 ‘aspones’ , espécie que infesta a máquina pública nessa e noutras gestões, a Pró-Sinfônica foi considerada não prioritária no novo projeto cultural.


Fanfarronices 8  Sem importante instrumento de cidadania e formação, muitos desses jovens vivem hoje os riscos das ruas. Um exemplo é o ex-bolsista que diante da suspensão do projeto não viu outra alternativa senão trocar os instrumentos de cordas da pró-sinfônica pelo isopor de água mineral no pedágio da Estrada do Coco. 


Fanfarronices 9 O fim da orquestra não  ameaçou apenas o futuro de muitos jovens. Sofisticados instrumentos usados em conjuntos sinfônicos, como marimbas e tímpanos perderam a serventia e correm sérios riscos de depreciação. Na época, segundo apurou a Coluna, o investimento para a montagem da orquestra foi de cerca de R$ 300 mil.


Fanfarronices  10  Sem Pró-sinfônica e com as fanfarras agonizando, partitura da desafinação sob a regência da Secult empurra Camaçari para um passado que se imaginou morto e enterrado.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor) 


13/7/2018

 





Game

Game   Camaçari é mesmo um município bom de jogo. Em 2014, assim como neste 2018, o ex-prefeito e hoje vice-prefeito, José Tude, mirava um mandato de deputado estadual. Na época contava com o apoio da sua legenda, o PTN, hoje Podemos, feudo comandado pelo deputado federal João Carlos, coadjuvado pelo irmão e ex-diretor do Detran, Maurício Bacelar. Tude disputava os votos locais com o então vereador e também candidato a deputado, o hoje prefeito Antonio Elinaldo (DEM). O resultado foi 'game over' duplo. Nem Tude, muito menos Elinaldo conseguiram vaga nos 63 assentos na Assembleia Legislativa.


Game  2  Agora, na versão 2018, os papéis se invertem, mas os personagens são os mesmos, com Tude seguindo na competição, mas do outro lado da trincheira. O demista e até pouco tempo emedebista, segue perseguindo uma vaga no Legislativo Estadual com o apoio do ex-adversário Elinaldo. Enfrenta a batalha  do voto a voto com o antigo aliado que chegou a usar o seu sobrenome 'Maurício de Tude' como marca na disputa municipal de 2012.


Game 3  Quem segue na mesma pegada que deve resultar em fim de jogo certo é o PT de Camaçari. Acabou a historinha de que o partido marcharia unido na defesa de 1 ou até 2 nomes locais para a disputa pelo Legislativo da Bahia. Buscando sua sobrevivência, o vereador Dentinho do Sindicato anunciou seu apoio ao companheiro de partido, o pré-candidato a deputado estadual, Osni. O ato aconteceu na sede do Sindborracha Camaçari, base do vereador.


Game 4 Distensão na base petista começou justamente por quem deveria fortalecer a musculatura local. Foi o deputado federal e 3 vezes prefeito do município, Luiz Caetano, o autor do start desse processo ao trazer o nome do empresário do ramo de caminhões, Raimundinho da JR.


Game 5  Na época sem partido, o agora pedetista entrou na base que vinha sendo disputada pelos vereadores Téo Ribeiro e Jackson Josué, e pelo deputado e candidato a reeleição Bira Coroa.  Uma ala petista ainda anunciou reação, mas os últimos disparos foram apenas para atestar de forma simbólica que seguiam no jogo. 


Game 6 Esticada patrocinada pelo chefe não acontece por acaso. Ao aumentar as dificuldades dos vereadores Téo e Jackson, e de Bira Coroa como nomes do PT, Caetano, que mesmo tecnicamente atingido pela lei da Ficha Limpa, reforça sua candidatura como única alternativa na principal base oposicionista para a disputa pela prefeitura de Camaçari em 2020.


Game 7 A atual secretária de desenvolvimento do estado e quase ex-deputada, Luiza Maia (PT) é outra alternativa, apesar de ser  considerada atleta de jogo difícil para enfrentar essa partida paroquial.


Massa fraca A interdição do prédio onde funcionou a Prefeitura e a Câmara de Vereadores de Camaçari, atualmente ocupado pelo arquivo público do município, é a cara da gestão do projeto de reforma e revitalização do centro antigo de Camaçari. Anunciado com foguetório no ano passado, projeto gerido pela secretaria de cultura do município listava ainda a recuperação física e a utilização como equipamentos de cultura e memória do município, a antiga estação de trens e o cinema.


Massa fraca 2 Depois do laudo técnico da própria prefeitura, que constatou 'risco de desabamento por conta de fissuras na laje e na alvenaria interna e externa' e problemas 'nos dutos de energia', a sede do arquivo público, o único prédio do conjunto do centro antigo ainda em funcionamento, se junta aos demais imóveis em acelerado processo de destruição.


Massa fraca 3 Sem projeto anunciado oficialmente e muito menos debatido com a sociedade e o conselho de cultura do município, as obras de requalificação do centro antigo perigas nem começar neste 2018. Com parte dos recursos liberados pelo governo federal, que podem ser devolvidos caso não se iniciem neste 2018. 


Massa fraca 4 Indefinição sobre a execução do projeto, se por etapas, ou de forma total, recuperando os 3 imóveis, coloca a gestão do alcaide Elinaldo em situação ainda mais vexatória que o antecessor, quando a estação ainda pulsava como ponto de encontro, e a velha sede do poder camaçariense tinha serventia.


Bússola  Depois da radiação do Camaçarico (Confira), a prefeitura caiu na real e mandou a sua sua parceira e produtora oceânica pagar a mixaria que devia aos artistas locais que se apresentaram durante o verão. 


Arquibancada Quem andou circulando por Camaçari foi o ex-secretário de desenvolvimento econômico do município. Sérgio Vilalva, que comandou a Sedec nos primeiros 15 meses da gestão Elinaldo, veio marcar território durante a festa em terras camaçarienses pelos 40 anos do polo industrial. A Coluna apurou que tabelinha Prefeitura/Cofic, que resultou no evento de quinta-feira (5), começou na sua gestão. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


 9/7/2018

 





Resgate

Resgate  Camaçari, ou a antiga Camassary, ao contrário do que se imagina, não festeja no próximo dia 28 de setembro 260 anos. Município é um dos mais antigos do Brasil e data de 1558, meados do século 16, quando foi fundado o Aldeamento do Espírito Santo, localizado às margens do rio Joanes. A descoberta é apenas uma das pérolas do livro com título provisório: 'Do Joanes ao Jacuípe, uma história de muitas querelas, disputas e tensões  locais'' do pesquisador e historiador camaçariense Diego de Jesus Copque.


Resgate 2 Importante achado se fudamenta em intensa pesquisa feita por Copque em documentos oficiais e mapas da época, inclusive em arquivos além mar (Portugal). Com esse novo olhar, Camaçari não apenas redefine sua data de fundação. Também se inclui no caminho das lutas pela Independência da Bahia, finalizadas oficialmente no 2 de Julho de 1823.


Resgate 3 Município, ao contrário do que se imagina, não virou estratégico a partir dos anos 1970, com  a implantação do Polo Petroquímico, hoje o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul. Importante produtor agrícola, a antiga Camassary, antes era cortada pela antiga Estrada das Boiadas (Salvador/feira), caminho entre o Recôncavo e a capital Salvador, e por onde as tropas libertadoras passaram.


Resgate 4 As mais de 250  páginas de instigantes revelações, inclusive sobre  a formação urbana e sobre seus fundadores é recheadas de imagens antigas e mapas pouco conhecidos. 'Do Joanes ao Jacuípe, uma história de muitas querelas, disputas e tensões  locais', do pesquisador Diego de Jesus Copque, não pode  ser mais um exemplo do descuido e do desconhecimento das autoridades municipais com o patrimônio e com a história do município. 


Resgate 5 Pronto desde o começo do ano, trabalho segue engavetado à espera do apoio oficial, já que o empresariado local, inclusive o Pólo que completa com festa e pompa seus 40 anos, segue sua trajetória mirando apenas na calculadora e desfocada da história da cidade que tanto faz sua máquina registradora tilintar.


