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Brasileiro volta a guardar dinheiro na caderneta de poupança

Depois de 3 meses com  mais retiradas que depósitos, abril voltou a registrar captação positiva com  R$ 3,841 bilhões líquidos na poupança. De acordo com o Banco Central, o resultado ocorre na esteira da volta do pagamento do auxílio emergencial para uma parcela da população. Em abril, os aportes na poupança somaram R$ 267,073 bilhões, enquanto os saques foram de R$ 263,233 bilhões. Esse movimento gerou o depósito líquido total de R$ 3,841 bilhões no mês. Considerando o rendimento de R$ 1,745 bilhão da caderneta em abril, o saldo total das contas chegou a R$ 1,019 trilhão.


Abril foi o primeiro mês de 2021 em que houve mais depósitos do que saques na poupança. Nos meses de janeiro, fevereiro e março, os brasileiros haviam retirado mais recursos da caderneta. No acumulado de janeiro a abril, a população já retirou R$ 23,701 bilhões líquidos da caderneta. Em 2020, em meio à pandemia, a poupança havia registrado dez meses consecutivos de depósitos líquidos (de março a dezembro).


No ano passado, a caderneta havia sido favorecida pelo pagamento de auxílios à população. Além disso, a poupança foi impulsionada em 2020 pela maior cautela das famílias brasileiras. Preocupadas com a renda futura e com medo do desemprego, muitas delas reduziram gastos e passaram a aplicar recursos na caderneta, o que elevou o saldo. Esse movimento foi o que o próprio BC chamou de “poupança precaucional”.


Em contrapartida, as famílias passaram a enfrentar, no início de 2021, as tradicionais despesas de início de ano (IPTU, IPVA, matrículas de filhos em escolas particulares e gastos com material escolar), além de um ambiente ainda negativo para a economia. Nos primeiros meses do ano, o governo não pagou o auxílio emergencial, o que também afetou os saldos. Estes fatores favoreceram os saques na poupança em janeiro, fevereiro e março, com muitos brasileiros precisando de recursos para fechar as contas.  


A poupança é remunerada atualmente pela taxa referencial (TR), que está em zero, mais 70% da Selic (a taxa básica de juros), hoje em 3,50% ao ano. Assim, a remuneração atual da poupança é de 2,45% ao ano, o que não cobre necessariamente a inflação. Essa regra de remuneração da poupança vale sempre que a Selic estiver abaixo dos 8,50% ao ano. Quando estiver acima disso, a poupança é atualizada pela TR mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Estadão

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