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Ex-pastores recorrem contra júri popular pela morte de Lucas Terra


O garoto, na época com 14 anos, foi abusado sexualmente e queimado vivo em 2001

Acusados de estuprar e matar Lucas Terra em 2001, os ex-pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva,  vão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão de manter o júri popular.  O crime teria sido cometido dentro de um templo em Salvador, onde o garoto Lucas terra, na época com 14 anos, trabalhava como “obreiro”. Joel Miranda e Fernando Aparecido foram acusados pelo ex-pastor Silvio Roberto Galiza de participação no assassinato.


Em primeira instância, os réus foram impronunciados diante da ausência de indícios de autoria do crime, entendimento depois revertido pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que decidiu mandar os réus a júri popular. No recurso ao STJ, a defesa dos ex-pastores alegou nulidades no julgamento do TJ-BA, porque o tribunal teria considerado versões sobre o crime diferentes daquelas apresentadas pela acusação na primeira instância. Para o ministro Felix Fischer, não há ilegalidade na decisão que determinou a submissão dos réus ao tribunal do júri.


O adolescente foi abusado sexualmente e queimado vivo pelo ex-pastor, Silvio Roberto Galiza em março de 2001. O corpo do adolescente foi encontrado carbonizado em um terreno abandonado na avenida Vasco da Gama. De acordo com o pai do garoto, Carlos Terra, o motivo para o crime foi porque  seu filho teria flagrado os dois pastores fazendo sexo. A informação foi confirmada em depoimento pelo ex-pastor Galiza. "Ele falou que meu filho  foi morto porque viu, sem querer, os bispos fazendo sexo dentro da igreja", explica o pai.

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