Maré vazante Os artistas continuam aguardando o pagamento dos cachês pelas apresentações no verão camaçariense. Contratados pela Oceano, intermediária entre as atrações e a prefeitura, produtora repete o velho ciclo, agora com o aval da nova gestão do município. Ao não pagar os R$ 500 acertados por artista, a produtora Oceano, velha conhecida da Coluna pela sua atuação nada abonadora desde os tempos do alcaide Ademar Delgado, mostra descuido e até desrespeito com os artistas da terra.


Maré vazante 2  Acostumada a formar parceria com o poder público municipal, a produtora Oceano não pode alegar falta de capacidade financeira para cumprir seus compromissos. No portal de compras da prefeitura, a mesma Oceano recebeu em junho, quase R$ 670 mil para ‘contratação de artistas, bandas e grupos musicais de reconhecida notoriedade local para os festejos Juninos 2018, inclusive Camaforró 2018’. Conta ultrapassa os R$ 800 mil quando somados aos contratos para  intermediação de  shows e apresentações de outros artistas desde o começo do ano.


Caminhos Acontece na manhã desta quinta-feira (5) o fórum “Desafios Competitivos do Polo Industrial de Camaçari”. Encontro integra os festejos pelos 40 anos do Pólo de Camaçari. Palestras a partir das 9h, no Teatro Cidade do Saber (TCS), abordarão  temas  como “Desafios para a Competitividade da Indústria no Brasil”, com Flávio Castelo Branco, gerente executivo de políticas econômicas da Conferederação nacional da Indústria (CNI); e  "Desafios e Perspectivas do Segmento Automotivo", com Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford. Ainda pela manhã, o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, fecha o encontro falando sobre “Crescimento Sustentável no Cenário Econômico Brasileiro”.


Reprovada  Camaçari segue sua trajetória de município rico com descuido na gestão da coisa pública e baixíssimo compromisso com o resgate e a melhoria das condições de vida de seu povo. Mais uma vez o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) mostra o município, apesar da receita invejável, listado entre as cidades brasileiras com baixo desempenho nas áreas de educação, saúde e emprego e renda. Notícia no Camaçari Agora (Confira), estudo coloca Camaçari na colocação 2.400 na lista dos 5.471 municípios brasileiros avaliados.


E aí, doutor Camaçari teve 11 das suas 78 equipes do Programa Saúde da Família descredenciadas pelo Ministério da Saúde. De acordo com portaria nº 1.717, de junho de 2018,  município não cumpriu o prazo para cadastramento no sistema nacional de estabelecimento de saúde. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


4/7/2018

 

Planta baixa da Aldeia Divino Espírito Santo. Clique na imagem para ampliar




Pisadela

Pisadela Mesmo com seu espaço físico ampliado, o Camaforró-2018 se movimenta fora do compasso da tradição junina ao empurrar para longe da festa o tradicional forró pé de serra. Anunciado nas notas oficiais, o espaço 'coreto', na prática não existe mais. Ironicamente, acabou engolido pela 'praça da cultura'. 


Pisadela 2 Grupos de forró com suas emblemáticas zabumbas, triângulos e sanfonas indispensáveis em qualquer São João que se preze, perderam o destaque merecido e agora entram na fila de espera. Dividem espaço com peças de artesanato, apresentação de quadrilhas e outras manifestações importantes, mas que precisam ter seus espaços específicos. 


Pisadela 3 O desnecessário compartilhamento acabou até o tradiconal coreto cenográfico e sua paisagem que tanto amplia o clima da dança e embeleza as vistas dos dançadores e observadores do rastapé alheio. 


Pisadela 4  O alcaide Antonio Elinaldo precisa prestar atenção e mandar corrigir o equívoco na edição 2019 do Camaforró, para não ganhar fama de inimigo da cultura nordestina, das tradições juninas, e de dançador ruim.

 







Buracolândia  O programa de recuperação de vias na região central de Camaçari continua capenga. Operação comandada pela doutora Joselene Cardim, titular da pasta da infraestrutura (Seinfra) segue ignorando regrinhas básicas como sinalização horizontal e correção das tampas da rede de drenagem, verdadeiras armadilhas para motoristas/eleitores que, diferente da secretária, bancam todos os custos com a manutenção dos seus veículos. 


Buracolândia 2 O descuido tem como referência a avenida Jorge Amado. Nem o Camaforró sensibilizou a doutora que providenciou uma operação tapa buraco seletiva. Queixas dos motoristas também incluei a avenida Concêntrica e as vias de ligação entre as Radiais, construídas na gestão passada no pacote de reurbanização das obras do rio Camaçari.


Buracolândia 3 Distraída, a secretária sequer inspeciona o sistema de vias da cidade. Se já estivesse atravessado a passarela sobre a via férrea, no coração da cidade, saberia que o equipamento precisa de manutenção urgente. Nessa passada, buraco numa das rampas da passarela, que já fez aniversário, perigas só deve ser eliminado após um acidente.

 

Detalhe passarela sobre a via férrea, centro de Camaçari. Clique na imagem para ampliar






Golaço  Quer a figurinha difícil para completar o álbum. Possui os craques ‘carimbados’ e deseja fazer jogo. Quer conversar sobre a Copa da Rússia. Então apareça na praça Abrantes. Uma central de troca e comercialização das figurinhas da Copa da Rússia tem movimentado as manhãs de domingo e as tardes das quartas-feiras. 


Golaço 2 A ideia do empresário Tonho do Cartão, que já tem até grupo de Whatsapp, não tem apenas gerado aumento nas vendas. Atrai a nova geração para longe do frio e sempre igual playgraoud do shopping, ajuda a redescobrir a rua, além de promover um reencontro com a Camaçari de antigamente.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


26/6/2018

 

Garotada experimenta a praça Abrantes




Substituição

Substituição A deputada estadual licenciada e atual secretária de desenvolvimento econômico do estado, Luiza Maia (PT), deve estar soltando foguetes. Depois de sua reclamação, coincidentemente o governo do estado trocou em menos de 30 dias o comando do 12º Batalhão de Polícia Militar de Camaçari. Na titularidade da unidade desde 2015, o tenente-coronel Henrique Melo, que vai para o comando do batalhão turístico, foi substituído oficialmente nesta terça-feira (19), pelo colega com a mesma patente, Marcelo Bestetti Grun, ex-comandante do Pelotão Águia. 


Substituição 2 A queixa da deputada, que cobrou a troca do comando ao governador e companheiro de legenda, Rui Costa, foi 'Frase do Dia' do Camaçari Agora na edição de 18 de maio (Confira). Reconhecido pelo seu trabalho no município e na coordenação da segurança dos jogos da Copa do Mundo 2014, na capital baiana, o coronel Henrique Melo recebeu recentemente a Comenda 2 de Julho. A mais importante honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia foi sugerido por um deputado da base do governador. 


Fábrica  O alcaide de Camaçari, pode até ganhar título de Prefeito Amigo da Criança, premiação dada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O demista Antonio Elinaldo sabe que honraria alardeada na mídia com o mero intuito de reforçar a imagem positiva da gestão, está longe do merecimento. Criar e colocar em funcionamento a Casa Lar de Camaçari, estrutura de proteção e acolhimento integral às crianças e adolescentes em situação de risco, é muito pouco para tirar Camaçari da lista de cidades onde o cuidado com os atores do futuro é apenas retórica.


Fábrica 2 A Casa da Criança e do Adolescente, tema de váaaaaaaaaarias denúncias do Camaçarico, segue em processo acelerado de desmonte, num flagrante desrespeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Herança maldita dos governos Luiz Caetano (PT) e do ex-petista Ademar Delgado, competentemente ampliada nesses quase 18 meses da gestão Elinaldo, espaço não acolhe, não alimenta, apenas educa de forma precária, por luta única e exclusiva dos seus educadores e profissionais de apoio. 

Fábrica 3 Mesmo com verbas específicas, bancadas pelos cofres do município e da União, para promover a inclusão desse batalhão de excluídos, a Casa da Criança se distancia da sua missão constitucional. Desaparelhado, ignorado e omisso, espaço localizado na rua do Telégrafo fica cada dia mais próximo das estruturas públicas de 'faz de contas', que não passam de fábricas de potenciais usuários dos serviços da agora inaugurada Casa Lar de Camaçari.


