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Não vais Mesmo sem querer, a prefeitura de Camaçari deu uma grande contribuição para a melhoria da qualidade e do resgate do verdadeiro São João. Ao cancelar o show do cantor Devinho Novaes, uma das principais atrações do Camaforró, a organização da festa foi obrigada a substituir o alagoano. Para sorte do público, a coordenação de eventos encontrou uma atração de peso e, seguramente, com história. O Trio Nordestino será um dos destaques da noite de sábado (22). Show está previsto para começar às 20h30 no palco principal. 


Não vais 2  A decisão pelo cancelamento do show do artista, que receberia R$ 70 mil, R$ 10 mil a mais que o Trio Nordestino, foi antecipada pelo Camaçari Agora (Confira). Devinho foi acusado pela ex-namorada de agressão física e verbal.


Não vais 3 O cantor alagoano, queridinho do público e de empresários do setor, e uma das atrações do festival de Arembepe, já estava virando habitué na grade de atrações das festas da atual gestão. 


Memória Os escombros do casarão demolido pela marreta comandada pelo alcaide Antonio Elinaldo (DEM) não atingem apenas a atual gestão. Pedaços grandes e pesados lesionam de forma inexorável muito mais atores dessa história de descompromisso com a memória de Camaçari. 


Memória 2 Esse descuido criminoso com a cidade não pode ser atribuído apenas ao atual governo, como quer fazer crer o PT e o PCdoB. Responsáveis pela gestão das coisas da cultura desde 2005, com os governos do petista Luiz Caetano (2005/2012), e o hoje ex-PT Ademar Delgado (2013/2016), partidos também têm digitais nesse crime. 


Memória 3 Numa tentativa que chega a ser infantil, PT e PCdoB usam as redes sociais, e até a mídia, para fazer crer que nada tiveram com o ato finalizado por Elinaldo e sua não menos descompromissada com as coisas da cidade, a titular da secretaria de cultura (Secult), Marcia Tude. É imaginar que Camaçari é formada por uma legião de beócios. 


Memória 4 Não é de ontem que o Camaçarico vem cobrando projeto, discussão e realização das obras de revitalização do centro histórico de Camaçari. Falar em projeto de tombamento, como se a medida impedisse o início da reforma do imóvel, com o resgate da fachada original do prédio histórico onde funcionou os poderes Executivo e Legislativo, é muito pouco para quem quer realmente avançar em qualquer projeto de preservação. 


Memória 5 Nesse jogo de esconde-esconde a Coluna não pode deixar de citar nessa lista dos omissos, os produtores e agitadores culturais, e os chamados digital influencers, que com raríssimas excessões se manifestaram nos últimos anos, principalmente antes da demolição  do casarão, sobre a importância de preservação desse patrimônio. 


Memória 6 Sem mostrar ações concretas, como apresentação de projeto, e até início de obras de recuperação, por menores que fossem, adversários da atual gestão usam argumentos que chegam a ser risíveis. Dizer que só agora, na gestão Elinaldo, Camaçari entrou na contramão de outras cidades que optaram por preservar e restaurar seus monumentos históricos, é piada de mau gosto. 


Memória 7 demolição, como mostrou o Camaçari Agora (Confira), verdadeiro crime contra a memória da cidade, tem sim a coautoria dos governos passados. O que não dá para negar é que o quadro ficou ainda mais grave graças a falta de vontade política da atual gestão. Nessa conta de subtrair entram com significativo peso os equívocos da titular da Secult e da sua troupe de assessores, pensadores e formuladores, que mesmo enraizados na cidade, cochilaram por mais de 2 anos de gestão e nada fizeram para barrar tamanho absurdo. 


Memória 8  Mas, o que está ruim na gestão cultural do governo Elinaldo, pode ficar ainda pior. A Camaçari com responsabilidade e compromisso com sua história e com a transparência com o dinheiro do contribuinte continua esperando a apresentação dos laudos técnicos que embasaram a demolição do casarão que abrigou a antiga sede do Executivo e Legislativo. 


Memória 9 Os mesmos estudos sobre a situação estrutural do antigo cinema, outro imóvel incluído no projeto de revitalização do centro histórico de Camaçari, ao lado da antiga estação de trens, também precisam ser publicizados. 


Memória 10 Erros, parcialmente finalizados com a demolição, sinalizam mais estragos futuros na memória da cidade. Especialista ouvido pela Coluna acredita que a possível utilização de bate-estaca para instalação da fundação na reconstrução do casarão demolido no último dia 9, pode abalar a já precária estrutura do velho cinematógrafo. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


19/6/2019

 





Escombros

Escombros A demolição do imóvel que abrigou a antiga prefeitura, a Câmara de Vereadores e outras estruturas do poder, no último domingo (9), apenas exibiu de forma bruta, em especial nas redes  sociais, uma ferida que estava exposta,  aumentava, contaminava, mas que Camaçari se recusava a cuidar. 


Escombros 2 Muito mais que passagem obrigatória de boa parte da cidade, o conjunto do centro histórico, ou centro antigo da cidade, hoje formado pelos escombros do velho casarão, do antigo cinema e da estação de trens, nunca foi visto pelos gestores da cidade como sendo uma obra necessária. Na verdade, sequer discutiram a necessidade do resgate e preservação do que ainda resta da memória de uma  Camaçari que avança para o futuro de forma perigosa quando apaga o seu passado.


Escombros  3  Mais preocupados com as avenidas, escolas, praças e demais obras importantes, mas com dividendos eleitorais imediatos e outros etc, alcaides esqueceram a história do município, como se o desenvolvimento da outrora apenas crescente cidade sede do polo petroquímico não precisasse de seu passado, inclusive para  entender e tornar seu futuro melhor.


Escombros 4  Nessa linha do tempo merecem destaque os ex-prefeitos José Tude (1989/1992- 1997/2002), que ao projetar e construir o novo centro administrativo, esqueceu de preservar parte da antiga prefeitura construída em madeira, como fez Juscelino Kubitschek com a manutenção do Catetinho,  1ª residência oficial do presidente no novo Distrito Federal. 


Escombros 5 Esse descuido começa com as gestões Humberto Ellery, prefeito biônico entre 1974 a 1985, e eleito (1993/1996). Lista que segue com Helder Almeida, Luiz Caetano e Ademar Delgado, é filha da ausência de  uma política educacional e cultural que sempre excluiu a fundação da cidade, sua história a partir de Vila de Abrantes, seus personagens e sua importância econômica, e até na distribuição das riquezas com sua gente.


Escombros 6 Sobrou para o último e não mesmo vítima desse processo perverso de desconstrução da cidadania e descuido com a história da cidade, hoje sob nova denominação de “sede do maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul”, e dona de uma das maiores receitas do país, com algo em torno de R$ 1,2 bilhão por ano. O alcaide Antonio Elinaldo, ex-menino pobre, preto e sem diploma de doutor, como os seus antecessores de pele clara e certo patrimônio, é filho desse caldo de desinformação e injustiça construído na cidade nos últimos 50 anos. Mas, isso não excluiu o demista da sua parcela de culpa. 


Escombros 7  Durante o mandato do então vereador Elinaldo, o Camaçari Agora, com destaque para a Coluna Camaçarico, denunciou várias vezes esse descaso com o patrimônio. Não existe registro de cobrança do então representante oposicionista no Legislativo sobre a recuperação do centro histórico ao alcaide Ademar Delgado (2013/2016). 


Escombros 8 Mesmo com aliados e totalmente sintonizado com os governo estadual e federal, Delgado nada fez. Muito pelo contrário, ajudou a acelerar o quadro com a retirada do bar do Regis, que apesar das dificuldades, garantia vida, efervescência cultural, e cuidados mínimos com a antiga estação de trens. 


Escombros 9 Com um governo marcado por um fogo amigo espalhado pelo seu ex-mentor, o 3 vezes prefeito Luiz Caetano, Ademar preferiu empurrar com a barriga do descompromisso com a cidade um projeto que hoje, seguramente não teria chegado na radical e questionável demolição do imóvel que abrigou a sede dos poderes do município.  


Escombros 10 Mesmo descuido ficou patenteado com a gestão dos antecessores de Delgado, o demista Helder Almeida (2002/2004), e o seu sucessor Luiz Caetano. Articulado e com trânsito livre em Brasília e no palácio de Ondina, o petista, que já  somava experiência na gestão municipal (1986/1988), teve 2 mandatos seguidos (2005/2012), mas também preferiu deixar como legado a sua marretada no patrimônio.


Escombros 11 Apesar de todos os erros dos antecessores, a gestão do alcaide  Elinaldo insiste na marreta. Ficou claro no processo de demolição do casarão de pastilhas verdes. Num festival de poucas verdades, a própria prefeitura marreta os próprios dedos quando diz que a sua defesa Civil não atestou a necessidade de demolição do imóvel. Quem então produziu esse laudo, que não foi apresentado à imprensa, muito menos à comunidade.  


Escombros 12  Esse erro na condução não parece ter fim e só amplia os problemas. A Coluna apurou que o prédio do antigo cinema é outro candidato a demolição, tal a situação de estrago das suas estruturas. Longe de tratar a situação de forma transparente e profissional, o velho cinema pode ajudar a queimar ainda mais o filme do alcaide.


Escombros 13 Depois da marretada de domingo, a prefeitura deveria se redimir e não esquecer a sigla L.I.M.P.E., eixo da administração pública. Aplicar a Legalidade, a Impessoalidade, a Moralidade, a Publicidade e a Eficiência, como manda a lei, não é favor. A gestão do alcaide Elinaldo precisa divulgar o laudo que respaldou a demolição e apresentar o estudo sobre a situação estrutural do antigo cinema, que pelo novo projeto, segundo nota da prefeitura, vai virar “Cine teatro” e escola de formação de jovens para sua inclusão no mercado cultural. 


Escombros 14 Como antecipou com imagens do novo projeto, a Coluna postada sexta-feira (7), antevéspera da demolição, mostra que as obras previstas seguem longe de trazer de volta os aspectos originais dos imóveis. Inclusive, com a construção de um apêndice localizado entre o antigo cinema e a velha sede da prefeitura, conhecida como o prédio verde, demolido domingo (Confira). 


Escombros 15  Exemplos não faltam na lista dos descuidos com o patrimônio. Qual a contribuição do município com a preservação do acervo do jornal Folha do Subúrbio, do jornalista Eduardo Cavalcanti. Registro de uma Camaçari que as novas gerações precisam conhecer, estão se deteriorando por falta de ajuda para  acondicionamento, digitalização e exposição de tão importante memória.


Escombros 16 O alcaide ainda dispõe de pouco mais de 17 meses de gestão. Mesmo marretado pela ineficiência de sua assessoria, com destaque para as pastas da cultura, pilotada pela doutora Márcia Tude, e da educação, gerida pela doutora e professora Neurilene Martins, ainda dá tempo para fazer a coisa certa e entrar para a galeria dos que se preocuparam com a história da sua cidade.  


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


12/6/2019

 

A antiga sede da prefeitura e de outras estruturas dos poderes municipais foi demolida domingo






Escombros A demolição do imóvel que abrigou a antiga prefeitura, a Câmara de Vereadores e outras estruturas do poder, no último domingo (9), apenas exibiu de forma bruta, em especial nas redes  sociais, uma ferida que estava exposta,  aumentava, contaminava, mas que Camaçari se recusava a cuidar. 


Escombros 2 Muito mais que passagem obrigatória de boa parte da cidade, o conjunto do centro histórico, ou centro antigo da cidade, hoje formado pelos escombros do velho casarão, do antigo cinema e da estação de trens, nunca foi visto pelos gestores da cidade como sendo uma obra necessária. Na verdade, sequer discutiram a necessidade do resgate e preservação do que ainda resta da memória de uma  Camaçari que avança para o futuro de forma perigosa quando apaga o seu passado.


Escombros  3  Mais preocupados com as avenidas, escolas, praças e demais obras importantes, mas com dividendos eleitorais imediatos e outros etc, alcaides esqueceram a história do município, como se o desenvolvimento da outrora apenas crescente cidade sede do polo petroquímico não precisasse de seu passado, inclusive para  entender e tornar seu futuro melhor.


