Já no Campo Grande, depois do desfile de quinta-feira (2), as imagens do Caboclo e da Cabocla, símbolos da Independência da Bahia, podem ser visitados até domingo (5). Praça é referência devido ao monumento da Indepéndência. Peça foi criada na Itália pelo artista Carlo Nicoliy Manfredini e montada em Salvador pelo engenheiro Antonio Augusto Machado. A inauguração do munumeto de 25 metros de altura aconteceu no 2 de julho de 1895.
Uma ampla programação cultural com shows de bandas e grupos culturais movimentam a região onde fica localizado o monumento da Independência.
A tradicional Volta da Cabocla acontece na tarde do domingo, dia 5, quando os símbolos deixam o Campo Grande e retornam ao Pavilhão da Lapinha, acompanhados pela orquestra do maestro Reginaldo de Xangô.
O 2 de Julho, que neste ano completa 203 anos, festeja a vitória dos brasileiros com a expulsão das tropas portuguesas em 1823, um ano depois da declaração de independência do Brasil. Data é considerado pelos baianos como a "verdadeira independência do Brasil".
Os festejos começaram em 25 de junho em Cachoeira, cidade heroica que foi o quartel-general das tropas brasileiras. Prosseguiu com os fogos simbólicos do Recôncavo Leste de Cachoeira e o do Recôncavo Norte de Mata de São João em direção ao bairro de Pirajá, em Salvador. A cerimônia de chegada da chama ao Largo de Pirajá, com hasteamento das bandeiras, execução do Hino Nacional, acendimento da pira e homenagem ao general Labatut aconteceu na quarta-feira (1/7), véspera do grande desfile. Programação incluiu a tradicional missa na Catedral de Salvador, no Centro Histórico.