Escalação O treinador Elinaldo pode promover duas novas substituições nos próximos jogos. O coronel Pedro Arcanjo, ex-coordenador da Feira de Camaçari, continua sem jogar na chefia da assessoria técnica da superintendência de trânsito e transportes do município (STT). Outro atleta da formação original do time azul, o atual coordenador da defesa civil, Ivonaldo Soares, também perigas ir para o banco. A Coluna apurou que a comissão técnica avalia que os 2 jogadores apresentam rendimento abaixo da média exigida.


Copinha  Segue indefinida a disputa entre os vereadores Jackson Josué e Téo Ribeiro, pelo direito a uma vaga no time petista para a final de 7 de outubro que escolherá os 63 titulares da Assembleia Legislativa a partir de 2019. Depois de perderem o 'time', graças a manobras do árbitro Luiz Caetano, dupla agora lamenta no segredo do vestiário, mas oficialmente transfere a culpa para outro jogador e correligionário. 


Copinha 2  O deputado Bira Coroa, candidato a reeleição e  nome do gosto do governador Rui Costa, aparece para a dupla como o 'árbitro mexicano' na escolha do representante principal na disputa local. Segundo apurou a Coluna, o deputado estaria buscando eliminar os concorrentes para jogar com mais folga no campo oposicionista  dos cerca de 100 mil votos de Camaçari.


Desafio  Sem palavriado bonito ou qualquer movimento que gerasse dúvidas, o poeta, compositor e repentista Bule Bule soltou um grito de respeito, resgate e preservação da cultura popular, durante lançamento do seu livro 'Orixás em Cordel', semana passada, no terreiro Terreiro Unzó Tatetô Lembá, na Via Cascalheira, zona rural de Camaçari. 


Desafio 2  Num repente certeiro, que teve como alvo a titular da secretaria de cultura de Camaçari (Secult), o mestre pediu a criação de uma 'cordelteca' no município. Agora é esperar se o desafio do mestre Bule Bule, que sugeriu Adauto Curvelo Almeida para dar nome ao espaço, terá a 'rima rimada' devolvida pela secretária Marcia Tude, sentada na 1ª fila de convidados.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


19/6/2018

 





Nota baixa

Nota baixa  O processo de transferência de mais de 700 alunos da escola Denise Tavares, para outras unidades é mais um ponto negativo para a gestão da secretaria de educação de Camaçari (Seduc). Constatar agora, no meio do ano letivo, que a unidade localizada no bairro da Gleba B, sede do município, precisa de reformas urgentes, é prova de quem a equipe da Seduc não prestou atenção às aulas de gestão da coisa pública, muito menos de pedagogia.  


Nota baixa 2 Salas de aula com rachaduras com espessuras capazes de passar a mão de um aluno, além de deficiência nos sistemas elétrico, hidráulico e hidrossanitário são problemas no Denise Tavares que deveriam ter sido constatados pela equipe da professora doutora Neurilene Martins, ainda durante as férias. Reacomodar esse batalhão de alunos nas escolas do Natal e Professora Maria José de Mattos, no mesmo bairro, é outra equação que só gera prejuízos. 


Nota baixa 3 Qualquer professor sabe que juntar novos alunos em unidades que somam atualmente cerca de 700 estudantes é interferir nas rotinas das escolas, com graves prejuízos para educandos, professores e até servidores. 


Nota baixa 4  Acusar os governos passados pelas reformas mal feitas, 18 meses depois de assumir o comando da Seduc, é nota vermelha sem direito a recuperação. Sem apresentar a herança maldita que tanto propagou no palanque de 2016, gestão Antonio Elinaldo (DEM) prova agora do veneno do acordo político espúrio. 


Nota baixa 5  O alcaide sabia, mas ignorou o bê-á-bá da gestão pública que exige apuração rigorosa e apresentação dos resultados das auditorias que não fez. Se fez não mostrou. Sem esses números, misturou contas e colocou na mesma caderneta o seu ano e meio de governo e os antecessores Luiz Caetano (PT) e Ademar Delgado (sem partido). Agora, exibe dificuldades e até falta de legitimidade para justificar muitas medidas só agora adotadas. 


Nota baixa 6   A gestão da doutora Neurilene também passa longe da aprovação quando a disciplina é metodologia de ensino. Unidades como a Ivo Bona, na praia de Busca Vida, e Escola Rural Boa União, em Catu de Abrantes, continuam usando o velho método de aula ministrada por 1 professor para duas turmas de alunos de graus e necessidades de aprendizado diferentes. As chamadas salas divididas são muito comuns  em regiões longínquas da Amazônia e nos recantos mais atrasados e miseráveis do Nordeste. 


Nota baixa 7 A caderneta de notas da prefeitura parece que anda longe da caneta azul. O início das aulas no campus da UFBA em Camaçari mudou mais uma vez. O atraso é responsabilidade da prefeitura que só agora conseguiu finalizar a licitação para a reforma das salas localizadas no complexo Cidade do Saber, onde funcionará o curso de Bacharelado Interdisciplinar em Ciência, Tecnologia e Inovação.


Nota baixa 8 A Coluna apurou que as adequações físicas , contrapartida da prefeitura na parceria com a UFBA, devem começar até o início de julho e tem prazo contratual de conclusão em 30 dias.


Nota baixa 9 Como mostrou o Camaçarico (Confira), esse foi o 2º prazo dado e descumprido pela própria prefeitura. A previsão inicial era de início das aulas na 2ª quinzena de maio, com o início do processo de abertura do edital e seleção de alunos em abril. Com esse novo prazo, aulas começam entre agosto e setembro.


Nota baixa 10 Caso a prefeitura não atrase mais o cronograma, UFBA, que cumpriu a sua parte no acrodo, lança entre julho e agosto o edital de seleção. Os 100 alunos serão escolhidos pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O processo de matrícula deve ocorrer imediatamente ao anúncio dos classificados. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


13/6/2018

 





Extintor

Extintor  Depois da denúncia do Camaçarico sobre a total falta de segurança para o funcionamento do Teatro Cidade do Saber (Confira), a secretaria de cultura (Secult) finalmente começa a se mexer. Mesmo fazendo de contas que nada aconteceu, apesar da responsabilidade constitucional de informar à população, a nova gestão da prefeitura de Camaçari parece ter acordado para o perigo que colocou centenas de vidas ao manter aberto nos últimos 18 meses um equipamento sem a menor condição de funcionamento.

Extintor 2 Com mais de 1 ano de atraso, já que os serviços deveriam ter sido iniciados no começo do ano passado, a prefeitura começa a avaliar os custos para recuperação  dos sistemas elétrico e de combate a incêndio do Teatro Cidade do Saber (TCS). Mutirão conta até com o apoio da defesa civil que apareceu para avaliar riscos e contribuir com medidas de segurança.

Extintor  3  O Corpo de Bombeiros, outro personagem desse triste espetáculo de descaso com a vida e o bem público, também ouviu a sirene do Camaçarico. A Coluna apurou que representantes da corporação estiveram na quarta-feira (6) realizando inspeção e cobrando adequações no sistema de segurança contra incêndio do teatro. Ainda segundo essas mesmas fontes, as recomendações não incluíram a interdição do espaço.  


Letra A praça do Reggae, no bairro da Bomba, é melodia de escuridão, insegurança e sujeira. Sem a mínima manutenção, um dos mais antigos espaços públicos de Camaçari segue na pisada do descaso, ritmado pela batida atravessada do doutor Armando Mansur, titular da secretaria de serviços públicos (Sesp).


Letra 2 Outra composição desafinada, também de autoria do descuidado burocrata, é o estacionamento da Feira de Camaçari. Esburacado e sem sinalização, espaço é exemplo do descaso da gestão com o maior, principal equipamento comercial da cidade, e um dos mais importantes entrepostos da região.


Letra 3 Sem cumprir sua função de fiscal, a Sesp  virou um mero pagador pelos serviços terceirizados de limpeza e iluminação. Também integra o ‘playlist’ do doutor Mansur, a antiga estação de trens. Abandonada e com um projeto de requalificação mais lento que uma maria-fumaça, o 'marco zero' da cidade é puro mato e lixo. Do outro lado da rua, o padroeiro São Thomaz de Cantuária continua esperando uma iluminação decente em led para a praça Montenegro. 


