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Produção industrial baiana acumula perda de 6,6% entre janeiro e maio

A produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia cresceu 3,6% em maio na comparação com abril, que registrou queda de 0,7%. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 1,0%. A variação acumulada entre janeiro e maio de 2017 registrou taxa de -6,6% em relação ao mesmo período de 2016.  


Ainda segundo dados analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, recuou 8,2% frente ao mesmo período anterior, queda menos intensa do que a observada em abril último (-8,3%).


A expansão no ritmo da produção industrial nacional, com taxa de 4,0%, na comparação entre maio de 2017 com o mesmo mês do ano anterior, foi acompanhada por nove dos 14 locais pesquisados, com destaque para os aumentos mais acentuados assinalados por Santa Catarina (9,5%), Paraná (7,6%), Ceará (7,4%), Rio Grande do Sul (7,4%) e São Paulo (4,3%). Por outro lado, Mato Grosso (-3,5%), Pernambuco (-3,2%), Bahia (-1,0%), Goiás (-0,6%) e Amazonas (-0,1%) assinalaram taxas negativas nesse mês. No acumulado dos 5 primeiros meses do ano, 10 dos 14 locais pesquisados registraram taxa positiva, com destaque para os aumentos em Rio de Janeiro (4,6%), Santa Catarina (4,3%), Espírito Santo (3,4%) e Paraná (3,1%). As maiores quedas do período ocorreram em Bahia (-6,6%) e Mato Grosso (-1,4%).


No confronto com maio de 2016, a indústria baiana apresentou queda de 1,0%, com 8 das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. O setor de Metalurgia (-41,9%) foi a principal influência negativa no período, explicada pela menor fabricação dos itens barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre. Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos de Coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (-4,4%), Produtos químicos (-6,6%), Bebidas (-27,0%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-79,9%).


A principal contribuição positiva ficou com Veículos (43,0%), influenciada pelo aumento na produção de automóveis. Outros setores que apresentaram resultados positivos foram: Couros, artigos para viagem e calçados (54,1%), Produtos alimentícios (4,7%) e Celulose, papel e produtos de papel (5,3%).


No acumulado entre janeiro e maio de 2017, comparado-se com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 6,6%, com 9 dos 12 segmentos da indústria geral influenciando o resultado, com destaque para Metalurgia com recuo de 41,0% e Coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, que teve queda de 14,0%.

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