Escombros 4  Nessa linha do tempo merecem destaque os ex-prefeitos José Tude (1989/1992- 1997/2002), que ao projetar e construir o novo centro administrativo, esqueceu de preservar parte da antiga prefeitura construída em madeira, como fez Juscelino Kubitschek com a manutenção do Catetinho,  1ª residência oficial do presidente no novo Distrito Federal. 


Escombros 5 Esse descuido começa com as gestões Humberto Ellery, prefeito biônico entre 1974 a 1985, e eleito (1993/1996). Lista que segue com Helder Almeida, Luiz Caetano e Ademar Delgado, é filha da ausência de  uma política educacional e cultural que sempre excluiu a fundação da cidade, sua história a partir de Vila de Abrantes, seus personagens e sua importância econômica, e até na distribuição das riquezas com sua gente.


Escombros 6 Sobrou para o último e não mesmo vítima desse processo perverso de desconstrução da cidadania e descuido com a história da cidade, hoje sob nova denominação de “sede do maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul”, e dona de uma das maiores receitas do país, com algo em torno de R$ 1,2 bilhão por ano. O alcaide Antonio Elinaldo, ex-menino pobre, preto e sem diploma de doutor, como os seus antecessores de pele clara e certo patrimônio, é filho desse caldo de desinformação e injustiça construído na cidade nos últimos 50 anos. Mas, isso não excluiu o demista da sua parcela de culpa. 


Escombros 7  Durante o mandato do então vereador Elinaldo, o Camaçari Agora, com destaque para a Coluna Camaçarico, denunciou várias vezes esse descaso com o patrimônio. Não existe registro de cobrança do então representante oposicionista no Legislativo sobre a recuperação do centro histórico ao alcaide Ademar Delgado (2013/2016). 


Escombros 8 Mesmo com aliados e totalmente sintonizado com os governo estadual e federal, Delgado nada fez. Muito pelo contrário, ajudou a acelerar o quadro com a retirada do bar do Regis, que apesar das dificuldades, garantia vida, efervescência cultural, e cuidados mínimos com a antiga estação de trens. 


Escombros 9 Com um governo marcado por um fogo amigo espalhado pelo seu ex-mentor, o 3 vezes prefeito Luiz Caetano, Ademar preferiu empurrar com a barriga do descompromisso com a cidade um projeto que hoje, seguramente não teria chegado na radical e questionável demolição do imóvel que abrigou a sede dos poderes do município.  


Escombros 10 Mesmo descuido ficou patenteado com a gestão dos antecessores de Delgado, o demista Helder Almeida (2002/2004), e o seu sucessor Luiz Caetano. Articulado e com trânsito livre em Brasília e no palácio de Ondina, o petista, que já  somava experiência na gestão municipal (1986/1988), teve 2 mandatos seguidos (2005/2012), mas também preferiu deixar como legado a sua marretada no patrimônio.


Escombros 11 Apesar de todos os erros dos antecessores, a gestão do alcaide  Elinaldo insiste na marreta. Ficou claro no processo de demolição do casarão de pastilhas verdes. Num festival de poucas verdades, a própria prefeitura marreta os próprios dedos quando diz que a sua defesa Civil não atestou a necessidade de demolição do imóvel. Quem então produziu esse laudo, que não foi apresentado à imprensa, muito menos à comunidade.  


Escombros 12  Esse erro na condução não parece ter fim e só amplia os problemas. A Coluna apurou que o prédio do antigo cinema é outro candidato a demolição, tal a situação de estrago das suas estruturas. Longe de tratar a situação de forma transparente e profissional, o velho cinema pode ajudar a queimar ainda mais o filme do alcaide.


Escombros 13 Depois da marretada de domingo, a prefeitura deveria se redimir e não esquecer a sigla L.I.M.P.E., eixo da administração pública. Aplicar a Legalidade, a Impessoalidade, a Moralidade, a Publicidade e a Eficiência, como manda a lei, não é favor. A gestão do alcaide Elinaldo precisa divulgar o laudo que respaldou a demolição e apresentar o estudo sobre a situação estrutural do antigo cinema, que pelo novo projeto, segundo nota da prefeitura, vai virar “Cine teatro” e escola de formação de jovens para sua inclusão no mercado cultural. 


Escombros 14 Como antecipou com imagens do novo projeto, a Coluna postada sexta-feira (7), antevéspera da demolição, mostra que as obras previstas seguem longe de trazer de volta os aspectos originais dos imóveis. Inclusive, com a construção de um apêndice localizado entre o antigo cinema e a velha sede da prefeitura, conhecida como o prédio verde, demolido domingo (Confira). 


Escombros 15  Exemplos não faltam na lista dos descuidos com o patrimônio. Qual a contribuição do município com a preservação do acervo do jornal Folha do Subúrbio, do jornalista Eduardo Cavalcanti. Registro de uma Camaçari que as novas gerações precisam conhecer, estão se deteriorando por falta de ajuda para  acondicionamento, digitalização e exposição de tão importante memória.


Escombros 16 O alcaide ainda dispõe de pouco mais de 17 meses de gestão. Mesmo marretado pela ineficiência de sua assessoria, com destaque para as pastas da cultura, pilotada pela doutora Márcia Tude, e da educação, gerida pela doutora e professora Neurilene Martins, ainda dá tempo para fazer a coisa certa e entrar para a galeria dos que se preocuparam com a história da sua cidade.  


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


12/6/2019

 





Vazio

Vazio A demolição do casarão que abrigou os 3 poderes em Camaçari, na manhã de domingo (9), dá bem a dimensão da lacuna existente entre a atual gestão municipal, representada pelo alcaide Antonio Elinaldo (DEM), e o compromisso constitucional com a preservação da sua história, do seu patrimônio e, principalmente no trato de informar a verdade aos seus munícipes.


Vazio 2 Sem ter informado em nenhum momento sua intenção radical, a gestão do demista (Confira) surpreendeu toda a cidade, e até parte de seu governo, com a derrubada de um dos últimos símbolos do poder e da memória da cidade.


Vazio 3 Mesmo datada da década de 1940, imóvel tem valor inestimável para a história da cidade, pois retratava e guardava seus primeiros momentos como formação urbana longe da sua raiz centenária em Vila de Abrantes, outro caso grave de descuido com a história de Camaçari. 


Vazio 4 Pouco mais de 24 horas depois de colocar no chão um pedaço da história da cidade, a prefeitura distribui uma nota para a imprensa, na manhã desta segunda-feira, como se estivesse derrubado um poste. Sem fugir ao seu estilo simplório e ineficaz, nota justifica a demolição  lembrando que o imóvel foi “condenado pela Defesa Civil no ano passado”. 


Vazio 5 Vaga e longe de esclarecer alguma coisa, apenas ampliar as dúvidas, a nota da assessoria do alcaide Elinaldo não explica porque o imóvel só foi isolado com tapumes na última quarta-feira (5), já que ameaçava desabar desde o ano passado.


Vazio 6 Ou será que os mesmos experts da prefeitura imaginaram que em caso de desabamento, agora agravado com as fortes chuvas, nenhuma das centenas de pessoas que esperam diariamente os ônibus e os carros do sistema ligeirinho, no 2º maior ponto de embarque e desembarque de  passageiros depois do terminal rodoviário, não seriam atingidos. 


Vazio 7 Sempre passando longe da verdade, versão para a demolição desmorona com as contradições dentro do próprio governo elinaldista. Em entrevista ao site Destaque-1, o coordenador da defesa Civil, Ivanaldo Soares, sem detalhar, diz que a demolição foi determinada por engenheiros ligados a outros órgãos do governo municipal. “A gente condenou porque a laje estava comprometida, estava em colapso e ameaçava desabar”, disse. Ainda segundo Ivanaldo, que determinou a interdição em 2018, o prédio estava “desabando, ia cair parede e tudo”.   


Vazio 8 Como vem cobrando e alertando a Coluna e o Camaçari Agora, projeto de requalificação do centro histórico de Camaçari virou uma caixa preta, desconhecida até pelo próprio alcaide Elinaldo. Como informou o Camaçarico de sexta-feira (7), Elinaldo não conseguiu disfarçar o ar de desconforto. Mesmo sabendo sobre a demolição, não escondeu seu desconhecimento sobre detalhes de tão importante ação da sua gestão. Disse apenas ao editor da Coluna que sabia “no geral”, ao ser indagado na noite de quinta-feira (6), durante evento na Casa do Trabalho. 


Vazio 9 Mas, esse desconhecimento não é fruto apenas da baixa capacidade da gestão Elinaldo em ser transparente com a coisa pública. Esse oco é alimentado pelos outros atores políticos e representantes da sociedade organizada de Camaçari. 


Vazio 10 Mesmo com tudo para capitanear a festa de inauguração, senão de todo, mas parte do programa de requalificação do centro histórico, o alcaide Elinaldo não demonstra muita distância de seus antecessores Ademar Delgado, ex-petista e hoje sem pouso partidário; e Luiz Caetano (PT). Assim como seus adversários, Elinaldo não soube cuidar do centro de Camaçari, buscando assim reforçar o comércio no centro, hoje sem musculatura na disputa pelo consumidor que a cada dia se aproxima mais dos shoppins.


Vazio 11 O demista sabe que, na real, não dispõe dos 16 meses do calendário até as eleições de outubro de 2020 para revitalizar a região central, principal polo dos pequenos e microempresários que tanto diz defender. Obras no comércio obedecem ao calendário de vendas que reduzem esse prazo a menos de 12 meses de buraqueira, poeira e trânsito interrompido.


Vazio 12  Sem abrir o debate sobre as obras no centro  histórico, Elinaldo que graças a falta de entendimento de sua equipe, termina acumulando mais entulho. O demista não enfrenta apenas o desconforto e a desconfiança dos comerciantes das ruas centrais, desde a praça Abrantes, subindo até a praça Montenegro e adjacências.


Vazio 13  A situação dos mais de duas dezenas de microempreendedores instalados nas proximidades do antigo cinema e da passarela, citado na última Coluna, é outro problema que o alcaide vai precisar enfrentar nos próximos meses.  


Vazio 14  Mas, essas toneladas de escombros que só prejudicam a cidade e sua população, poderiam ter sido evitadas. Sem debater seus problemas e resumir sua agenda política a lutar contra ou a favor do governo, agentes políticos de todas as nuances, e até parte do empresariado terminam demolindo mais que construindo.  


Vazio 15 Onde estava a Câmara de Vereadores que nada cobrou. Nessa caçamba não fazem diferença os intrépidos vereadores oposicionistas e combativos governistas. Os 21 representantes do povo puderam mas sequer realizaram uma sessão especial, uma audiência pública, ou qualquer outra manifestação, apesar da estrutura de pouco mais de R$ 60 mil mensais  que dispõem por cada  gabinete para  propagarem suas ações e remunerar pessoal capaz de desenvolver movimentos de interesse e em defesa da cidade.


Vazio 16 E o conselho municipal de cultura de Camaçari (CMCC). O que fez a atual formação com mandato expirando nos próximos dias, nesses pouco mais de 1 ano de gestão tampão. A alegação de que enviou ofício cobrando da doutora Márcia Tude, titular da secretaria de cultura (Secult) e responsável pelo projeto de revitalização do centro histórico, é muito pouco. Para festejar a distribuição dos R$ 300 mil para mestres e mestras das religiões de matriz africana e da capoeira não faltou espaço e vontade na imprensa e nas redes sociais.


Vazio 17  Mas esse fosso é antigo e não é privilégio do atual CMCC. A antiga formação do colegiado, ainda na gestão do alcaide Ademar Delgado (2013/2016), quando o Camaçarico já cobrava a recuperação e a preservação da memória da cidade com a revitalização do conjunto formado pelo cinema, pela estação de trens e pela agora finada sede dos poderes municipais, é coautora dessas marretadas.