Letra 4  As queixas sobre iluminação e limpeza nas praças do Reggae e da Catedral é composição repetida e repisada no distrito de Parafuso. Marca registrada da localidade, a praça da antiga estação de trens, onde deveria funcionar um equipamento cultural - não é doutora Marcia Tude? - segue abandonada e transformada em ponto de encontros nada culturais. Com sua principal referência em acelerado processo de destruição, o distrito de Parafuso reforça a trajetória negativa da gestão do alcaide demista Antonio Elinaldo.


Letra 5  Mesmo com morador ilustre, o vereador licenciado Sesse Abreu (PSDB), agora no comando da pasta do esporte e lazer (Sedel), a localidade só é lembrada nos dias que antecedem o 7 de Setembro, quando serviços emergenciais e superficiais são executados. Tudo para deixar a avenida Marechal Floriano com cara de cenário perfeito para o tradicional desfile e mais importante manifestação cívica do distrito. 


Mantra A dança é sempre a mesma, só muda o parceiro. Agora é a oposição que se posiciona contrária aos gastos milionários do governo municipal com atrações nacionais no Camaforró. Quando dançava com a caneta da prefeitura, a hoje oposição também exagerava nas contratações de atrações e era criticada pelos hoje governistas, escorados e olhando a festa de longe. 


Mantra 2 Para deixar o tema ainda mais ao gosto do freguês, a Coluna lembra um trecho da música ‘Embolada’, de Chico Buarque e Francis Hime: “Pra quem quer tirar um côco... Você começou errado ... Éé o estrangeiro engasgado... Com a pamonha do cabloco... Éé o destro atrapalhado.... Com a viola do canhoto... Olha só a cara do roto.... Falando do esfarrapado...”
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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


8/6/2018

 





Fagulha

Fagulha  Risco de acidente de grandes proporções no Teatro Cidade do Saber (TCS), tal suas dimensões, com capacidade para abrigar quase 600 pessoas sentadas, é sinalizado praticamente todos os dias, dizem servidores do teatro, que temem por suas vidas e da plateia. O último suspiro de alívio desses dedicados trabalhadores foi dado no final da tarde de domingo (3), com o encerramento e desocupação do teatro pelas centenas de jovens bailarinas e bailarinos, suas famílias, professores e convidados que participaram do 13º Festival Nacional de Dança Ballace.

Fagulha 2  Descaso com o teatro é antigo. Nasceu com sua inauguração, em março de 2007, ainda na gestão Luiz Caetano (PT), e prosseguiu com o alcaide Ademar Delgado, ex-PT e hoje sem pouso partidário. Festejado como um dos melhores e mais modernos do Brasil, TCS já exibia sistema de combate a incêndio fora das especificações. A Coluna apurou que em caso de sinistro, o sistema de hidrantes simplesmente não funciona de forma eficaz. Instalado fora das especificações exigidas para a estrutura do prédio, rede de mangueiras não possui capacidade para bombear água para as partes mais altas do teatro. 

Fagulha 3 O caos no sistema de combate a incêndio do Teatro Cidade do Saber se completa com a falta de extintores e de uma brigada para atuar nesses casos emergenciais. Todos os extintores estão vencidos, portanto sem a menor condição de combater um incêndio por menor que seja sua proporção. Descaso com a manutenção destes equipamentos, indispensáveis em qualquer espaço público, vem da gestões  anteriores ao governo do alcaide Elinaldo, e prossegue na atual administração iniciada em janeiro de 2017. 

Fagulha 4 Conjunto de descuidos criminosos tem como pilar principal o sistema eletrico do teatro. Cheio de emendas, improvisos e gambiarras, rede sempre apresenta problemas. Na última sexta-feira (1/6), um dos canhões de luz instalados no palco do teatro, estourou. O pipoco, felizmente não foi percebido pela plateia. Numa situação de pânico, as centenas de pessoas enfrentariam problemas para  deixar o teatro de forma organizada, já que  falta pessoal treinado para casos de evacuação imediata do espaço. 

Fagulha 5  Precariedade da estrutura do Teatro Cidade do Saber foi destaque  durante fala do diretor artístico do Balé do Teatro Castro Alves (BTCA). Preocupado com a performance dos seus bailarinos e o nome da sua companhia, considerada uma das melhores do Brasil, o coreógrafo e professor da UFBA, Antrifo Sanches, lamentou a precariedade da estrutura do TCS, ao informar que o espetáculo 'LubDub'  seria prejudicado por problemas na iluminação do teatro. 


Fagulha 6  O sistema de som foi outra queixa do diretor,  presenciada pela secretária de cultura Marcia Tude, responsável pela gestão e manutenção do teatro, e única autoridade presente na noite de abertura do 13º Ballance. Diante do teatro lotado, Antrifo Sanches exigiu que o 'problema' fosse corrigido imediatamente para não prejudicar ainda mais a qualidade da montagem. 


Fagulha 7  Escaparam do 'puxão de orelhas', o prefeito Antonio Elinaldo (DEM), e o seu vice José Tude, pai da titular da Secult. Ausência do alcaide e de seu companheiro de partido, na noite de abertura do festival, quinta-feira (31/5), é a coreografia sem retoques de quem não esconde a total, ou quase completa falta de intimidade e identidade com a cultura. Ao não comparecer em nenhum dos 4 dias do festival, alcaide deixou de prestigiar um dos mais importantes encontros de dança do Brasil, que assegurou para Camaçari o título de 'Capital nacional da dança'.

Fagulha 8 Mesmo responsável pela notificação e exigências para adequação do teatro às normas de segurança, o Corpo de Bombeiros de Camaçari fraqueja na sua missão de prevenir acidentes. Depois da inspeção de 2017, a Coluna apurou que a corporação não apareceu para cobrar as modificações no sistema de combate a incêndio e acidentes. O resultado é um teatro aberto, mas sem condições de funcionamento, quando deveria ser imediatamente interditado. Ou será que queremos repetir a tragédia da boite Kiss, em janeiro de 2013, quando 242 pessoas morream.


Fagulha 9 Completam o elenco de personagens desse triste espetáculo de descaso com o bem público e risco para  a vida de pessoas, a Câmara de Vereadores. Os oposicionistas do governo passado, hoje governistas, nada falam. Já os oposicionistas de hoje e governistas de ontem, quando os desmandos no TCS e em todo o programa Cidade do Saber tiveram nascimento, evitam essa polêmica com receio de sairem chamuscados pelo incêndio do passado. 


Fagulha 10 Quem também passa longe dessa plateia desatenta é o Ministério Público Estadual de Camaçari (MPE). Os problemas no Teatro Cidade do Saber não são recentes e foram denunciados pelo Camaçari Agora


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


4/6/2018 Atualização às 19h59

 





Cristão novo

Cristão novo O atual vice-prefeito de Camaçari, o ex-emedebista José Tude, continua enfrentando dificuldades no seu novo partido para obter a tão sonhada e necessária maioria ampla para consolidar na base governista sua candidatura a deputado estadual. Fontes da Coluna asseguram que hoje, o 3 vezes alcaide do município não conta com mais de 40% da militância do DEM, apesar das manifestações externas mostrarem uma aceitação alta.


Cristão novo 2 Acostumados com os movimentos internos do DEM, dizem que rejeição tem histórico no comportamento do ex-prefeito durante a pré-campanha a prefeito, em 2016. Mesmo sabendo das suas reduzidas chances de vencer a disputa, Tude manteve o nome, dividindo as oposições e, ainda que indiretamente, reforçando o candidato petista Luiz Caetano.


Cristão novo 3 Queixa é velha e começa na disputa de 2014, quando Tude concorreu à Assembleia Legislativa, dividindo os votos oposicionistas no município com o então vereador e também candidato a deputado estadual Antonio Elinaldo. Naquele pleito, o demista somou no município 27.412 votos, quase 13 mil apoios a mais que o então candidato do PTN. Elinaldo que computou em todo o estado pouco mais de 36 mil votos, também ficou com vantagem, acima dos 13 mil votos sobre Tude, na conta geral. 


Cristão novo 4 Apalavrado pelo alcaide e candidato único da máquina municipal, Tude espera que o prefeito Elinaldo consiga usar seu poder de convencimento para quebrar resistências. O que o novo demista provavelmente não esperava é que o alcaide enfrentasse tanto desconforto dentro do seu próprio partido. 


