O mercado fonográfico brasileiro fechou 2025 com um faturamento de R$ 3,9 bilhões, o que representa um crescimento de 14,1%. Ainda de acordo com o levantamento, o Brasil subiu para a 8ª posição entre os maiores mercados do mundo no ranking global da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). Em crescimento desde 2010, país era 10º no ranking em 2023.
O destque nesse mercado são as plataformas de distribuição de música que arrecadaram R$ 3,4 bilhões, uma elevação de 13,2% nas receitas digitais, comparadas com 2024. O cescimento do mercado do streaming no Brasil é um dos que mais avançam, diz o levantamento das Pró-Música Brasil.
Sem o tamanho de antes da digitalização, o mercado físico segue em cerescimento com público específico. Aprser de o mercado do vinil representar menos de 1% do total das das receitas do setor, as vendas físicas cresceram 25,6%, puxadas pelas vendas de vinil. Stor tem um público específico e espaço na produção e no marketing da indústria fonográfica pela estratégia de carreira de alguns artistas.
O mercado mundial da música fechou 2025 com faturamento de US$ 31,7 bilhões. Impulsionado pelo streaming, que representa quase 70% da receita tota, soma 837 milhões de usuários pagos, sendo que o modelo por assinatura é o principal motor.
Os Estados Unidos lideram com 38,7% da receita global, seguido do Japão, Reino Unido, China, Alemanha, França, Coreia do Sul. Atrás do Brasl aparecem Canadá e México.