Vazio 18 Nesse pacote de culpas também entram boa parte da imprensa e as entidades empresariais, a Acec e o CDL, que volta e meia andam choramingando redução das vendas no comércio do centro, insegurança, limpeza, melhores vias. Por quê nunca acionaram a prefeitura e foram discutir o projeto de revitalização do centro histórico. Se fizeram, não contaram. Guardar no depósito longe da vitrine é condenar a mercadoria ao encalhe.  


Vazio 19  Citação de Rui Barbosa (1849/1923), "Frase do Dia" do Camaçari Agora desta segunda-feira (10), lembra que o grau de descuido e desrespeito, que o nosso baiano mais ilustre já alertava no começo do século passado, mas que se ajusta como uma luva nessa Camaçari dos tempos modernos: "De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


10/6/2019


 

 





Compromisso

Compromisso Depois de muito vai e não vem, finalmente começaram as obras de recuperação dos prédios históricos localizados no centro de Camaçari. Diferente do previsto inicialmente, as marretas e colhes de pedreiros não começaram pela antiga estação de trens. Depois de mais de 2 anos de dificuldades para fechar um acordo com a Ferrovia Centro Atlântico (FCA), dona da estação, a solução foi mudar o cronograma e atacar o velho prédio onde funcionou as sedes municipais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. 


Compromisso  2 Infelizmente, as marretadas e colheradas não estão apenas nas fases de demolição e ajustes estruturas. Pouco conhecido e sequer apresentado em sua última versão ao conselho municipal de cultura de Camaçari (CMCC), projeto começa a sair do papel sem sequer ser apresentado aos representantes da sociedade civil que encerram seus mandatos nos próximos dias.


Compromisso 3 Segundo apurou o Camaçarico, os conselheiros, mesmo solicitando informações de forma oficial, só tiveram acesso ao estudo inicial, feito ainda na gestão Ademar Delgado (2013/2016). Na época recomendaram a manutenção das características arquitetônicas dos imóveis e a não realização de mudanças que alterassem a estrutura do casarão, sede da secretaria de cultura até 2016, da estação de trens, e do antigo cinema. 


Compromisso 4 Projeto tem tudo para apertar mais dedos. Em conversa com o editor da Coluna, na noite de quinta-feira (6), o alcaide Antonio Elinaldo (DEM) não conseguiu disfarçar sua pouca informação  sobre o que será feito para resgatar a beleza do coração de Camaçari com a revitalização do chamado centro histórico.


Compromisso 5 Desconhecimento, filho da colherada de quina na obrigação de informar à cidade tão importante obra, seus custos, e até propagandear seus benefícios, avança sobre outros membros do governo. A Coluna apurou que até gente graúda ligada à secretaria de cultura (Secult), responsável pela gestão do projeto, mostra pouco conhecimento. 


Compromisso  6 Com acesso a parte visual do projeto, Coluna, que já havia antecipado a inclusão do antigo Camelódromo no projeto do centro histórico, com a sua transformação no SAC municipal (Confira), identificou no mesmo espaço localizado no calçadão próximo aos prédios históricos, a instalação de um espaço chamado de  “pavilhão da indústria e da ciência”. 


Compromisso 7 Uma olhada ainda que superficial também permite identificar mudanças que não mostram sintonia com as recomendações do conselho de cultura, muito menos estabelecidas pelo bom senso em se tratando de imóveis de valor histórico e simbólico para Camaçari e sua gente. 


Compromisso 8 Chama a atenção a construção de uma estrutura de cor alaranjada unindo o cinema e o casarão dos 3 poderes, onde atualmente existe uma passagem com passeios e pavimentação a paralelepípedos ligando a praça Tupinambás à Avenida Eixo Urbano.  A projeção da nova fachada do imóvel, que no projeto aparece nominado como “pavilhão cultural e pavilhão histórico”, hoje coberta com pastilhas verdes, fruto de reforma realizada nos anos 1970, também sinaliza novos elementos. Mudança, ainda segundo o projeto que o Camaçarico teve acesso, cria um novo visual distante do estilo original, e da atual fachada, como mostra a montagem com fotos e a projeção.

 

Fachada original, fachada atual e projeção de como vai ficar o casarão que abrigou os 3 poderes do município






Compromisso 9 Do projeto que a Coluna teve acesso, apenas a antiga estação de trens parece ter sido preservada da sanha modernizadora da chamada requalificação do centro histórico.  Espaço, que vai ganhar gradis de proteção no seu entorno, aparece nomeado como “pavilhão de exposições”.


Compromisso 10  Como em muitos projetos de recuperação de antigos imóveis, principalmente públicos, os vizinhos instalados com seus pontos de vendas no entorno carecem de um outro projeto que sequer foi citado na discreta comunicação oficial sobre o início das obras, distribuída pela prefeitura. 


Compromisso  11  Agir rápido e contemplar de forma justa os interesses desses microempresários é não avançar no já propagado desgaste da administração acusada de abandonar um setor que gera empego e renda para algumas dezenas de famílias dependentes das vendas no local. 


Compromisso 12 Levantamento feito pela Coluna mostra que pelos menos 20 comerciantes dos ramos de alimentação, vestuários e outros serviços devem ser atingidos pelo projeto.  Desconfiados e preocupados, dizem saber por alto sobre a mudança, mas nada sobre local de relocação ou se receberão alguma ajuda para deixar a área. 


Compromisso 13 Parte desses comerciantes, como mostra a foto abaixo, ocupa as áreas localizadas ao fundo do antigo cinema, que passa a se chamar “cine teatro”.  Um número ainda maior de comerciantes se estabeleceu na lateral da velha sala de projeções, onde ficará a rampa com saída de emergência da nova casa de espetáculos. A outra parte dos pequenos estabelecimentos fica do outro lado da antiga passagem dividida ao meio pela passarela sobre a via férrea.

 

Pelo projeto, uma nova construção vai ocupar a via entre o cinema e o casarão antiga sede dos 3 poderes. Clique na imagem para ampliar






Compromisso  14 Informar, compartilhar e apresentar soluções que contemplem a cidade e sua gente não é favor. É obrigação do poder público. 


Fazeres e Saberes Será neste sábado (8), na Cidade do Saber, as eleições para escolha dos novos titulares das 9 cadeiras de entidades e segmentos representativos da sociedade civil do Conselho de Cultura de Camaçari, biênio 2019/21. Formado por 23 conselheiros, sendo 12 indicados pelo governo municipal, e mais os representantes do empresariado do polo industrial (Cofic) e associação comercial (Acec), CMCC tem missão, no papel, de fiscalizar e propor políticas culturais e ações no setor para o município. 


Fazeres e Saberes 2 Disputa mais acirrada acontece no segmento “música”, com 2 candidatos e 70 eleitores. Também terá calor democrático as eleições para os cargos de conselheiro das cadeiras de “sociedade civil e movimentos sociais”, com 2 candidatos e 46 eleitores; “produção cultural” com 4 candidatos e 33 votantes; “teatro”, com 5 postulantes e 35 eleitores; e “artes visuais e artesanato”, com 3 candidatos disputando os 10 votos habilitados.


Fazeres e Saberes 3  Na lista dos segmentos que não devem ter grandes disputas o destaque é para a cadeira “patrimônio cultural – material e imaterial”, que apesar de 2 candidatos e 97 eleitores, recorde  de todo processo eleitoral, deve confirmar a recondução do sacerdote do candomblé Tata Ricardo.  Completam a relação das disputas sem sustos a jornalista Jane Silva reconduzida para a cadeira “audiovisual, radioduifusão e novas mídias”; “dança” e “literatura”, todos com candidaturas únicas. 


Alianças  Enfrentando uma maré de notícias nada agradáveis, o ex-prefeito Luiz Caetano festeja momento revigorante no próximo sábado (15). O petista oficializa sua relação com a doutora Ivoneide, diante de São Thomaz de Cantuária. Casório que promete movimentar todo o entorno da catedral do padroeiro de Camaçari está marcado para às 15h. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


7/6/2019


 

 

Detalhe da atual passagem entre o cinema e o casarão que, pelo projeto será ocupada por uma nova construção alaranjada. Clique na imagem para ampliar




Ruído

Ruído  Depois de quase 2 anos e meio de cochilo, a gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM) começa a acordar e parece querer entender o poder da comunicação e das redes sociais, seja propagando verdades, puxando discussões necessárias, ou até alimentando fake News. 


Ruído 2  Mesmo longe da eficiência necessária, que uma banda do governo já coloca na conta do “pirão perdido”, parte encefálica do time azul promete reagir. A Coluna apurou que o governo Elinaldo não vai mais deixar passar fake News.  


Ruído 3  Todas as postagens e documentos que atinjam a honra do alcaide e busquem desinformar ou distorcer a verdade sobre o atual governo de Camaçari vão parar na Justiça. O alerta veio depois da história do seu João, de 72 anos, que teve sua casa demolida por particulares, mas que ganhou as redes sociais como sendo vítima de mais uma ação truculenta da prefeitura. 


Ruído 4  De fake em fake, de vacilo em vacilo, de descuido em descuido no planejamento das ações do governo, a imagem do alcaide e as ações positivas da sua gestão vêm sendo serradas de forma lenta sem que seus operadores percebam a mutilação. Postura de enfrentamento assumida agora lembra o recente Camaçarico  sobre a falta de um profissional para acionamento do VDM (Confira).


Campeã A matança de jovens na cidade sede do maior complexo industrial integrado da América Latina segue sem cerimônias e longe das preocupações das autoridades do município e do estado. Boletim da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informa que o Camaçari registrou 16 assassinatos em maio. 


Campeã 2  Todas as 16 vítimas eram do sexo masculino, sendo que 9 das 12 vítimas identificadas eram jovens com idades entre 17 e 22 anos. Ainda segundo a SSP, dos 4 mortos sem identificação, 3 foram encontrados no bairro Santa Maria. 


Campeã 3  Número de maio de 2019 não fica longe do mesmo mês do ano passado. No mesmo período de 2018 Camaçari registrou 18 assassinatos. 


Ponto  A casa número 27 da Rua 5 do Canal, no bairro Gleba A, antiga residência do vereador e hoje alcaide Elinaldo, vai voltar a ter movimento. A Coluna apurou que o seu ilustre proprietário planeja transformar o espaço em uma espécie de escritório para atendimento da população.


Ponto 2 Com endereços residenciais do outro lado da cidade, em condomínios classe média alta da Via Cascalheira, o candidatíssimo à reeleição em 2020 não quer perder o ponto onde tudo começou. 


Motosserra Moradores da Gleba A estão pra lá de felizes com o presente que receberam nessa semana em que o planeta festeja o meio ambiente. Agora capitaneados pela secretaria de serviços públicos (Sesp) do doutor Armando Mançur, serviço de poda vem realizando cortes radicais nas árvores do bairro que já teve como morador o atual alcaide. 


Motosserra 2  Por falar em Sesp, o projeto jardim sustentável, criado no começo do governo Elinaldo para reduzir os pontos de descarte irregular de lixo e ajudar a melhorar a paisagem da cidade, segue abandonado. Sem manutenção, estruturas montadas com pneus, peça de eficiência duvidosa, se transformaram no Minha Casa do Aedes aegypti. 


Sob nova direção Depois de mais de uma década de abandono, o prédio onde funcionou o antigo Camelódromo, no centro de Camaçari, vai ganhar destino. A prefeitura prepara a instalação de um SAC municipal no espaço. Com previsão funcionar no começo de 2020, posto de atendimento oferecerá  serviços municipais, além de estruturas da Coelba, INSS, entre outros. 


Sob nova direção 2  Estrutura que começou a ser arrumada, com compra de panelas e outros apetrechos, para ser o restaurante popular, ainda no governo  do  antecessor Ademar Delgado (sem partido) terminou sendo abandonada. Chegou a ganhar utilidade com a instalação de um clube de ping-pong, mas a secretaria de esportes engoliu a bolinha. 