Em família  A ex-prefeita de Candeias, Amiga Ju, não chega sozinha em Camaçari, onde foi nomeada sub-secretária da pasta do desenvolvimento social (Sedes),  como antecipou o Camaçarico (Confira). Seguindo a lei da política, onde se atende ‘primeiro os meus’, garantiu seus próximos entre os 2 assessores a que teve direito no acordo político com o alcaide Elinaldo. Um é o seu esposo, o professor e ex-secretário de educação de Candeias, Edson dos Santos Ramos. O outro nome, também de total e absolutíssima confiança da ex-prefeita é a assistente social Sandra Elizabeth Nossa Mendonça.


GPS  O empresário do setor de transportes e pré-candidato a deputado estadual pelo PDT, Raimundinho da JR, precisa de um piloto experiente para comandar sua campanha. A última barbeiragem do pedetista foi um vídeo onde parece apoiando o movimento  dos caminhoneiros que desligaram os motores dos seus veículos pela redução do valor do diesel. 


GPS 2  Nos cerca de 90 segundos de imagens, postados na sua conta pessoal numa rede social, Raimundinho aparece numa garagem com caminhões plotados com sua marca como cenário e numa das vias obstruídas pelos manifestantes. Diferente do motorista autônomo, o empresário dono de dezenas de carretas esquece que ao jogar para a torcida anunciando sua solidariedade aos grevistas, ultrapassa a faixa da legalidade. Começa a trafegar numa outra pista perigosa, a do locaute, crime  caracterizado pelo impedimento por parte do dono de transportadora de impedir o movimento das cargas. 


GPS 3 Não é a 1º vez que o ex-candidato a prefeito de Dias D'Avila e postulante a uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa invade o sinal vermelho. Durante a inauguração do Departamento de Polícia Técnica no município, como mostrou o Camaçarico (Confira),  Raimundinho da JR colocou faixa em parceria com o deputado Luiz Caetano (PT), dentro das instalações do DPT-Camaçari, num flagrante desrespeito à legislação. 


Injeção  A secretaria de saúde de Camaçari (Sesau) precisa intensificar a campanha pela vacinação contra a gripe. Iniciada no final de abril, programa de imunização previa  atender cerca de 54 mil pessoas incluídas no chamado público-alvo. Maio acabou e pouco mais da metade, menos de 30 mil pessoas foram imunizadas. Com a prorrogação por mais 15 dias, a Sesau precisa correr. Camaçari registrou uma das 19 mortes contadas oficialmente até o último dia 26. 


Desaplicado A 'nota oficial' sobre a suspensão das aulas na rede municipal de Camaçari, segunda e terça (28 e 29) é mais um exemplo da confusão na comunicação do município. Ao distribuir comunicado pelo aplicativo whatsApp, e ignorar o e-mail, via segura de envio de documento, a prefeitura de Camaçari se aproxima perigosamente do fake news que tanto vem ajudando a ampliar o desgaste da gestão com a disseminação de informações falsas ou distorcidas.    


Desaplicado 2 Mesmo enviado em PDF, formato que impede a alteração do seu conteúdo, procedimento não é garantia de que a nota teve como origem a secretaria de educação do município (Seduc). 


Desaplicado 3 Com a facilidade de promover montagens perfeitas, graças aos vários programas de computador disponíveis, o cuidado com a informação limpa e sem risco de possíveis adulterações, é o mínimo que se pode esperar do poder público. Compromissado com a informação e com o leitor, o Camaçari Agora prefere evitar esses atalhos. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


30/5/2018

 





New friend

New friend A escolha da ex-prefeita de Candeias, Maria Célia de Jesus Magalhães Ramos (DEM), para a subsecretaria de desenvolvimento social de Camaçari (Sedes), como antecipou o Camaçarico (Confira), passou longe da nomeação de aliado com viés técnico, prática normal na estrutura partidária.


New friend 2 A Coluna apurou que a Amiga Ju, como é conhecida, não passa de uma operação de troca de apoio eleitoral da ex-alcaidina de Candeias com candidatos da sua base política nas eleições de outubro. A garantia foi dada pelo próprio alcaide de Camaçari, durante reunião com técnicos da Sedes, semana passada, quando apresentou a nova colaboradora. Antonio Elinaldo disse para todos ouvirem que a correligionária partidária ficaria até dezembro.


New friend 3 Além da Amiga Ju, pacote inclui mais 2 assessores, sendo uma assistente social e um outro técnico. Conta rápida mostra que município não deve gastar menos de R$ 20 mil mensais com os 3 novos reforços. Multiplicado por 8 meses (maio/dezembro), trio vai gerar uma despesa para os cofres públicos acima dos R$ 160 mil.


New friend 4  Movimento do alcaide, mesmo com prejuízo para sua imagem, ao abraçar um político ficha-suja, ou ‘ex’, sé é que existe essa classificação no novo momento da política brasileira, visou agradar exclusivamente aliados tamanho 'G'. Ao informar que o reforço tinha prazo de validade, coincidentemente até o fim período eleitoral, com uma quebra de mais 2 meses, Elinaldo mostra contradição na sua pregação de que é ele quem controla e está preocupado com a construção de uma nova Sedes, desmontada de forma perversa pelos seus antecessores e alimentada no processo de desaparelhamento até a presente data. 


New friend 5 Atitude de trazer uma companheira de legenda apenas para fins eleitorais exibe um condenável esquecimento sobre o varejo paroquial da política. Ao prosseguir atendendo pedidos espúrios que desgastam seu já abalado currículo de gestor, Elinaldo de forma direta e arrodeios, também impõe um preço altíssimo aos acordos políticos e às lideranças locais, indispensáveis na construção de sua vitória acachapante no já longínquo e meio esquecido pleito de 2016.


2º cartão   A condenação do ex-prefeito Luiz Caetano (PT), quarta-feira (23), pelo Tribunal de Contas do Municípios (Confira), por usar recursos públicos para apoiar o Camaçari Futebol Clube não é a 1ª infração no campo futebolístico, segundo entendimento do TCM. Em decisão de junho de 2016 o mesmo tribunal condenou o ex-gestor a pagar multa de R$ 3 mil por repasse de R$ 100 mil, em 2011, ao Sport Clube Camaçariense, outra equipe do futebol profissional.


2º cartão 2 Levantamento do TCM mostra que o 3 vezes alcaide de Camaçari aparece como  artilheiro absoluto em condenações, ressarcimentos e multas. São pouco mais de R$ 8 milhões e 500 mil de devoluções por gastos considerados pelo tribunal incompatíveis com a legislação que regula a contabilidade com o dinheiro  do contribuinte. Conta nunca paga, graças aos recursos da Lei, soma R$ 9 milhões com os R$ 371 mil em dívidas referentes a multas.


Pecadores Quem vai precisar de muita oração, bênçãos e incensos com banca de advogados é o vereador Adalto Santos (PSD). Aliado do governo demista do alcaide Antonio Elinaldo, o pessedista é considerado pecador e merece a excomunhão, com a perda do mandato, pelo entendimento dos cardeais municipais do partido, comandado na Bahia pelo senador Otto Alencar. 


Pecadores 2 Mesmo nascido sob o pecado original da duplicidade ideológica, se é que se pode assim chamar o conjunto de interesses distintos, a depender da conjuntura local, o PSD tem como comandante nacional o ex-prefeito de São Paulo e atual ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do governo do emedebista Michel Temer, Gilberto Kassab.


Pecadores 3 Ação, que já cumpriu as formalidades legais definidas pelo estatuto da legenda, segue agora para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Excomungar Adalto do mandato não será tarefa fácil para seus acusadores que enfrentam o experiente e traquejado advogado Ademir Ismerim no comando da banca do vereador ligado à Igreja Católica.


Pecadores 4 PSD de Camaçari tem histórico de vai e vem. Foi presidido por Roquinei Cabeceira, empresário do setor de transportes, que perdeu o comando da legenda para Adalto. Com a ida para os braços do governo Elinaldo, o vereador foi defenestrado e viu seu adversário Roquinei, personagem ligado ao ex-prefeito e deputado federal Luiz Caetano (PT), retomar as chaves da comissão provisória municipal. 


