Entre R$ 20 bilhões e R$ 60 bilhões é o custo estimado por entidades para a bancar a tarifa zero para transporte urbano nos fins de semana e feriados em cidades brasileiras com sisrtema de trabnsporte público. Atualmente, mais de 130 cidades já aplicam o passe livre no País.
De acordo com a Associação Nacional dos Transportes Urbanos (NTU) o projeto do Governo federal custaria cerca de R$ 20 bilhões por ano ao Orçamento do governo. Já a Confederação Nacional dos Municípios (CMN) tdiz que esse custo poderia chegar a até R$ 60 bilhões .
Para o presdiente da CNM, Roberto Ziulkoski, o custo, mesmo bancado pelo Orçamento Federal, representaria um risco para as prefeituras. "Pode representar um custo a mais para as prefeituras, dependendo da forma como será feito o repasse. É uma insegurança enorme”, afirmou.
Na Câmara dos Deputados, há diversos projetos que tratam da tarifa zero. O objetivo da proposta é criar um Sistema Único de Transporte público urbano, nos mesmos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero, o deputado Jilmar Tatto (PT-SP) é um dos nomes que defendem a proposta. “A saúde, a educação e a assistência social já contam com recursos de emendas parlamentares. Por que o transporte público não pode contar também?, questionou Tatto.
Ainda segundo o parlamentar, a proposta é mais ambiciosa. A tarifa zero começa no fim de semana e evolui para desempregados e madrugadas até chegar a gratuidade total.