A bandeira tarifária no mês de setembro permanecerá amarela. Com isso os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Esse será o quinto mês seguido com conta de luz aumenrtadsa pelo sistenma de bandeiras. De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração. Em maio, foi acionada a bandeira amarela e essa situação permaneceu nos meses seguintes.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a manutenção do custo adicional nas tarifas de energia “reflete condições menos favoráveis de geração de energia” no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
O sistema de cores sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras. Segundo a Aneel, para pagar por essas usinas, o governo aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Projeções mostram que reajustes até o final de 2026 devem somar, em média, 8%. O percentual representa praticamente o dobro da estimativa do mercado para o IPCA, índice oficial de inflação, projetado em 4,1%. No ano passado os reajustes nas contas de luz somaram 12,31% para uma inflação oficial de 4,26%
Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra
Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh)
Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh)
Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).