Pecadores 5 Interessado direto na inquisição, o 1º suplente de vereador Sinho do Boxe, arruma as luvas na expectativa de convocação para a luta no plenário vereador Osvaldo Nogueira. BatizadoAdenaelson dos Santos Pereira, o professor Sinho já tentou vaga na disputa legislativa de 2012. Foi candidato a vereador pelo PCdoB e somou exatos 444 votos. Desta vez, pelo PSD, Sinho conquistou 766 votos, 51 a menos que o companheiro Adalto, eleito para a última das 21 vagas na Câmara.


Lula lá  Camaçari fica fora do mapa dos atos de lançamento da pré-candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República. A Coluna apurou que nenhuma programação foi definida para o próximo domingo (27) no município. Petistas  pegam a Via Parafuso e engrossam a manifestação que acontece pela manhã na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (UFBA), durante o Congresso Estadual da Juventude do PT.


Pas de Deux Depois da estranha interrupção da cessão do Teatro Cidade do Saber (TCS), em 2017, para a realização do festival de dança Ballace, a secretaria da cultura (Secult)  resolveu voltar a acolher um dos mais importantes  encontros de dança do país. Com essa 13ª edição, o Ballace, que já trouxe para o palco do TCS bailarinas como a internacional Ana Botafogo, devolve a Camaçari o título de ‘capital brasileira da dança’.


Pas de Deux 2 Encontro entre a próxima quinta-feira (31) e o dia 3 de junho (domingo) vai além das cerca de 1 mil pessoas entre jovens bailarinas e bailarinos, professores, coreógrafos. Retoma a tradição de Camaçari no palco da dança e aquece a economia da cidade com aumento do movimento nos restaurantes, hospedagens e lojas. Felizmente a gestão da Secult corrigiu o passo e reativou o dueto com a produção do festival.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


25/5/2018

 





Espécie

Espécie  O que seria uma maravilha assegurada pelas redes sociais, no processo de ampliação e fortalecimento de vínculos, da cidadania, da informação, e otras cositas más, está virando um duto sujo com denúncias e agressões, muitas falsas, outras sem a comprovação necessária, e longe do respeito aos direitos elementares da pessoa. 
 
Espécie 2  Como não poderia deixar de ser, a conexão com a rede de todo tipo de sujeira tem manancial de abastecimento na política, e possui registros de despejos em todos os grupos, independente das convicções políticas, ou falta delas.
 
Espécie  3  Mais grave que o esgoto em que virou alguns grupos de WhatsApp, e a sua contaminação provocada por agentes presentes em algumas listas que agregam significativa parcela dos internautas de Camaçari, é saber que parte desses dejetos são produzidos por gente qualificada.
 
Espécie  4   É lamentável constatar que esses formuladores, produtores e disseminadores desses coliformes juraram lutar por uma sociedade melhor, mais democrática e menos desigual. Quadro fica ainda mais agravado quando se constata que parte desses alquimistas digitais alisaram os bancos das universidades.


Espécie 5  É preciso perder o medo e abrir o debate. Rediscutir, filtrar e expurgar esses agentes, sob pena de transformarmos as redes sociais, com destaque para os grupos de whatsapp e suas ferramentas indispensáveis num mundo que não se move sem a internet, num grande esgoto. Não podemos abrir mão da construção da discussão em bases saudáveis sobre a cidade, sobre o país e sobre o mundo, sobre nós e o que queremos para o futuro. O esgoto vai sempre existir. O que não podemos é deixar que ele nos engula.

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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


22 de maio 2018

 





Escada

Escada Os diretores da ONG Instituto Professor Raimundo Pinheiro, antiga gestora do programa Cidade do Saber, precisam fazer uma corrente de orações em agradecimento ao governo do alcaide Antonio Elinaldo (DEM).


Escada 2  Quem participou da Audiência Pública, sexta-feira (11), na Câmara de Vereadores de Camaçari, saiu com a impressão de que a ONG responsável pela gestão do programa de formulação e desenvolvimento de atividades de cultura, esporte e lazer, fez tudo certinho como manda a moralidade com o dinheiro do contribuinte.


Escada 3  Mesmo pega e multada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), a ONG recebeu um salvo conduto do novo governo. Lista de investigações incluíram ainda os Ministérios Público do Trabalho (MPT), Público Federal (MPF) e Público Estadual (MPE), além de regularidades denunciadas pela Coluna.


Escada 4 Responsável pela apresentação principal das contas do programa nos últimos 12 meses, a secretária de cultura, Márcia Tude, disse que nada sabia sobre o passado. Mesmo participando do processo de transição com a antiga gestão, garantiu que encontrou os computadores do programa sem nenhuma memória e que nada herdou da administração anterior. Sem o necessário e indispensável retrovisor da moralidade com a coisa publica, a titular da Secult focou e exibiu números generosos e avanços a partir de abril de 2017. Apenas ‘coisas boas e positivas’, como fez questão de destacar na sua apresentação.


Escada 5 Nomeado interventor do programa Cidade do Saber, no final de janeiro do ano passado, o advogado Guilherme Neto, que deveria ajudar nessa missão moralizadora, sequer apareceu, muito menos repassou através de relatório os números que recebeu a missão de levantar. Números parecem não ser o seu forte. A Coluna apurou que mesmo com contracheque de R$ 9,8 mil, como assessor especial de relações interinstitucionais, o doutor Guilherme tem calendário de trabalho diferenciado e é pouco visto na Superintendência de Trânsito e Transportes (STT), onde está alojado desde o final da intervenção. 


Escada 6 Mais uma vez o governo do alcaide Elinaldo atropela seu discurso de transparência e moralidade com o dinheiro público. Não cumpre a promessa de auditoria na Cidade do Saber, assegurada durante a campanha e reafirmada quando já ocupava a cadeira de prefeito.


Escada 7 Ao permitir que seus auxiliares passem uma borracha no passado, como se tratasse de uma conta familiar particular, o prefeito de Camaçari atesta que não sabe e não quer saber o quê deveria saber e, por obrigação constitucional, apurar e compartilhar com o seu patrão, o munícipe. Afinal de contas, cerca de R$ 70 milhões dos cofres do município foram drenados nas contas do programa, desde a sua criação, em 2007, até o começo do ano de 2017. 


Degrau O ex-prefeito de Camaçari e deputado federal, Luiz Caetano (PT), desce mais um degrau e fica ainda mais próximo da condenação e consequente purgatório dos ficha-suja da política. Com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, de mandar para  primeira instância federal na Bahia o processo da linha do trem, como noticiou o Camaçari Agora (Confira), o 3 vezes alcaide de Camaçari perigas receber sua 2ª condenação e antecipar a aposentadoria política.  


Degrau 2 Já condenado por colegiado formado por mais de 1 juiz, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), no caso da 'mochila amiga', o petista briga na Justiça na tentativa de se livrar da carimbo de ficha-suja, que de acordo com a lei considera inelegível quem foi condenado em segunda instância.  


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)
18/5/2018

 





Projétil

Projétil A nomeação da ex-prefeita de Candeias e ex-presidente da Câmara de Vereadores da cidade vizinha, para o cargo de sub-secretária da pasta de desenvolvimento social e cidadania de Camaçari (Sedes), parece ser o carimbo que faltava para enterrar de vez qualquer pretensão da gestão do alcaide Antonio Elinaldo mostrar que quer fazer diferente dos antecessores. 


Projétil 2  Indicar a Sra. Maria Célia de Jesus Magalhães Ramos, conhecida  como Amiga Ju, prefeita cassada pela Justiça Eleitoral e condenada a 8 anos de afastamento de qualquer função pública por compra de votos, soa como deboche. Na contramão do discurso de moralidade que lhe garantiu a eleição, o alcaide dá mais um tiro no próprio pé ao  nomear uma pessoa que não tem a menor condição de assumir qualquer cargo público. 


Projétil 3  Ao reconduzir uma ex-ficha suja, se é que existe borracha para apagar esse tipo de crime contra o bem público, o prefeito Elinaldo mostra que se distancia das suas promessas de assumir o controle da máquina municipal aplicando a transparência e a moralidade. 


Projétil 4  A nomeação da Amiga Ju não passa de mais um capricho político de seus aliados descompromissados com a cidade, de olho apenas nos dividendos eleitorais nas urnas de outubro, que o salário de pouco mais de R$ 12 mil renderão com a aquisição da ex-PR e agora demista na sua base eleitoral, a cidade de Candeias.