Sob nova direção 3 Utilização do espaço chega com o projeto, que nunca sai do papel, de requalificação do centro antigo de Camaçari, formado pela antiga estação de trens, pelo cinema e pelo casarão que abrigou as sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


4/6/2019


 

 





Delongas

Delongas  Finalmente, a prefeitura de Camaçari resolveu informar à população sobre as intermináveis obras de requalificação na avenida Jorge Amado. Depois da última cobrança do Camaçarico (Confira) que lembrou que o serviço prometido para ser concluído em setembro do ano passado caminhava para o 1º aniversário de atraso, a prefeitura resolveu emitir "Nota de Esclarecimento". 


Delongas 2  No documento enviado no final da tarde de terça-feira (28) ao editor da Coluna, e publicado na íntegra abaixo, a prefeitura começa culpando a gestão anterior pelos atrasos, já que o projeto do antecessor Ademar Delgado não “atendia, na sua totalidade, as necessidades atuais da cidade”, o que obrigou a gestão do alcaide Antonio Elinaldo a “iniciar um novo estudo para uma nova concepção”. 


Delongas 3 Mesmo iniciando o projeto que não servia, já que não contemplava “demandas, não levadas em consideração na concepção do projeto original”, como serviços de drenagem, nota avança justificando com a opção pelo novo projeto capitaneado pelo “ desejo da administração atual pela duplicação do viaduto”. O resultado não poderia ser outro senão o aumento do “valor contratado”, diz a nota. 


Delongas 4  Prefeitura também aproveitou para distribuir culpa entre as concessionárias Coelba, Oi, Vivo e Bahiagás. Até o Clube Social entrou na lista, como se as redes de serviços dessas empresas que cortam a avenida Jorge Amado, e a situação do clube não fossem do conhecimento da prefeitura. 


Delongas 5 Ainda segundo o documento assinado pela diretoria de comunicação da prefeitura, que apenas faz uma única e discreta referência à secretaria de infraestrurtura, sem citar a operadora da máquina da Seinfra, a doutora Joselene Cardim, a gestão Elinaldo optou “por um fracionamento na execução do novo projeto”, que foi dividido em 3 etapas. Ainda segundo a justificativa para os atrasos, foi esse reestudo que obrigou a obra a parar, ter seus custos refinanciados, e só ser retomada em dezembro do ano passado. 


Delongas 6 Sem citar os custos do antigo projeto que a Coluna apurou ser de R$ 8 milhões, prefeitura agora fala em dividir as obras em 3 fases. Mais uma vez sem informar os valores de cada etapa, como manda a transparência com o dinheiro público, a prefeitura estipula apenas prazo para as obras entre a Av. Contorno e o bairro Reserva Camassary, previstos para 15 de julho. 


Delongas 7  Apesar do novo estudo, a nota da prefeitura não fala em prazos de conclusão do trecho da avenida Jorge Amado entre o Reserva Camassary e o viaduto, muito menos sobre a duplicação do viaduto, 3ª etapa do projeto. Diferente das fases 1 e 2, obras de duplicação do viaduto estão incluídas no pacote de cerca de R$ 300 milhões (US$ 80 milhões) obtidos por empréstimo ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).


Delongas 8 A Coluna lembra que a avenida Jorge Amado não acaba no limite da passagem sobre a Via Parafuso (BA-535). Pista, que só no trecho entre o Fórum de Camaçari e o viaduto tem quase 2 quilômetros, soma cerca de 4 quilômetros até as proximidades da rotatória da Via Cetrel (BA-530).


NOTA DE ESCLARECIMENTO 


A Seinfra esclarece que o projeto urbanístico da requalificação da Avenida Jorge Amado inicial aprovado na Caixa, ainda na administração anterior, não atendia, na sua totalidade, as necessidades atuais da cidade e foi preciso iniciar um novo estudo para uma nova concepção, o que, inevitavelmente, demandou mais tempo, tanto de desenvolvimento, como de aprovação da Caixa. 


Em fevereiro de 2018, foi iniciado o primeiro trecho, compreendido entre a Av. Contorno e a entrada da Av. Industrial Urbana. Foram surgindo algumas demandas, não levadas em consideração na concepção do projeto original, mas que intervinha diretamente na vida da população, já que se tratava de uma área basicamente comercial, onde a criação de estacionamentos era fundamental. Concomitantemente, durante a execução da obra, o desejo da administração atual pela duplicação do viaduto foi ganhando forma, o que enfatizou ainda mais a necessidade de um novo estudo para uma nova concepção da requalificação da Avenida Jorge Amado, a qual seria imperativa no surgimento do novo viaduto. 


Diante da realidade da nova concepção da avenida, aliada a um novo estudo de drenagem que se fez necessário, extrapolou-se o valor contratado e, estrategicamente, optou-se por um fracionamento na execução do novo projeto. Logo, a requalificação da Avenida Jorge Amado foi dividida em 03 (três) etapas: 1ª) Da Av. Contorno até a entrada do bairro Reserva Camassary (trecho em execução, com previsão de término até 15/07/19); 2ª) Da Entrada do bairro Reserva Camassary até o viaduto (em fase de assinatura de contrato); 3ª) Duplicação do Viaduto (em processo de licitação).


Portanto, só após as devidas aprovações, foram reiniciados os serviços em dezembro de 2018, dando continuidade à obra. 


Por se tratar da requalificação de uma avenida importante, robusta e com inúmeras interferências, a Seinfra tem enfrentado inúmeras dificuldades com as concessionárias Coelba, Oi, Vivo e Bahiagás, além do Clube Social, que se colocou como proprietário de parte da via existe, possibilitando atraso significativo ao andamento da obra.  


Sempre primando pela integridade da população, a administração atual assumiu a elaboração do novo projeto da Avenida Jorge Amado, delongando a execução da obra, porém primando pela transparência no processo e pela satisfação dos munícipes. 


Diretoria de Comunicação - Prefeitura de Camaçari


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


29/5/2019

 





Alerta

Alerta  A ausência de um importante profissional do aviso, do freio, do radar, tem deixado governos em situações vexatórias e até tirado do páreo quem seguia disparado na frente. Essa carência de ter um titular do Vai Dar M...a, o popular VDM, seja assessor ou secretário, tem terreno fértil na Camaçari do alcaide Antonio Elinaldo e da Câmara de Vereadores.


Alerta 2  Cercado por profissionais com outro perfil, os que Vivem Dizendo M...a, que a Coluna chama de o outro VDM,  o demista vem experimentando vexame atrás de vexame e virando notícia negativa na imprensa e na boca do povo, agora potencializada com as poderosíssimas redes sociais.


Alerta 3 A praticamente 1 ano do prazo de definição dos nomes do seu time para a disputa das 21 cadeiras do Legislativo de Camaçari, e dos ajustes finais na escolha do vice na sua chapa, caso o atual titular do posto, o ex-prefeito José Tude (DEM), seja trocado, o demista não exibe a expertise dos antecessores Luiz Caetano, Helder Almeida, José Tude e Humberto Ellery. Prefere seguir fiel aos conselhos de uma gama de assessores do outro VDM.   


Alerta 4  Com seu principal adversário, o petista Luiz Caetano, fora do páreo, e acreditando que as oposições não conseguirão se unir para fazer frente ao seu projeto azeitado pela máquina municipal, Elinaldo sinaliza total sintonia  com os pensamentos do outro VDM. Está convencido que que nos próximos 16 meses, até o pleito de 4 de outubro, enfrentará mar calmo e céu de brigadeiro.


Alerta 5 Mas, a ausência do VDM do alerta não é privilégio exclusivo do Executivo. O Legislativo também segue um roteiro miúdo e distante dos anseios da população que faz contas para fechar orçamento do mês, isso quando consegue sair do vermelho, enquanto os vereadores só pensam em gastar. 


Alerta 6 Recente assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Câmara de Vereadores com o Ministério Público de Camaçari reduzindo gastos de combustível e despesas outras com veículos para os 21 representantes do povo, mostrada pelo Camaçari Agora (Confira), não parece ter surtido o efeito esperado. 


Alerta 7 O Camaçarico do dia 16 (Confira), portanto pouco mais de duas semanas d#mce_temp_url#o TAC dos combustíveis, antecipou a informação de que os vereadores preparavam mudança na lei para assegurar o 13º salário já a partir de dezembro. 


Alerta 8 Ao ignorar o bom senso do VDM, Câmara de Vereadores apenas acelera e municia o eleitor da convicção de que a atual composição do Legislativo precisa de renovação nas urnas de 2020.   


Fato  O jornalista Jeferson Beltrão conversa com os colegas da mídia de Camaçari sobre ética, credibilidade e a relação entre a assessoria de imprensa e os veículos de comunicação. O encontro, exclusivo para profissionais da imprensa, acontece no próximo sábado (1/6), a partir das 14h30 no auditório da Acec-CDL. 


Fato 2 Diferente do que se imagina, o bate-papo não é capitaneado por nenhuma entidade que congrega profissionais de imprensa da cidade. Quem marca ponto puxando esse importante debate é o vereador Dilson Magalhães (Patri) e sua ágil a acordada assessoria. 


Cartilha  Palestras sobre marketing político, legislação eleitoral e exposição de material sobre campanhas e estratégias para conquistar o eleitor e garantir votos na urna. Esse é o objetivo do 1º Encontro de Pré-candidatos a Vereador de Camaçari e Região que acontece dia 12 de julho, a partir das 19h, no Teatro Cidade do Saber (TCS). Inscrições e mais informações pelo 71-987 935295


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


28/5/2019

 





Envelhecido

Envelhecido  Diferente do PT, que segue estimulando a atuação de sua nova safra de apoiadores e futuros dirigentes do partido, mesmo de olho para que não cresçam muito e engulam os mais velhos, o Democratas de Camaçari faz o caminho inverso e segue promovendo o enfraquecimento do seu futuro com o acelerado processo de desmonte da Juventude Democratas.


Envelhecido 2  Formada por jovens do município identificados com as posições políticas do DEM, a JD-Camaçari vive um veloz e inevitável processo de desmonte. Sem espaço na gestão do demista Antonio Elinaldo, grupo não é ouvido, muito menos consegue montar uma agenda sobre juventude e temas que qualquer governo ajustado e sintonizado com a realidade precisaria debater.


Envelhecido 3  Sem presidente e nenhuma perspectiva de renovação e ampliação dos seus quadros com a eleição de uma nova diretoria, a JD-Camaçari está longe dos mais de 150 militantes, entre filiados ao partido e simpatizantes, que contavam no começo da gestão do atual alcaide e tiveram papel  importantíssimo na eleição do demista. 


Lexotan  Depois de um período de bonança, o alcaide de Camaçari, Antonio Elinaldo (DEM) volta a experimentar o aumento da pressão da maré com a notícia do seu processo na Justiça por envolvimento com o jogo do bicho.  


Lexotan 2 A decisão da juíza Bianca Gomes da Silva, da 2ª Vara da Criminal de Camaçari de mandar andar a ação penal por crime de contravenção de jogo de azar, já que as acusações de lavagem de dinheiro e de integrar organização criminosa foram derrubados  na instância federal, é justamente o que o demista não queria, apesar de saber que esse seria a pule. 


Lexotan 3  Processo, que agora entra na fase de coleta de depoimentos, só terá relatos da defesa, já que a acusação não apresentou testemunhas. Segundo fontes elinaldistas ouvidas pela Coluna, a expectativa é de que o processo seja finalizado com a inocência dos acusados, ainda neste ano. Avançar para 2020, ano em que o alcaide, um dos réus do processo, disputa a reeleição, não é boa agenda, avaliam.


Lexotan 4 Sem filtros, e compromissado com o leitor, o Camaçari Agora divulgou a informação na terça-feira (21), mesmo dia em que a decisão foi publicizada (Confira). Vai continuar assim nas próximas etapas desse e de outros processos.


Réquiem A decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de  derrubar mais uma tentativa do ex-deputado federal Luiz Caetano de seguir no Congresso Nacional para cumprir um 2º mandato, é a vela que faltava para o sepultamento do projeto do petista de governar Camaçari pela 4ª vez.  


Réquiem 2  Notícia do Camaçari Agora (Confiramostra que essa é a 3ª derrota do petista. Avaliação de oposicionistas e até caetanistas ouvidos pelo Camaçarico, é de total impossibilidade de reversão da decisão do Supremo. É o fim do projeto de retomar o poder com a vingança da derrota sofrida em 2016 para o demista Antonio Elinaldo, dizem.


