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Justiça da Espanha decide pena de Daniel Alves até o final do mês


Depoisi de três dias de  audiências do julgamento do jogador Daniel Alves pelo crime de estupro,  encerrados na quarta-feira (7/2), o Tribunal de Barcelona, na Espanha, tem até o dia  27 para apresentar  sua decisão. Se ele for considerado culpado, ainda poderá recorrer ao Tribunal de Apelação, mas terá de aguardar o novo processo na prisão.


O último dia foi  de  depoimentos de representantes periciais do caso além do próprio Daniel, que apresentou uma quinta versão sobre o ocorrido na data. O jogador brasileiro foi o último a ser ouvido, como parte de um pedido da defesa, e afirmou em juízo que a relação sexual com a suposta vítima, em dezembro de 2022, foi consensual. 


Ele contou ainda que quando chegaram na boate onde tudo ocorreu, foi um amigo dele, chamado Bruno, que chamou a suposta vítima e as amigas dela para onde eles estavam. "Ficamos dançando por um tempo a dançar mais próximo, começou a roçar suas partes nas minhas. Coloquei a mão e quando começou a tensão sexual, falei para ir ao banheiro, e ela disse que tudo bem", disse no jogador.


No banheiro, tudo teria ocorrido de forma consensual, segundo Daniel. "Lembro que ela sentou em mim. Não sou um homem violento. Não a forcei a praticar sexo oral. Ela não me disse nada. Estávamos desfrutando os dois e nada mais", afirmou também.


O jogador disse ainda que não viu mais a jovem e as amigas dela e que quando saiu da boate, percebeu que tinha bebido demais. Quando chegou em casa viu que a esposa estava dormindo e que ele dormiu logo depois.


"Estou dizendo o mesmo que das outras vezes. Soube pela imprensa que estavam me acusando", relatou Daniel. Ele também disse que revelou apenas a parte do sexo oral em primeiros depoimentos porque achava que a esposa poderia perdoá-lo.


A pena máxima para o crime de estupro na Espanha é de 12 anos de prisão. O Ministério Público pede nove anos de reclusão. A tendência é que, se condenado, o jogador tenha, no máximo, seis anos de cárcere. O motivo é o pagamento da defesa à Justiça, ainda no início do processo, no valor de 150 mil euros (cerca de R$ 800 mil). 


A defesa do jogador pediu que ele aguardasse a decisão em liberdade provisória.  “Solicitamos que seja acordada a sua liberdade provisória, com a retirada dos seus dois passaportes, o do Brasil e o da Espanha”, solicitou a advogada Inés Guardiola. 


a agressão aconteceu no dia 30 de dezembro de 2022. A a vítima teria sido convidada para entrar na área VIP da boate "Sutton", na Espanha. No espaço reservado, a mulher conheceu Daniel Alves e os dois dançaram juntos. Depois disso, ambos teriam entrado em um banheiro, onde a agressão sexual teria ocorrido.

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