A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,6% no trimestre março/maio e exibe leve queda em relação aos 5,8% do trimestre encerrado em fevereiro. O número de desempregados ficou em 6,1 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é o menor desde maio de 2012. Já a populção ociupada registrou alta de 0,5% no trimestre, atingindo 102,7 milhões de pessoas, e aumento de 0,8% no ano.
Cerca de 39,3 milhões de trabalhadores do setor privado estavam com carteira assinada (excluem-se trabalhadores domésticos), estabilidade no trimestre e no ano.
O número de empregados sem carteira no setor privado se manteve em 13,4 milhões de pessoas e o número de trabalhadores por conta própria (26,0 milhões) também ficou estável.
A taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, contra 37,5% no trimestre encerrado em fevereiro e 37,8% no trimestre de março a maio de 2025.
O número de trabalhadores desalentados diminuiu 10,2%. Já o rendimento médio real mensal em todos os empregos manteve-se estável em R$ 3.726.
Dados setoriais mostraram ganhos trimestrais em transporte e administração pública, enquanto o crescimento anual foi liderado por agricultura, transporte e serviços públicos. Os serviços domésticos permaneceram como o único setor a registrar uma queda anual.