Parabéns  E as obras de requalificação da avenida Jorge Amado seguem sem data de conclusãoe prepara festa  de 1º aniversário de atraso. Promessa feita em fevereiro do ano passado pelo alcaide Elinaldo, de concluir a etapa da via entre o centro administrativo municipal e o viaduto da Via Parafuso, até o aniversário da cidade, em setembro do mesmo 2018, segue longe de ser cumprida. 


Parabéns  2  Pilotada pela doutora Joselene Cardim, titular da pasta da infraestrutura (Seinfra), obra com custo estimado em R$ 8 milhões, seguramente já estourou a cota, com o cronograma tabajara marcado pelo faz, desfaz e refaz dos serviços.


Caixa 2  Os deputados João Bacelar (Podemos) e a Professora Dayane Pimentel (PSL) estão entre os  10  federais da bancada da Bahia que  votaram  pela redução do poder de investigação do  Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ao ajudarem a tirar do Ministério da Justiça e mandar de volta para o Ministério da Economia o órgão que fiscaliza a movimentação de dinheiro suspeito,  parlamentares mostram que querem manter o  velho Brasil. Completam, a lista dos baianos que pensam do mesmo jeito, os deputados Adolfo Viana (PSDB), Alex Santana (PDT), Antonio Brito (PSD), Igor Kannário (PHS), João Roma (PRB), José Nunes (PSD),  Otto Alencar Filho (PSD) e Paulo Magalhães (PSD).


Termômetro Camaçari está entre as 18 cidades baianas que realizarão  domingo (26), manifestações de apoio ao governo do presidente Bolsonaro. Marcado para  às 9h, na praça Montenegro, ato vai mostrar o tamanho dos bolsonaristas e defensores do governo. 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


23/5/2019

 





PTs da vida

PTs da vida O PT de Camaçari vive momentos de ebulição com ajustes e desajustes naturais do processo político. Quem deu o tom desse desconforto com a sinalização contrária ao ex-prefeito Luiz Caetano de indicar sua esposa, Ivoneide Caetano, como sua candidata à sucessão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM), foi o vereador Téo Ribeiro.


PTs da vida 2 Aparentemente disposto a endurecer o jogo nessa fase inicial da pré-disputa pela indicação do candidato petista em Camaçari, o decano do Legislativo, com 6 mandatos, disse durante encontro da militância petista no sábado (18), que agora é sua vez.


PTs da vida 3 Téo não escondeu sua mágoa com o chefe e compadre Caetano. Lembrou seu preterimento à presidência da Câmara em favor de Zé de Elísio, em 2011. Também considerou como desprestígio a indicação de Ademar Delgado para concorrer a prefeitura em 2012, quando achava que estava pronto para a missão e seu nome deveria ser o sacramentado.


PTs da vida 4 Outro que anda reclamando, só que de forma mais discreta, é o também vereador e pré-candidato Jackson Josué. Sem sair da toca e subir o tom como o companheiro Téo, Jackson apenas atualiza o discurso com a tese precoce da pesquisa para escolher o melhor nome. Candidato a deputado estadual em dobradinha com Caetano, Jackson aposta na lembrança do eleitor para garantir lugar na chapa petista. O vereador sabe que nada será definido antes do próximo ano. A sinalização virá do caminho com o PED, processo eleitoral de renovação dos diretórios, previsto para outubro, quando o ex-prefeito Caetano vai mostrar se consegue manter a maioria do colegiado. 


PTs da vida 5 O que os próximos meses vão mostrar é se Téo é mesmo rebelde com projeto de governo, e se o inconformado Jackson vai avançar na sua estratégia. Outro pré-candidato, o também vereador José Marcelino, segue com a campanha em ponto morto. Aguarda o sinal do deputado federal e líder Nelson Pelegrino. 


PTs da vida 6 A tendência é esfriar os ânimos, disse ao Camaçarico um petista já escalado para usar o extintor. Uma ala do partido já começa a articular um armistício para não gerar rachas profundos e difíceis de superar até o final do ano quando o nome deve ser definido para unificar o partido.


PTs da vida 7 Mesmo alardeando e festejando o racha no PT, partidários do alcaide Elinaldo, candidato a reeleição, sabem que movimento de descontentamento pode não ser bom para o demista. Com todos os riscos, o debate, comom no PT, sempre ajudar a oxigenar o adversário, acirrar paixões e até atrair os que estão afastados pelo próprio movimento egocentrico de Caetano. 


Listerine  O ex-prefeito Luiz Caetano precisa ter mais cuidado com suas manifestações públicas, em especial nas redes sociais. Na manhã de sábado (18), durante protesto contra a demolição de um prédio onde funcionava uma copiadora na região do centro administrativo, o petista que já foi 3 vezes prefeito e exerceu mandatos parlamentares, esqueceu a liturgia e não economizou no impropério. Disse textualmente que a decisão da prefeitura era um ‘absurdo’, já que o município não possuía ‘porra nenhuma’, sequer ‘ordem judicial’ para efetuar a demolição do estabelecimento.


Pontaria  A demolição da copiadora Xerographi, localizada na esquina das avenidas Contorno e Francisco Drumond, por agentes da prefeitura de Camaçari, é mais um exemplo da dificuldade de entendimento e sintonia do comando político da gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM).


Pontaria 2 O imóvel, localizado em área pública há cerca de 30 anos foi inicialmente licenciado nos anos 1990 para funcionar como uma barraca de chapa. Com o passar dos anos o equipamento foi crescendo e sendo ampliado e diversificando sua função graças a omissão dos governos Tude, Helder, Caetano, Ademar. O processo de ‘vistas grossas’ seguiu até o começo da gestão Elinaldo, quando ocorreu a última ampliação.


Pontaria 3 Agora, coincidentemente com a mudança do perfil do imóvel que faz limite com as duas avenidas, o proprietário do terreno e a rede de farmácias locatária da área, pleiteiam a vista total para o centro administrativo municipal.


Pontaria 4 Ao entrar numa briga com encaminhamento favorável pela Justiça ao dono do terreno, já que a área da copiadora não possui escritura, por funcionar em área pública, a gestão do alcaide mostra um zelo que não se verifica em outras áreas da cidade infestada por ocupações irregulares.


Pontaria 5 Não satisfeita em esperar a decisão judicial de demolição, patrocinada pelo proprietário do terreno, livrando assim de mais esse desgaste político, ainda que amparado pela Lei, gestão Elinaldo resolve acionar sua marreta. Sob o pretexto de resgate de área pública para construção de passeios, como se a área não possuisse mobilidade suficiente, mesmo com a construção irregular, decisão sem qualquer manifestação prévia do município sobre a necessidade da obra, abala a já não muito boa imagem do governo que passa a ser identificada como manobra para beneficiar o dono do imóvel.


Pontaria 6 Mesmo emitindo nota oficial nesta segunda-feira (20) - leia a íntegra do documento abaixo -o governo não tem como transformar em pó e fazer sumir esse desgaste que tomou as redes sociais e mobilizou parte da Camaçari abalada pelo desemprego e sempre solidária com ações que envolvam prejuízos para micro e pequenos comerciantes da cidade.


Prefeitura esclarece retirada de ocupação irregular


A Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Sedur), esclarece que a ação de retirada de ocupação irregular que ocorreu no último sábado (18/05), em área pública situada em frente ao Centro Administrativo Municipal, foi feita com base legal.
A área referida é ocupada pelo estabelecimento conhecido como Xerographi. Ocorre que no dia 8 de maio, em razão de um recurso judicial do Município, o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) revogou a liminar que impedia a Prefeitura de promover os seus atos de ofício. Não apenas revogou a liminar, como também extinguiu o processo apresentado pela ocupante da edificação situada em área pública.


A demolição é motivada pelo artigo 67 da Lei 399/1995 (Código de Obras do Município) que estabelece que: “Toda obra não licenciada, em terrenos de domínio da União, do Estado ou Município, será sumariamente demolida, imputando-se ao infrator, as despesas ocasionadas com acréscimo da taxa de administração prevista em Lei, sem prejuízo da aplicação da multa cabível”.
A liminar que amparava a ocupante foi dada pela Vara da Fazenda Pública do Município, após a Sedur notificá-la da demolição, já que existe a previsão de obras de construção de passeio público no local.


Por sua vez, essa liminar foi reavaliada e cancelada pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, fazendo com que o Município restabelecesse o poder de autotutela, estando então a Prefeitura (Sedur) no pleno exercício do poder de polícia, desimpedida para proceder seus atos, em cumprimento a lei municipal e interesse público.


A área reclamada pertence ao poder público, sendo que a reclamante apenas apresentou em juízo documentação que atesta um contrato de permissão de uso de barraca e não de propriedade do terreno, que fora objeto de desapropriação na década de 70. Portanto, a área é pública e pode ser retomada a qualquer tempo, é o que dispôs a decisão do Tribunal: “AUSÊNCIA DE DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DE PROPRIEDADE DO TERRENO RECLAMADO. OCUPAÇÃO DE ÁREA PÚBLICA. AUSÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO. PROCESSO EXTINTO”.


Nesse âmbito, ainda assim, a Sedur avisou os ocupantes, na última quinta-feira (16/05), que os mesmos deveriam retirar materiais e pertences que por ocasião estivessem alocados no interior do imóvel, embora houvesse sinais que a edificação estivesse desocupada.


A ação foi programada para o sábado para evitar transtornos à população, tendo em vista que a ocupação fica em local central, de grande tráfego de veículos e pedestres durante dias úteis, no entanto foi impedida por conta da presença de populares e políticos que criaram um ambiente de tensão e insegurança aos funcionários públicos na execução dos trabalhos. Houve uma nova tentativa no domingo (19/05/2019), frustrada pelo mesmo motivo.


A Prefeitura reitera que está amparada pela Justiça para seguir com a ação de desapropriação e lamenta o uso da situação por políticos que têm como único objetivo polemizar o fato para, simplesmente, desgastar o governo, sem nenhum compromisso com a verdade, a lealdade e o comprometimento com o bem público, se comportando de maneira leviana e em concordância com a ocupação irregular de áreas públicas.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


20/5/2019


 

 





Papai Noel

Papai Noel  Se tudo der certo, os 21 vereadores de Camaçari fecham o ano de 2019 com a conta bancária mais gorda. A proposta que soma mais 1 salário de pouco mais de R$ 10 mil como prêmio de final de ano, o 13º como é chamado pelos trabalhadores, começou a tramitar semana passada e deve ser votada e aprovada nos próximos meses.   


Papai Noel 2 Presidida pelo vereador Dilson Magalhães Júnior (Patri), a comissão que vai analisar a proposta de emenda à Lei Orgânica para que tramite de forma a não sofrer recuos com futuros questionamentos legais, tem como relator o petista  Jackson Josué. Completam o colegiado de 5 membros os vereadores Flávio Matos (DEM), José Marcelino (PT) e Zé do Pão (PTB). 


Papai Noel 3  Apresentada ainda na gestão do presidente Marcelino (2015/2016), e agora desarquivada, proposta de criação do 13º para os 21 vereadores de Camaçari volta com força total e apoiada pela maioria. 


Papai Noel 4  Segundo apurou a Coluna, mesmo que a atual proposta, apresentada semana passada e com a 1ª reunião realizada na última segunda-feira (13), não prossiga, um novo projeto será apresentado imediatamente. Prevalecendo essa 2ª alternativa, a tramitação  de uma nova prioposta deve se estender até depois do recesso de julho, quando será votado provavelmente até setembro.


Papai Noel 4  Além do salário, os 21 vereadores de Camaçari têm direito a uma verba de gabinete superior a R$ 35 mil mensais para contratação de assessores. Completam o quadro de benefícios o carro  alugado pelo Legislatico  com todas as despesas pagas e a cota mensal de 3,5 mil para aquisição de combustível.


