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No ambiente político algumas questões são fundamentais para manter a popularidade e a aceitação pública dos atores dessa área. A convivência civilizada com seus pares e adversários, respeito aos blocados administrativos e jurídicos, preservação da imagem perante a sociedade, respeito a opinião pública, transparência dos seus atos. 


Neste cenário a imprensa desponta como potencial aliada para ampliar a divulgação das ações e feito, principalmente nos canais de credibilidade e respeito. Muitos dos representantes do povo não observam tais procedimentos e agem na conformidade dos seus interesses e dos seus princípios ideológicos e assim são fadados a atropelos políticos e legais, corroendo a legitimidade de suas posições em lapsos de equívocos em situações evitáveis.


Nos últimos dias a sociedade jornalística e a população em geral foram surpreendidas por uma atitude do presidente da Câmara Municipal de Camaçari ao representar judicialmente contra veículos de comunicação do município, pedindo a censura de publicações e o aditivo de indenização pecuniária pela publicação de matéria que o desagradara. 


Fato surpreendente de uma parlamentar que ao surgir trazia a esperança de jovialidade, modernidade e arejamento das práticas políticas no município, além de um histórico de inteligência e capacitação para o exercício que se estimava como promissor para cargos de maior relevância no sentido de protagonizar ações de alcance aos anseios de um município carente em ideias voltadas para o desenvolvimento socioeconômico e melhoria das condições de vida dos que moram, cuidam de seus familiares e trabalham na localidade.


Essa imagem o vereador/presidente Junior Borges, do União Brasil, se mantem no imaginário dos munícipes. Acredita-se que o ato deve ter sido motivado por assessoramento indevido. No entanto causa surpresa que apenas entidades de classe de nível estadual e nacional tenha se posicionado sobre o assunto caracterizando a sua gravidade. 


A classe politica local e os demais veículos de comunicação se omitiram, calaram e deixaram transparecer se tratar de um assunto isolado, como se não estivessem passíveis de serem os próximos dessa ação. PORQUÊ? Isso, em um momento em que líderes de partidos progressistas e de direita, sinalizam sobre a motivação em estabelecer regras sobre o trabalho, o papel da imprensa e de seus profissionais.


Da parte da família @camacariagora não se manifesta nenhuma insatisfação ou reprimenda ao nobre vereador, nem aos que se omitiram, no entanto, a pretensão é manter a obrigação de manter a linha de trabalho no sentido de bem informar aos leitores sem exacerbar em comentários pessoais, para agradar pessoas e grupos ou preservação de interesses por sinalizações de postagens de anúncios e propagandas políticas, administrativas e comerciais. Somente a notícia sem contornos que possa escamotear o cerne da informação.


O que desejamos é que tais esforços sejam canalizados para proposições que possam minimizar as condições de vida de milhares de pessoas que se encontram desempregadas no município, assim como os que foram direcionados para a miséria absoluta e a fome. 


Vida que segue. Que DEUS e os Orixás iluminem nossas lideranças e nos protejam.


Adelmo Borges Adelmobs@terra.com.br


Opiniões e conceitos expressos nos artigos são de responsabilidade do autor

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