Projétil 5 Mesmo anunciada durante reunião com técnicos da Sedes, na manhã desta terça-feira (15), a Amiga Ju ainda é subsecretária virtual. Sua nomeação não foi publicada no Diário Oficial. Portanto, ainda é tempo para que o alcaide Elinaldo desfaça muito mais que um simples equívoco. Nomear Amiga Ju, ou qualquer outro ficha-suja, ou ex-ficha-suja, como queira, é um afronta e só faz ampliar a sua lista de equívocos nesses quase 17 meses de gestão. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)
15/5/2018

 





Balanço

Balanço  A nova gestão da Cidade do Saber apresenta números positivos do 1º ano de gestão compartilhada do programa entre as secretarias de cultura (Secult), educação (Seduc) e esportes (Sedel). Estrutura de apoio e construção de atividades de cultura, esporte e lazer era comandada, desde a sua criação, em 2007, pela ONG Instituto Professor Raimundo Pinheiro. Instituto deixou o projeto em março de 2017, já na atual gestão, ostentando um currículo marcado por irregularidades apuradas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).


Balanço 2  A audiência pública, nesta sexta-feira (11), a partir das 9h, na Câmara de Vereadores, será  a oportunidade da nova gestão apresentar os números da auditoria nas contas do programa, prometida pelo alcaide Elinaldo desde a campanha, em 2016 e reafirmada em várias oportunidades no ano passado. Como encontrou a Cidade do Saber, o que foi feito e o que pretende ser realizado é o mínimo que se exige de um gestor público comprometido com o dinheiro do contribuinte.


Tiro no próprio pé Permitir a presença de PMs fardados e armados numa sala onde se reuniam comunidade e vereadores para discutir a manutenção da unidade de saúde de Vila de Abrantes, é qualquer coisa de inacreditável. Se o governo municipal sentiu necessidade de segurança, colocasse sua guarda disfarçada de 'povo', como faziam seus antecessores no cargo. 


Tiro no próprio pé 2 O equívoco que marcou a terça-feira (8) começou na porta da prefeitura, quando manifestantes mais axacerbados, naturalmente inflamados por lideranças oposicionistas, foram recebidos com spray de pimenta pela Policia Militar, ao tentarem invadir a sede do poder executivo.


Tiro no próprio pé 3  A assessoria do alcaide Elinaldo, conhecida pela dificuldade no trato com populares, e até com a imprensa, precisa entender que o comando da prefeitura não lhe cacifa, muito menos autoriza a solicitação desse tipo de ação agressiva e desnecessária. A PM, mesmo colaborando com o poder municipal, em última instância é uma estrutura comandada pelo governo do estado.


Tiro no próprio pé 4 O prefeito está bem servido por esse núcleo rude de assessoramento, que sequer entende a regrinha básica do ambiente democrático. Elinaldo não precisa de inimigos. Seus próprios aliados fazem o serviço.


Álbum  O coordenador da Defesa Civil de Camaçari, Ivonaldo Soares, tem todas as credenciais para ganhar o título de campeão de selfie com baleias e outra espécies da família dos cetáceos encontradas  na costa do município. Não satisfeito em realizar seu trabalho de acompanhamento e até apoio na remoção dos animais, o coordenador se deixa fotografar ao lado do bicho morto. A última ‘selfie’, distribuída para a imprensa, foi postada segunda-feira (7), quando foi encontrado um filhote de golfinho, na Praia do Piruí, em Arembepe. 


Novos ares  O ex-titular da secretaria de desenvolvimento econômico (Sedec), Sergio Vilalva assume a coordenação da campanha a deputado federal de João Roma (PRB), ex-primeiro ministro do alcaide ACM Neto. Mesmo na cota do prefeito da capital, Vilalva aparecia na linha de tiro do alcaide Elinaldo desde  o 2º semestre do ano passado. Ao pedir para sair na reforma de abril, Sérgio Vilalva abriu vaga para o seu subsecretário e nada amistoso parceiro de pasta, Waldy Freitas.


Descarrilada  Ao informar com exclusividade a construção de 3 novas passagens de veículos sobre a linha férrea que corta a sede de Camaçari, a Coluna desviou a rota e colocou o bairro Gleba E no roteiro dos trens. Corrigindo a informação, as novas travessias, como noticiou a edição do Camaçarico do dia 2, serão construídas nas regiões dos bairros 2 de Julho/Piaçaveira e Verde Horizonte/Parque Verde.


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João Leite joaoleite01@gmail.com (Editor)
9/5/2018

 





Retardatária

Retardatária  As aulas no Campus da UFBA  de Camaçari não começam antes de meados de julho. O atraso, que pode entrar por agosto, tem dedo da prefeitura que não conseguiu concluir a licitação para escolha da empresa encarregada pelos serviços de reforma e adequação  dos andares superiores do Teatro Cidade do Saber, onde será  instalada toda a estrutura do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Ciência, Tecnologia e Inovação. A previsão era de início das aulas na 2ª quinzena de maio, com o início do processo de  abertura de edital e seleção de alunos em abril.


Retardatária  2 Esse cronograma, segundo a diretora ‘pro temporte’ do campus, a professora doutora  Valterlinda  Oliveira, tem como base a conclusão da licitação e o início das obras já neste mês de maio. Prazo dado pela prefeitura para execução dos serviços de reforma e adequação no prédio da Cidade do Saber para implantação provisória do campus da UFBA é de 30 dias. 


Retardatária  3 Numa 2ª etapa, já sob a responsabilidade da UFBA, serão instalados equipamentos  como laboratórios e biblioteca. Essa etapa, prevista para junho, depois do atraso na licitação, só pode ser iniciada com a conclusão dos serviços de responsabilidade da prefeitura de Camaçari, informa a direção do campus. 


Retardatária  4 Confirmado esse cronograma, a UFBA lança em meados de maio, começo de junho, o edital para seleção dos 100 alunos que terão cerca de uma semana para se inscreverem. A seleção será pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O processo de matrícula deve ocorrer imediatamente ao anúncio dos classificados.


Retardatária  5 Enquanto as obras não começam, a UFBA, que também anda atrasadinha, finaliza o processo de seleção dos 9 professores e número igual de servidores que responderão pelo funcionamento do campus de Camaçari nessa fase inicial. A 1ª fase do curso  terá 3 anos e  será realizada na  unidade da Cidade do Saber. A previsão é transferir em seguida para o espaço definitivo, no campus localizado na BA-512, onde  começa a 2ª fase com as formação em engenharia nas áreas de materiais, elétrica, de petróleo e gás, e automotiva. 


Retardatária  6 Não é apenas o processo de início das obras que está fora do prazo por recurso de uma das  construtoras que se sentiu prejudicada com o resultado da licitação iniciada no começo de fevereiro. Parte da estrutura da secretaria de educação (Seduc), que deveria ter deixado as salas da Cidade do Saber desde o mês passado, como apurou a Coluna, continuava alojada no prédio até a tarde de sexta-feira (27). Ouvidos sob a condição de anonimato, professores e servidores que trabalham nessas coordenações garantem que não sabem para onde irão.


Gargalos  Camaçari deve ganhar mais 3 passagens de veículos sobre a linha férrea que corta a região central da sede do município. Gleba E, 2 de Julho e Piaçaveira são os trechos apontados por estudos como necessários para desafogarem o cada vez mais  complicado trânsito de veículos. Com custo estimado em cerca de R$ 200 mil, as 3 novas travessias ampliam para 11 o número de cruzamentos na sede.


Aquecimento O vereador Binho do Dois de Julho (PCdoB) é o candidato a deputado estadual do partido em Camaçari. Com 2.112 votos, 6º no ranking geral entre os 21 eleitos em 2016, Binho fará dobradinha no municpipio com o presidente estadual da legenda, o deputado federal Daniel Almeida. Mesmo com pequenas chances de conquistar uma das 63 cadeiras da Asssembrlai Legislativa, o parlamentar de origem metalúrgica, sabe que colocar o nome é reforço na disputa pela reeleição em 2020. 


Aquecimento 2 Já na base petista, o nome escolhido deve ser o do também vereador Téo Ribeiro. Depois do vai-não-vai, legenda decidiu apresentar um 2º nome alternativo, tirando assim a exclusividade do deputado e candidato a reeleição Bira Coroa, já que a deputada Luiza Maia não disputa o 3º mandato. Com 2.031 votos no pleito passado, 8º na lista geral, Téo, assim como o companheiro de bancada oposicionista Binho, ganha palanque para fazer poupança eleitoral de olho nem 2020. 