Conta-gotas  Diferente do  projeto de criação do 13º, segue sem previsão as obras de recuperação do teto do plenário vereador Osvaldo Nogueira, na Câmara de Camaçari, destruído parcialmente pelas chuvas de 1º de abril. Obra, segundo apurou a Coluna, ainda não foi licitada e não deve ficar pronta antes do Camaforró. Enquanto não contratam pedreiro e gesseiro, os 21 vereadores da Casa seguem realizando sessões no Teatro Alberto Martins (TAM). 


Novos ares  Uma parte do PT de Camaçari aposta na renovação e joga suas cartas nos militantes da chamada ala mais arejada do partido para a disputa de 2020.  O atual diretor do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Ceped), Tagner Cerqueira; o ex-secretário de educação do governo Ademar delgado,  Márcio Neves; a liderança estudantil Kaique Ara; e a cantora e agitadora cultural Laís Martins encabeçam a lista.


Novos ares  2  Dos atuais vereadores petistas com nome confirmado na disputa pela renovação do mandato apenas o de Dentinho do Sindicato. Jackson Josué, José Marcelino e Téo Ribeiro se apresentam como pré-candidatos a prefeito. Engorda a disputa a esposa do ex-prefeito Luiz Caetano, Ivoneide Caetano. 


Foco  Depois das redes sociais e da intensificação da atuação do Ministério Público (MP), o amadorismo na política virou movimento totalmente perigoso e pode botar tudo a perder. O mais recente exemplo desse descuido com a comunicação do alcaide Antonio Elinaldo foi dado pela titular da secretaria de desenvolvimento social e cidadania (Sedes). 


Foco 2  No afã de agradar o chefe e acreditando estar realizando uma operação de soma de capital político para o alcaide e candidato a reeleição, com consequente e óbvios louros para sua imagem, a  doutora Andrea Montenegro terminou dando um tiro duplo. 


Foco 3  O alerta do MP (Confira) com recomendação de retirada do vídeo sobre a distribuição da cesta de Páscoa, classificado como ‘propaganda autopromocional do prefeito’, não acertou apenas a secretária. Sem blindagem, treinamento de pontaria, conhecimento de munição e armamento, acertar o alcaide, quase sempre mal posicionado e na linha de tiro tem virado rotina no time azul. 


Hamlet  O alcaide de Camaçari, Antonio Elinaldo (DEM) ainda não sabe se recorre ou paga a multa  de R$ 1 mil, imposta pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), por operação irregular de contratação de empresa, como informou o Camaçari Agora (Confira).


Hamlet 2  Um caminho é pagar o valor, quase uma mixaria, e colocar uma pedra em cima do caso. A outra alternativa é recorrer e apostar no preço mais caro com mais repercussão na mídia e redes sociais, caso tenha seu pleito rejeitado pelo mesmo plenário do TCM.  


Dois patinhos  O cantor ou a cantora que vencer o concurso ‘Voz de Camaçari’ não leva para casa o cheque de R$ 30 mil, como vem sendo divulgado. Prêmio bruto é uma coisa, cheque de premiação que o escolhido ou escolhida vai levar para casa é outra conta e fica em pouco mais de R$ 22 mil. A diferença de quase R$ 8 mil é a mordida do leão do Imposto de Renda.  


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


16/5/2019

 







Números  Situação de 'empate técnico' é o que mostra pesquisa realizada mês passado pelo esquema do governo municipal para avaliar à quantas andam o gosto e as vontades do eleitor de Camaçari. O levantamento para consumo interno, negado por todos, mas comentado à boca miúda pelo alto escalão do time azul, mostra o alcaide Antonio Elinaldo (DEM) com leve vantagem, dentro da margem de erro, sobre o seu principal adversário, o ex-prefeito Luiz Caetano (PT). Mesmo sabendo que seu principal adversário está fora do páreo, o que muda a configuração na disputa real e sinaliza vantagem para o demista, resultado não pode ser considerado um bálsamo.


Números  2   Se essa vantagem apertada for comparada, ainda que de forma simples ao resultado das urnas de outubro de 2016 o demista não demonstra crescimento. Números oficiais do último pleito mostram que Elinaldo somou 73.994 apoios, ou 60,84% dos votos válidos, enquanto o petista Caetano recebeu 44.378 votos, o equivalente a 36,49%. 


Números 3 Nesse jogo de esconde-esconde, o governo que não consegue colocar o alcaide no mesmo patamar do volume de obras e serviços que sua gestão vem realizando, admite apenas que realiza pesquisa qualitativa para avaliar as gestão municipal  por setor. 


Números 4  Profissionais acostumados com o marketing político garantem à Coluna que seria um contracenso e gasto de recursos realizar pesquisa apenas para avaliar a gestão, sem buscar saber como anda o gestor e qual o sentimento da população sobre seu trabalho e os desejos do eleitor de ver ou não o demista mantido no cargo de prefeito por mais 4 anos. Mesmo admitindo que só realizou pesquisa qualitativa e não fez a chama quantitativa, nada impede de promover uma avaliação mais pessoal do alcaide. Basta aprofundar os questionários com  a caça de mais detalhes, dizem os experts.


Números 5  Segundo apurou o Camaçarico, essa pesquisa mostra que as pastas com mais reclamações são as da saúde, da educação e da cultura. Regida pela professora doutora Neurilene Martins, a Seduc entra no 3º ano de gestão sem conseguir regularizar o calendário de aulas e o sistema de distribuição do fardamento e material escolar. Já na Secult, capitaneada por Márcia Tude, a Coluna lista a falta de sintonia com os movimentos culturais da cidade, a adoção de uma política minimalista com enxugamento de estruturas, e dificuldade para executar tirar do papel projetos como o de requalificação do centro antigo de Camaçari. 


Números 6 Mesmo campeã no quesito reprovação, em parte por conta de problemas estruturais e de gestão, a pasta da saúde (Sesau) apresenta características diferentes. Estrutura comandada pelo vereador licenciado do PR, Doutor Elias Natan, apesar da relativa melhora, segue a regra nacional dos recursos sempre insuficientes para atender a demanda crescente da população sem plano de assistência. Camaçari, com cerca de 300 mil habitantes, soma mais de 600 mil pessoas em seu de cadastrados e aptos a receberem atendimento pela estrutura municipal através do SUS.


Números 7 Nessa lista da outra Camaçari exclusiva dos usuários do sistema público de saúde não conta apenas com parentes de residentes que buscam em Camaçari o atendimento que não conseguem em suas cidades. Até secretário municipal e familiares com CEP em outro município engordam esse cadastro que não para de crescer.


Regra Se depender do alcaide de Camaçari, seus companheiros de governo não poderão aplicar o projeto familiar nas eleições de 2020. Sem citar o Camaçarico postado no dia 30,  que tratou do impedimento legal da primeira-dama na disputa para a vereança (Confira), o demista Antonio Elinaldo, usando a expressão 'boatos', garantiu durante manifestação na última sexta-feira (3), que sua base não terá candidaturas com o mesmo sobrenome. 


Regra 2 Mesmo sem destinatário oficial, o recado não passa longe do atual vice-prefeito, José Tude (DEM). Segundo fontes da Coluna, são cada dia mais intensos os movimentos para fazer a atual secretária de cultura, Márcia Tude, candidata a vereadora no pleito de outubro do próximo ano. Confirmada a cota de apenas um nome por família, a filha e tida como herdeira política do 3 vezes prefeito e atual vice-prefeito só disputa se o papai ficar fora da chapa de reeleição encabeçada por Elinaldo. 


Regra 3  Decisão de barrar e alardear que é contra o projeto familiar na política, parece ser munição com amplo uso. O petista Luiz Caetano, que dificilmente terá seu retratinho na urna, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que lhe tirou o mandato de deputado por crime pela Lei da Ficha Limpa, tenta viabilizar a candidatura da sua esposa, Ivoneide Caetano. Pacote pode incluir ainda a irmã Soledade Caetano numa nova tentativa na chapa proporcional.


Vestibular   O 'coro dos mudos' sobre o corte de verbas na UFBA e os consequentes riscos de comprometimento no orçamento do programa de implantação do campus de Camaçari ganhou o importante apoio do Legislativo de Camaçari. Em mais uma sessão, na última terça-feira (7), o tema continuou fora da pauta dos preocupados e comprometidos vereadores do município. Nem o instrumento legislativo com efeito meramente midiático conhecida como uma 'Moção' condenando o corte e os riscos para o campus de Camaçari foi apresentada e aprovada pelos 21 edis.  Nesse palco onde a omissão é regra, o destaque vai para a sempre intrépida e combativa bancada formada pelos  5 vereadores da oposição.


Vestibular 2  O silêncio, marca comum de quem não sabe qual resposta enumerar, segue impávido e soma mais um importante apoio. Professora doutora Neurilene Martins, titular da pasta municipal de educação (Seduc) seguiu o roteiro e nada falouo durante o ato de assinatura de convênio para implantação no município do programa 'Educar pra Valer', sobre os riscos para o ensino e pesquisa que a decisão do governo Bolsonaro provoca.


Vestibular 3 Ex-aluna da UFBA, a doutora Neurilene perdeu uma grande oportunidade. Poderia não apenas de corrigir o aluno Elinaldo, já que falou antes dele, abrindo assim espaço para que o alcaide se redimisse da omissão. A doutora tinha a obrigação, por formação e por defender publicamente princípios básicos da educação, mostrar para as dezenas de professores e centenas de alunos presentes no Teatro Cidade do Saber, que educar pra valer passa por uma universidade forte. 


Vestibular  4 Como mostrou o Camaçarico (Confira), campus de Camaçari precisa de cerca de R$ 3 milhões para implantar já neste 2º semestre de 2019 e em 2020, os laboratórios necessários para prosseguimento dos cursos ministrados no espaço provisório na Cidade do Saber. Para reforçar essa suspeita, que vem sendo pauta do Camaçari Agora e da Coluna, a UFBA anunciou nesta semana que seu orçamento para investimentos sofreu bloqueio em R$ 5 milhões, uma queda de 42%.


Na garagem Depois do festival de uso e abuso do dinheiro dos trabalhadores para promoção pessoal, o presidente do sindicato dos metalúrgicos, Julio Bonfim resolveu recolher seu carro.  É o que sinaliza a nova peça de campanha do sindicato. Diferente das 'campanhas' anteriores, o atual banner veiculado na imprensa de Camaçari omite a imagem e o nome do presidente e pré-candidato a prefeito pelo PCdoB. 


Na garagem  2  O comportamento atípico e fora dos padrões da democracia, da igualdade e do respeito ao dinheiro público, no caso dos trabalhadores que contribuem com a manutenção de todas as despesas do  sindicato, foi denunciado alguma vezes pela Coluna. A última referência foi na edição de 8 de março, notas Grife 4 e 5 (Confira). 


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


 9/5/2019

 





Vestibular

Vestibular  Parece não ter jeito. Os estrategistas da gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM) seguem empurrando o chefe para a reprovação. A última nota vermelha aplicada no próprio chefe pelos ‘universitários do time azul’ foi a omissão da gestão sobre o risco real de cortes no orçamento da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com consequente atraso no projeto de implantação definitiva do campus da UFBA em Camaçari.  


Vestibular 2  Apesar do alerta do Camaçarico (Confira), postado na manhã de segunda-feira (30), e do imaginado respaldo do time de educadores pagos para assessorar o alcaide, o governo municipal preferiu insistir no equivocado silêncio. Perdeu o ‘time’ e sequer apresentou manifestação de apoio à  Universidade Federal da Bahia, avaliam figuras do próprio staff elinaldista ouvidas pela Coluna.  


Vestibular  3  Ao fugir do debate que lhe diz respeito como prefeito de uma cidade sede de um campus da UFBA, Elinaldo não apenas perde o discurso em defesa da universidade, que teria de fazer e soube usar quando da inauguração do campus, no ano passado. Também deixa de participar com outras figuras da política do privilegiado espaço de defensor da UFBA, na imprensa e nas redes sociais. Mais agil, apesar do atraso de quase 2 dias, o líder do Democratas no estado e presidente nacional da legenda, o alcaide da capital, ACM Neto, terminou faturando ao criticar a posição do governo federal que apoia.


