Busca:

  Notícia
 
Bahia fecha 2025 entre os estados com as maiores taxas de desemprego do país

A Bahia segue entre os estados com  a maiores taxas de desemprego do páis. Dados do quarto trimestre (outubro/dezembro) de 2025, mostram que  o estado  aparece no final do ano passsado com taxa de 8%. Fica atrás apenas de Pernambuco (8,8%) e Amapá (8,4%), e empata com Alagoas e Piauí. 


Ainda segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as menores taxas  de desemprego  foram Santa Catarina (2,2%) e em Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (2,4%).


No resultado anual, a taxa de desemprego recuou de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. 


As maiores taxas anuais de desemprego foram registradas no Piauí (9,3%), na Bahia e em Pernambuco (ambos com 8,7%) e no Amazonas (8,4%).Já os menores índices foram observados em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).


No país, a desocupação ficou em 5,1% no período, abaixo dos 5,6% registrados no trimestre anterior e 1,1 ponto percentual menor do que no mesmo período de 2024, quando era de 6,2%.


A taxa anual de subutilização do trabalho ficou em 14,5% no Brasil. O Piauí registrou o maior nível, com 31,0%, seguido por Bahia e Alagoas, ambos com 26,8%. As menores taxas foram observadas em Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).


Já a taxa anual de informalidade atingiu 38,1% da população ocupada. Os maiores percentuais foram registrados no Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%). Os menores níveis apareceram em Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).


O percentual anual de pessoas que desistiram de procurar trabalho ficou em 2,6% no país. O Maranhão teve a maior taxa, de 9,5%, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%). As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).


Os dados do IBGE , divulgados sexta-feira (20), também mostram diferenças de gênero no acesso ao mercado de trabalho, com taxas de desemprego mais altas entre elas nos três últimos meses do ano. Entre homens a taxa é de 4,2%, menor que entre mulheres: 6,2%.


O desemprego também apresentou diferenças relevantes conforme o nível de escolaridade do trabalhador. Veja abaixo: Ensino superior completo: 2,7%; Ensino superior incompleto: 5,6%; Ensino médio incompleto: 8,7%.


Em relação à renda, em 2025 o rendimento médio anual habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.560 no país. Maranhão, com R$ 2.228: Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394) aparecem entre os menores rendimentos médios anuais.


Ainda nos três último meses do ano, eram 1,1 milhão de pessoas que buscavam trabalho havia dois anos ou mais no país. O número recuou 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando 1,3 milhão estavam nessa situação.


Entre os que procuravam emprego havia menos de um mês, o contingente também foi de 1,1 milhão, uma queda de 23,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior, quando 1,4 milhão estavam nessa condição.


 Ainda no quarto trimestre, a taxa de subutilização da força de trabalho foi de 13,4% no país. O maior nível foi registrado no Piauí (27,8%), enquanto o menor apareceu em Santa Catarina (4,4%).


O percentual de pessoas que desistiram de procurar trabalho ficou em 2,4%. O Maranhão teve a maior proporção (9,1%), e Santa Catarina, a menor (0,3%).


Entre os trabalhadores do setor privado, 74,4% tinham carteira assinada. Santa Catarina liderou com 86,3%, enquanto o Maranhão apresentou o menor percentual, com 52,5%.


A parcela de trabalhadores por conta própria foi de 25,3% no país. O Maranhão teve a maior proporção (34%), e o Distrito Federal, a menor (17%).


Já a taxa de informalidade foi de 37,6% da população ocupada. O Maranhão registrou o maior nível (57,3%), e Santa Catarina, o menor (25,7%).

Mais Notícias

Estudo da CNC diz que fim da jornada 6X1 pode gerar cortes de postos de trabalho
Luiz Carlos Azedo no Colunistas: O STF e a necessidade de revisão
Angélica Ferraz no Colunistas: Informação e compromisso
Coluna Camaçarico 23 fevereiro 2026
Eleitor tem até o dia 6 de maio para alterar o local de votação ou atualizar dados pessoais
José Américo da Matta no Colunistas: Um personagem singular
Bahia fecha 2025 entre os estados com as maiores taxas de desemprego do país
Diocese de Camaçari festeja 15 anos com grande ato religioso
José Américo no Colunistas: Carnaval, lucro e separação
Maioria dos brasileiros conhece e já teve experiência com a Inteligência Artificial


inicio   |   quem somos   |   gente   |   cordel   |   política e políticos   |   entrevista   |   eventos & agenda cultural   |   colunistas   |   fale conosco

©2026 Todos Direitos Reservados - Camaçari Agora - Desenvolvimento: EL