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PT discute estratégias de apoio a Lula nesta quinta em Salvador


A cúpula do PT já admite que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser preso antes da Páscoa, em 1.º de abril, e por isso decidiu intensificar a campanha para cobrar a reação dos militantes nas ruas. Ações para evitar a priosão e estratégias de mobilização serão discutidas na próxima quinta-feira (15/3) em Salvador. Reunião da executiva nacional, do PT aprovará um calendário de ações a favor do ex-presidente. A ideia é aproveitar o Fórum Social Mundial, na capital baiana, para lançar o "Comitê Internacional em Defesa da Democracia e de Lula". 


A  presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que o partido irá com Lula "até as últimas consequências" e não aceitará de braços cruzados a prisão. "Se eles querem trucar, nós vamos pagar para ver", afirmou Gleisi. "Nós não vamos aceitar mansamente a prisão do Lula." Logo em seguida, porém, a presidente do PT destacou que não estava pregando qualquer ofensiva violenta. Em janeiro, a senadora chegou a dizer que, para prender Lula, seria preciso "matar gente".


"Antes que me questionem, não estou falando aqui que vai ter revolução. Mas a militância do nosso partido e os movimentos que sempre lutaram ao nosso lado não vão aceitar isso pacificamente", insistiu a senadora.


Gleisi criticou o que definiu como "inércia" do Supremo Tribunal Federal (STF) ao não analisar a legalidade de prisões nos casos de condenação em segunda instância antes de esgotados todos os recursos judiciais. "O que estão fazendo com Lula é uma coisa sem precedentes na história desse País e fere frontalmente a Constituição. Agora, caminha-se para ela ser rasgada outra vez, pela inércia do Supremo de não decidir uma coisa que é vital para a sociedade, e não só para Lula", atacou a presidente do PT.


O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) deve julgar o recurso impetrado por Lula entre os dias 26 e 28 deste mês. O PT não tem qualquer expectativa de reverter ali a sentença que o condenou a 12 anos e um mês de prisão, no caso do triplex do Guarujá, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.


No último dia 6, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou a concessão de habeas corpus preventivo pedido por advogados do ex-presidente para evitar a prisão dele. Diante desse cenário, a defesa do petista pede que o Supremo julgue com urgência ações que tramitam na Corte para garantir o argumento do princípio constitucional da presunção de inocência.

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