Vestibular 4  Mas, o demista, agora vice-presidente estadual do DEM, não estava sozinho na sua aparente despreocupação com o risco de cortes no projeto UFBA-Camaçari. Seu grande aliado e tido como um dos articuladores do processo que finalizou a instalação do campus no município, o deputado federal Paulo Azi, coincidentemente presidente estadual do partido, também gazeteou o debate. 


Vestibular 5 Sem emitir sinais oficias de preocupação e até solidariedade, o alcaide parece não entender  muito menos compartilhar o clima de preocupação de alunos, professores e servidores do campus de Camaçari. A UFB-Camaçari não funciona apenas com luz, água, segurança e instalações bancadas pelo município, como ficou acordado e vem sendo cumprido. Com o projeto de implantação do campus em andamento, unidade aguarda agora a resposta da reitoria da universidade para o repasse de cerca de R$ 3 milhões necessários para implantação de laboratórios que precisam funcionar já no 2º semestre, a partir de agosto deste ano, e em 2020.


Vestibular 6 Mesmo com mais de 2 anos de experiência no comando da gestão, Elinaldo não parece entender que o corte de 30% das verbas nas federais pode atingir o projeto UFBA-Camaçari, com a desaceleração da implantação de etapas e sua finalização em 2022 com a transferência do atual campus na Cidade do Saber, para as instalações definitivas na BA-512, área vizinha ao Ceped.


Vestibular 7  Outro demista que anda se atrapalhando com sua assessoria, ou por falta desse indispensável apoio, é o presidente do Legislativo Municipal, Jorge Curvelo. Mesmo informado em março sobre a capacidade cítrica do ‘limão’ do Ministério Público de Camaçari (MP), caso prosseguisse com a gastança de combustível e aluguel de veículos, como fizeram seus  antecessores, os petistas Téo Ribeiro e José Marcelino, e o tucano Oziel Araújo, Curvelo preferiu acelerar. 


Vestibular 8  Basteria acrescentar a água e o açúcar do entendimento para transformar a amarga receita do Ministério Publico numa bela ‘limonada’.  Com a mesma dificuldade do alcaide, o doutor Curvelo perdeu a oportunidade de faturar o título de presidente que iniciou o processo de moralização dos gastos no Legilslativo. De quebra, ainda amenizaria a desgastada imagem da Casa do Povo com o ressabiado eleitor. 


Vestibular  9 Sem a receita da 'limonada', o resultado foi o desgaste de ter que assinar com o MP um Termo de Ajustamento de Conduta para não ser acionado na Justiça por improbidade administrativa e quebra dos princípios da administração pública como seus antecessores (Confira). Pelo TAC, Curvelo se compromete a botar freio na gastança do Legislativo, como mostrou em detalhes a reportagem intitulada 'Vereador de Camaçari vai usar carro plotado e gasolina controlada', postada na edição do dia 30 do Camaçari Agora (Confira)


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


6/5/2019

 





Vestibular

Vestibular  Agora, que é ‘patrono’ do campus da Universidade Federal da Bahia de Camaçari, o alcaide do município precisa se mexer rápido e acionar sua tropa de apoios na Câmara dos Deputados e Senado. Antonio Elinaldo (DEM) precisa sair em defesa não apenas da manutenção das verbas para manutenção e prosseguimento do projeto do campus de Camaçari.


Vestibular 2 Nessa que é a sua 1ª prova de desempenho, o alcaide precisa engrossar o coro dos que defendem a UFBA e a sua importância para a Bahia. Mesmo reconhecida como uma das melhores, a federal da Bahia sofre retaliações que precisam ser rechaçadas. Notícia postada nesta terça-feira (30) no Camaçari Agora (Confira) mostra que o ministério da educação determinou o corte de cerca de 30% das verbas da UFBA e de outras federais por ‘baixo desempenho acadêmico’ e promoção que o ministro Abraham Weintraub chama de ‘balbúrdia’ em seus campus. 


Cronograma  O vereador licenciado e  atual titular da  secretaria de habitação (Sehab), Junior Borges (DEM) tem mais 11 meses, até  final de março, para botar para andar o projeto ‘Papel passado’, que regulariza a situação de milhares de imóveis em Camaçari, alojar novos moradores no  Minha Casa, e  conseguir que a prefeitura implante o ‘meia passagem aos domingos e feriados’. Em entrevista com direito a capa na edição de abril da revista Nossa Metrópole, o demista, que já quis ser presidente do Legislativo e candidato a deputado estadual, admite que só tem um caminho, a disputa para a reeleição, já que o 'meu líder', como chama o alcaide Elinaldo, será candidato a reeleição. 


Apoio precioso  Por falar em eleição municipal, a esposa do prefeito Elinaldo, d. Ivana Paula, não é candidata a vereadora nas eleições de 3 de outubro de 2020. A Coluna não discute vontades e desejos, mas assegura que a lei impede que parente de 1º grau do prefeito e candidato a reeleição dispute outro cargo eletivo. A ressalva só para o parente que já possui mandato eletivo e enfrenta a reeleição. 


Apoio precioso 2 Coordenadora do projeto de voluntariado ‘Abrace Camaçari’, d. Ivana vai apenas apoiar a reeleição do marido e dar uma força, provavelmente, para mais de uma candidatura, além do líquido e certa apoio ao atual presidente do Legislativo, Jorge Curvelo, amigo pessoal da família e correligionário de partido.


Semente  Apesar do tamanho do vaso, da qualidade da muda e da capacidade do regador, dificilmente as obras de reforma e requalificação do Horto de Camaçari começem neste 2019.  Essa novela ecológica é velha. Desde o governo do antecessor do alcaide Elinaldo, Ademar Delgado, que se fala, promete, a prefeitura divulga notícia sobre a requalificação do maior e mais importante espaço verde localizado na área urbana da sede do município. 


Semente 2  Se, com o horto, plantado numa área hoje inferior a cerca de 10 mil metros quadrados, graças às invasões e podas executadas pela próprio poder público, a finalização se arrasta, imagine o projeto que transforma o degradado Morro da Manteiga num parque. 


Semente 3  Depois do ‘Concurso Público Nacional de Estudo Preliminar de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo’, em andamento, vem a etapa das contestações e contribuições dos doutores de todos os partidos e tendências religiosas. Passada essa fase política, justamente em período pré-eleitoral de acordos e agrados, município que vai precisar construir parcerias com a iniciativa privada para tirar o projeto do papel e seguir os caminhos legais com licitação e início das obras. Portanto, o projeto capitaneado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil-Departamento Bahia (IAB/BA), é desafio do tamanho de 680 campos de futebol. 


Rifada  Com ou sem política partidária, Camaçari não poderia ficar de fora da 67ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros 2019 (JUBs). Com um estádio desaparelhado e sem estrutura para receber atletas, a desarticulada Camaçari não está se comportando como a 2ª maior economia do estado. Como informou o Camaçari Agora (Confira), a maior competição do esporte universitário da América Latina acontece na última semana de outubro e terá como cidades-sede Salvador, Lauro de Freitas e Simões Filho.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


30/4/2019

 





Chuteira

Chuteira  O alcaide Antonio Elinaldo segue sem festejar, com a natural e necessárias divulgação de pesquisas, a popularidade e as ações da gestão, comuns em todos os governos bem pontuados. Mesmo passando da metade do mandato, o demista ainda não apresentou, nem usou sua rede de apoios para exibir sequer um levantamento feito por instituto de amostragem de opinião pública em que aparece bem pontuado, ou que sinalize a eficiência e acertos das ações do seu governo.


Chuteira 2  Silêncio, reforçado pelo eficiente alarde da oposição, só faz ampliar a desconfiança de que a gestão não está tão bem como faz questão de deixar em falas do próprio alcaide, e manifestações públicas dos aliados. Mesmo com um inegável significativo volume de obras e conjuntura política favorável, como a recente aprovação do empréstimo de R$ 300 milhões pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina, reconhecida até pela oposição, a gestão do demista segue apática.  


Chuteira 3  Sem conseguir mostrar com eficiência suas realizações no município, e atrelar à sua imagem esse capital político, o alcaide espera, não se sabe o quê, para mexer no jogo.


Chuteira 4  Se acredita que vai ganhar a disputa com folga, quase um 'WO', por conta do afastamento do seu principal adversário, o ex-prefeito e agora sem mandato de deputado federal, o petista Luiz Caetano,  o  demista Elinaldo sinaliza que ignora as regras e o movimento esférico da bola. Parece esquecer que todo campo tem duas traves e vence o jogo quem erra menos.


Chuteira 5  A partir de maio, logo ali, na próxima quarta-feira, a gestão Elinaldo terá exatos 8 meses de 2019 para ajustar estruturas, entregar obras, recompor o maltratado time azul, e botar a máquina para andar, já que 2020 é ano de 9 meses que serão praticamente consumidos com o natural e acelerado processo de desconstrução de imagem, regra básica e universal da política em ano eleitoral.


Ô de casa ! ‘Camarão que dorme, a onda leva’. Mesmo longe de ser classificado como crustáceo, o dito popular pode ser aplicado ao secretário de habitação de Camaçari, o vereador licenciado Junior Borges (DEM).  Com a demora de lançamento e aplicação do programa ‘Papel passado’ que garantiria escritura sem custos para proprietários de imóveis de programas residenciais no município, Borges terminou sendo jogado para longe. 


Ô de casa ! 2 Planejado para ser lançado no ano passado, programa  terminou virando ação política do vereador Téo Ribeiro (PT).  Pré-candidato a prefeito, Téo foi mais rápido e  fechou com a  Urbis uma parceria que vai garantir a regularização  das escrituras de cerca de 5 mil imóveis atendidos pelo programa  estadual. Estrutura do governo Rui Costa é comandada por Emerson Leal, pai do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Leal (PP). 


Bate-cabeça Prestes a entrar no 5º mês, a gestão do presidente da Câmara de Vereadores de Camaçari, Jorge Curvelo (DEM), segue como se estivesse ainda em janeiro, quando o demista assumiu o comando do Legislativo.  Graças a velocidade da nova direção administrativa, licitações e outra medidas necessárias ao bom andamento da Casa seguem engasgadas. O descuido está deixando o Legislativo até sem copos descartáveis e água mineral.


Tabuleiro Quem pensa que os problemas da gestão municipal com a Feira de Camaçari acabaram com o anúncio, ontem (Confira), de um novo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), errou na mercadoria, no preço e no peso. Agora são 2 TACs. O 1º segue cobrando o pagamento das taxas condominiais atrasadas pelos permissionários, e define o desligamento  com perda do espaço de vendas em caso de calote. O novo TAC trata de questões referentes ao consumidor, sanitárias e ambientais.


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor) 


26/4/2019

 





Ignição

Ignição  Com quase 28 meses de gestão e muita dificuldade de cumprir a promessa de melhorar o sistema de transporte com a implantação de uma frota de ônibus moderna e um programa mais amplo de mobilidade urbana em Camaçari, o alcaide Antonio Elinaldo só amplia seu currículo de ações negativas no setor.  


Ignição 2  Depois da mais recente barbeiragem, com a criação de dois valores de passagens para o mesmo roteiro, medida adotada apenas para atender os empresários de ônibus (Confira), o demista  segue numa via que pode conduzí-lo para mais uma manobra perigosa num período da gestão onde os erros não são mais aceitáveis. 


Ignição  3  Servidores da superintendência de trânsito e transportes do município (STT) estão insatisfeitos com o tratamento que a categoria vem recebendo da gestão. Movimento que atinge maioria dos cerca de 100 efetivos e parte das duas dezenas de nomeados pede o cumprimento da promessa de implantar o plano de cargos e salários da categoria e pagar as gratificações prometidas. Lista das juras feitas na já longínqua campanha eleitoral de 2016 também inclui a diferença do reajuste salarial de 2010, que os agentes da STT não receberam.


Ignição 4 Categoria também reclama do comportamento nada técnico do atual superintendente, o coronel PM Alfredo Castro. Dizem que todo o trabalho desenvolvido pelo ex-superintendente Armando Yokoshiro tem sido ignorado. Esse retrocesso, ainda segundo os servidores da STT ouvidos pela Coluna, tem representado um prejuízo no projeto mais amplo de organização do trânsito na cidade e na viabilização de um amplo programa de mobilidade urbana.  