Aquecimento 3 O petista Téo pode até disputar a sucessão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM). Tudo vai depender da Justiça confirmar ou não o impedimento do chefe e sempre primeirão na fila, o deputado Luiz Caetano, tecnicamente já enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Outro nome provável é o da ainda deputada Luiza Maia, que alimenta o sonho de governar Camaçari desde os anos 1980. 


Aquecimento 4 Na base governista não haverá surpresas. O atual vice-prefeito e 3 vezes alcaide do município, José Tude, ex-MDB de Geddel e agora no DEM de ACM Neto, será o candidato único e contará com todo o apoio da máquina municipal.  


Folga  Camaçari ficou fora do mapa dos protestos e manifestações do 1º de maio. Mesmo com o título de sede do maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul e forte suporte de sindicatos de trabalhadores, como metalúrgicos, construção e químicos/petroqúimicos, município não viu nenhuma manifestação contra a reforma trabalhista, contra a prisão do ex-presidente Lula, muito menos protestos contra a violência crescente. Lideranças que deveriam conduzir esse processo, ainda que fosse um ato ecumênico para marcar a data, preferiram a brisa salitrosa do ato realizado terça-feira à tarde no farol da Barra, em Salvador.


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João Leite joaoleite01@gmail.com (Editor)


2/5/2018

 





Conjuntura

Conjuntura  O ato de lançamento da candidatura de Zé Ronaldo (DEM), a governador, pela base oposicionista, ficou distante dos apoteótico encontro de lideranças e povo, durante o encerramento da campanha a prefeito de Elinaldo. Mesmo dando os devidos descontos com o desgaste dos políticos, independente de partidos, as cerca de 600 pessoas presentes ao agora batizado de 'espaço 25', na mesma Praça dos 46, palco do comício em setembro de 2016, tido como o maior da história recente de Camaçari, representaram um quorum baixo para o peso do palanque. 


Conjuntura 2  ACM Neto, que mesmo desgastado com a decisão de recuar na disputa com o petista Rui Costa, segue protagonizando o processo na oposição;  Zé Ronaldo, com a máquina de Feira de Santana, cidade que governou por 4 anos e manteve o aliado Colbert Martins no comando; o deputado Paulo Azi (DEM), e o também federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do Democratas, poderiam ter somando nessa conta. 


Conjuntura 3   Na equação local, o alcaide Elinaldo tem parcela significativa nessa culpa. Com dificuldades para acalmar suas suas bases e se comunicar com a população, demista experimenta um dia a dia de insatisfações provocadas pelo que essas lideranças chamam de alijamento, ou baixo reconhecimento dos seus méritos na distribuição de cargos e benesses na máquina. Queixa não se resume a cabos eleitorais de bairro e  comunidades. Os vereadores da base, eternos insatisfeitos, apesar do tratamento diferenciado na máquina, têm peso significativo nesse processo. 


Desfalque  Acostumado com os apoios históricos e até incondicional relação de liderados ao seu projeto, seja qual fosse, o vice-prefeito e candidato a deputado estadual pelo DEM, o ex-emedebista José Tude, perdeu significativo cabo eleitoral da sua antiga base. Sem arrodeios, o vereador Zé do Pão (PTB)  disse ao Camaçarico que sua candidata a deputada estadual é Taissa Gama. Filha do deputado federal e presidente do seu partido, Benito Gama, Taissa preside o PTB Salvador, o PTB Mulher Bahia e foi secretária de políticas para mulheres, infância e juventude na gestão ACM Neto até de Salvador.  


Desfalque  2  Segundo apurou a Coluna, o vereador Zé do Pão não é o único. Com aproximação de Tude do grupo de Elinaldo, parte do seu antigo time de apoiadores anda escateada. Alem de não conqusitarem cargos na gestão, se sentem alijados das discussões sobre o futuro político do quase 'ex-chefe'. 


Desfalque  3  Nessa conta de subtrair, outro nome que está fora do seu alcance é o antigo e fiel aliado, Maurício Bacelar, que chegou a usar a marca Tude como seu sobrenome para alavancar sua candidatura a prefeito de Camaçari, na disputa de 2012. Agora sob a liderança do governador Rui Costa, depois de atuar na órbita do petista Luiz Caetano, Maurício e o seu Podemos seguem outros rumos.


Desfalque  4 Candidatíssimo a deputado estadual, Maurício joga o jogo de 2018 mirando o gol de 2020, quando espera  vencer a disputa municipal perdida para o então petista e hoje sem partido, Ademar Delgado. Com o diagnóstico  vivido por todos os políticos, Maurío aposta  no esporte para alavancar seu nome. pelo 4º ano organiza  a copa de futebol  com 160 times e cerca de 4 mil  jogadores. Tabela garante  encontros domingueiros com eleitores sem 'chutes na canela'  dos encontros secos da política,  a cada dia mais rejeitados pelo eleitor. 

Desfalque  5 A campanha de eleição para a Assembleia Legilslativa do 3 vezes prefeito de Camaçari não será fácil, avaliam  aliados e, principalmente, adversários. Apesar do descontentamento do eleitor com todos os políticos, independente dos partidos, outros pesos somam nessa equação. Tude  vai precisar gastar sola de sapato e  muita saliva, além de otras cositas mas, que agregam apoios e consequentemente iotos,  para  assegurar uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia. 


Desfalque  6 Nas eleição para deputado estadual de 2014, o então peemedebista Tude somou em Camaçari pouco mais de 14 mil dos 22 mil votos conquistados em todo o estado. Na ápoca considerada baixa, performance nessa nova conjuntura-2018 sem um grande puxador de votos na chapa  oposicionista alimenta ainda mais o pessimismo. Fontes do DEM asseguram que a linha de corte, votação mínima para se eleger pela coligação, isso se o partido se juntar com outra legenda, é de 45 mil votos. Por essa conta, Tude precisa, no mínimo, dobrar votação para garantir sua eleição.  


Tempero Quem assistiu o discurso do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), na noite de sexta-feira (27), em Camaçari, saiu cheios de dúvidas e apenas uma certeza. Na sua fala, o deputado carioca e presidente da Câmara não exibiu convencimento, muito menos apresentou propostas firmes, esperadas pelas lideranças e populares presentes, para quem quer mesmo  disputar a presidência da República. 


Tempero  2 A única certeza foi a baixíssima qualidade do discurso do demista carioca. Filho do articulado e competenrte César Maia, ex-prefeito, ex-deputado federal, atual vereador do Rio, e importante colaborador do governo Brizola, sequer consegiu arrumar  de forma lógica seu  discurso.  Com  frase soltas e sem efeito político, necessário para empolgar a plateia, Maia mostrou  que está longe de dar um recado  forme e convincente, seja na caçamba de um camihão, no Nordeste, na barranca de um rio, na Amazónia, ou num comício urbano numa grande cidade.


Tempero 3  Homem do sertão e acostumado com gente simples e políticos hábeis, o 4 vezes prefeito de Feira e ex-parlamentar Zé Ronaldo, foi certeiro. Didático, lembrou, ainda que de forma carinhosa, que Rodrigo Maia é 'tímido' e 'nunca foi de  dar um sorriso'. Só assim, com o puxão de orelha do mestre, Rodrigo sorriu. 


Distraído Felizmente, não existe sabatina pós-ato político. Caso existisse lista de perguntas, por mais básica que fosse a arguição sobre o lançamento da candidatura a governador do demista Zé Ronaldo, o vereador Jorge Curvelo (DEM), líder do governo Elinaldo na Câmara municipal, levaria nota baixíssima. O parlamentar consumiu parte do tempo, durante o ato, na noite de sexta-feira (27), em Camaçari, conversando com jovens lideranças adversárias e ligadas a partidos estranhos à base governista. 


Distraído 2  A empolgação do mini-debate começou antes da fala do prefeito ACM Neto. Anotada com desconfiança e estranheza por correligionários do grupo governista, papo animado prosseguiu aos discursos de Zé Ronaldo, do alcaide Elinaldo e do pré-candidato a presidente da República pelo seu partido, o deputado carioca Rodrigo Maia, que fechou o ato.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)
28/4/2018

 



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