Joia rara O projeto de requalificação da aldeia hippie de Arembepe é mais um teste para a gestão do alcaide Antonio Elinaldo nos quesitos cultura, arte e memória. Com a ajuda dos ‘universitários’ do seu governo, que já mostraram nada saber, o demista vem levando nota baixa no vestibular com os atrasos e incertezas na execução dos projetos de reforma, resgate e reaproveitamento da estação de trens, do antigo cinema, e do casarão que sediou os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, todos instalados no coração e marco zero da cidade. 


Joia rara 2 Orçado em cerca de R$ 5 milhões, segundo fontes ouvidas pela Coluna, e assinado pelo artista design gráfico e arquiteto mundialmente conhecido, Gringo Cardia, projeto vai transformar os cerca de 230 mil metros quadrados do hoje abandonado e degradado espaço da contracultura dos anos 1970 num parque ecológico e museu vivo.


Joia rara 3 Com um portfolio que inclui trabalhos como o ‘Caminhão museu sentimentos da terra’, ‘Casa de Jorge Amado’ e ‘Museu do Carnaval’, esses últimos em Salvador, projeto de Gringo Cardia vai manter os moradores e suas atividades no local, com lojas de artesanato, restaurantes, instalações e esculturas, além de espaços para contemplação e meditação, fundamentais para manter a aura e o astral da única aldeia hippie do Brasil.


Joia rara 4 Confirmada a vontade política da atual gestão em priorizar e botar para andar o projeto, nesses 20 meses restantes de governo, a hoje desordenada e descuidada Arembepe vai ganhar um importante impulso capaz de resgatar a proposta de transformar o povoado num local de beleza e lazer, fundamentais para ampliar o perfil do seu público visitante com geração de emprego e renda.


Joia rara 5 O projeto de Gringo Cardia, que inclui a participação do poder público com o financiamento e a execução de parte das obras, e a iniciativa privada, com outra parcela dos recursos necessários, pode ser o ‘brinco de ouro’ que falta para Arembepe retomar seu caminho de beleza e presença na história e no turismo da Bahia.


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João Leite Filho  joaoleite01@gmail.com (Editor)


22/4/2019

 





Perigo

Perigo O Camaçari Agora se solidariza com a Revista Crusoé e o site O Antagonista, atingidos pela absurda censura imposta pelo Supremo Tribunal  Federal (STF). Lamentável que a casa que deveria ser a guardiã das liberdades e do livre direito de expressão patrocine ato de retaliação à veículos de comunicação sob a falsa alegação de praticar fake news.


Perigo 2  Decisão do  STF publicada pelo Camaçari Agora (Confira), expõe o país e suas estruturas a um risco e cria um clima de retrocesso que ninguem quer mais. Medida do Supremo abre precedente  e vira risco de ampliação desse ambiente de pressão sobre a imprensa nas demais estruturas da Justiça instaladas nos estados e municípios.  


Confiança  O 3 vezes prefeito de Camaçari e ex-deputado Luiz Caetano (PT) pode virar cabo eleitoral na sucessão municipal de 2020, mesmo que a Justiça devolva seus direitos políticos e uma das 513 cadeiras na Câmara dos Deputados. A possibilidade de  apenas coordenar o processo na base oposicionista foi assegurada durante entrevista ao editor  do Camaçarico, na manhã de sábado (13).


Confiança 2  Acompanhado apenas da esposa e pré-candidata à sucessão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM), Ivoneide Caetano, o ex-prefeito não descarta um outro nome petista para a disputa, mesmo que as condições legais permitam sua postulação a um 4º mandato. Não nega nem confirma que a doutora Ivoneide seja sua carta guardada para a sucessão de Elinaldo. Também desconversa sobre um acordo com seus  seguidores para colocar a esposa como vice na chapa, ou até num projeto para a Câmara de Vereadores. Diz apenas que vai ficar 'satisfeito' com a vitória de um dos seus correligionários, desde que seja de sua confiança, destaca. 


Confiança 3 Para o petista não vai ser difícil derrotar Elinaldo, independente de ser ele o candidato e dono de um capital de cerca de 40 mil votos, ou outro nome com seu aval. Caetano festeja e pauta parte das suas ações de guerrilha, nas conversas de pé de ouvido com a população, ou nas redes sociais, no festival de erros da gestão do demista e na baixa capacidade dos seus opositores em gerar fatos positivos.


Confiança 4 O fechamento da Feira de Camaçari e a dificuldade de encontrar uma solução que contemple permissionários, Justiça e consumidor, o recente duplo aumento nas passagens dos ônibus e o desgaste com os servidores são grãos que formam o terreno movediço que vem afundando seu algoz nas eleições passadas, aposta. Enfático, diz que o governo chega ao meio do mandato sem soluções para os problemas básicos da cidade. Garante que a diferença de cerca de 30 mil votos da derrota de 2016 não existe mais. 


Modo stand By  O experiente 3 vezes prefeito de Camaçari e atual vice, José Tude (DEM),  sabe que não vai contar tão cedo com qualquer manifestação de apoio à sua manutenção na chapa do atual alcaide e candidato a reeleição no não tão distante outubro de 2020. Mesmo com o conforto de ter seu principal adversário, o ex-prefeito Caetano fora da disputa, Elinaldo sabe que precisa somar para compensar o desgaste do poder e de uma gestão que está mais para 'montanha-russa' que 'roda-gigante', avaliam integrantes do chamado time azul ouvidos pela Coluna.


Estátua  O conselho municipal de cultura de Camaçari (CMCC) inscreve até 8 de maio os eleitores e candidatos interessados no processo eleitoral do colegiado para o triênio 2019/2021. Estão em disputa as 11 cadeiras de titular e suplente dos segmentos áudio-visuais, radiodifusão e novas mídias, música, teatro e congêneres, dança e congêneres, patrimônio cultural (material e imaterial, livro e literatura, artes visuais e artesanato, produtores culturais, sociedade civil e movimentos sociais. Os outros 12 assentos são de estruturas ligadas ao governo e segmento empresarial.


Estátua 2 A expectativa de produtores e gente da cultura em constante queixa à Coluna é de que os eleitos na votação marcada para 8 de junho e empossados ainda no 2º semestre avancem e contribuam de forma efetiva na sua missão de formulação e fiscalização da politica cultural. 


Estátua 3 O atual conselho encerra sua gestão tampão sem um 'piu' sobre o projeto de requalificação do centro antigo que inclui a reforma e uso da antiga estação de trens em núcleo de memória da cidade, da transformação do antigo cinema em espaço cultural, e do casarão ex-sede dos 3 poderes em equipamento de preservação da história de Camaçari. O CMCC também ficou mudo sobre questões importantes como o descaso com a troca de nome da praça Mãe Eulina, batizada pela prefeitura como Maria Eulina, num gritante desrespeito à história da cidade e a uma das mais importantes sacerdotisas do candomble em Camaçari. 


Estátua 4 Para não dizer que a Coluna esqueceu as flores e perfumes distribuídos pelo conselho, cita a premiação de mestres e mestras do candomblé e da capoeira, agraciados cada um com R$ 10 mil pelo trabalho de manutenção, resgate e reconhecimento da nossas manifestações culturais. 

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João Leite Filho  joaoleite01@gmail.com (Editor)


16/4/2019

 

Escultura do artista plástico mineiro Alfredo Ceschiatti localizada em frente ao prédio do Supremo




Lugar marcado

Lugar marcado  Independente do CNH governista ou de aposição, a barbeiragem é geral na condução do buzu Camaçari. Não é só o prefeito Antonio Elinaldo  (DEM) que anda fazendo manobras perigosos na gestão, como a recente adoção de duas tarifas de ônibus para o mesmo serviço (Confira). A oposição também anda de pneu furado no debate sobre o inédito aumento diferenciado que beneficia responsáveis pelo péssimo serviço e atinge  cerca de 70 mil passageiros por dia, alto  em torno de  R$ 6 milhões mensais. 


Lugar marcado 2  Mais preocupados com a sucessão municipal de 2020, os vereadores petistas e integrantes da base oposicionistas só pensam em fotos e outras postagens nas redes sociais. Usar as ferramentas  de comunicação e outros mecanismo do Regimento Interno do Legislativo, para cobrar a planilha de custos do sistema, detalhes sobre o funcionamento do Camaçari Card, e outros números que garantam uma tomografia do serviço de coletivos continua longe dos planos dos 4 intrépidos representantes do povo. Nessa lista, apenas o 5º espadachim, Binho do 2 de Julho (PCdoB), está fora de combate por ordem médica.  


Lugar marcado 3  O único movimento até agora foi o pedido de Audiência Publica para discutir o projeto de modal de transporte no município. Mesmo assim a proposta feita em março  terminou virando sugestão de todos os 21 vereadores e segue sem data. Com as sessões acontecendo no palco do Teatro Alberto Martins (TAM), espaço provisório  até a reforma do teto do plenário do Legislativo, montagem da Audiência pode  demorar ainda mais.


Lá e cá  Mais uma vez a força da máquina municipal mostrou que o sindicato dos servidores de Camaçari (Sindsec)  é generoso e dá uma forcinha ao governo de plantão quando a situação aperta. A decisão da assembleia de quarta-feira (10), de aceitar o pagamento parcelado de parte das reposições salariais atrasadas apenas repetiu o filme. O atrelamento ao poder, nem sempre ideológico, vem se repetindo nos últimos governos, com prejuízo apenas para os trabalhadores. Aconteceu na gestão Caetano, no período Ademar e agora com o alcaide Elinaldo.  


Lá e cá 2  O modus operandi de arrocho nas contas públicas a partir da folha salarial e a busca de soluções que atendam os interesses do poder não é exclusividade de Camaçari. No estado, comandado pelo petista Rui Costa, os trabalhadores estão sem aumento desde 2016. Infelizmente, as mesmas estruturas partidárias que pressionaram para que os servidores de Camaçari recusassem o acordo de parcelamento de 4 vezes até 2020, não exibem igual disposição na mesa de negociação com o governo estadual. É essa dubiedade, movida por interesses meramente partidários, que vem matando o movimento dos trabalhadores e empurrando todas as lideranças para o buraco da pelegada. 


Acelera  O vereador José Marcelino (PT) parece  que vai mesmo entrar na corrida pela indicação do seu nome na disputa pela sucessão municipal de 2020. O 'fusca' que ele prometeu tirar da garagem, durante entrevista ao Camaçarico, na lavagem de Arembepe, começa a aquecer o motor. A Coluna apurou que o petista, ligado ao deputado federal Nelson Pelegrino, contratou nova equipe de comunicação e vai mexer no mandato para ajustar à nova realidade. 


Acelera 2  Enquanto isso, a candidata preferencial e 'plano A' do ex-prefeito Luiz Caetano, a doutora Ivoneide, segue ampliando sua pista de decolagem. Vem promovendo encontro com mulheres empreendedoras, empresários e lideranças, sob as benções do maridão que apenas justifica o direito legítimo da esposa colocar seu nome como petista filiada, mulher e figura com qualificação.


Acelera 3  Lançada em março, como registrou o Camaçarico na nota 'Na vitrine' (Confira), a doutora Ivoneide Caetano não enfrenta resistência pública, mas vem sofrendo com o mimimi dos companheiros de legenda, os vereadores Jackson Josué, José Marcelino e Téo Ribeiro, que se imaginavam os únicos em condições para a disputa. Lista dos insatisfeitos com o que chamam projeto familiar de manutenção do poder, inclui lideranças petistas e representantes de partidos aliados. 


Conta Apenas 12 meses separam as verdades da Ford e do sindicato dos metalúrgicos. A montadora inicia em maio um programa de demissão voluntária de 3,5 mil operários, enquanto a representação dos trabalhadores diz que fábrica não demite até abril de 2020. 


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João Leite Filho  joaoleite01@gmail.com (Editor) 


11/4/2019 Atualização às 14h09

 



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