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Sensação de insegurança do estudante brasileiro é uma das mais altas

A sensação de segurança dos estudantes brasileiros é uma das mais baixas, segundo estudo realizado pelo  Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Com dados de 2022, levantamento  feito em 81 países mostra que no Brasil, 10% não se sentem seguros dentro da sala de aula, índice superior à média dos países ricos, membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 7%.


O Brasil também tem maiores proporções de estudantes que relatam casos de bullying, na comparação internacional. Cerca de 22% das meninas e 26% dos meninos relataram terem sido vítimas de atos de bullying pelo menos algumas vezes por mês. A média da OCDE é 20% para as meninas e 21% para os meninos.


Por aqui, 9% dos estudantes relataram que outros estudantes espalharam boatos desagradáveis sobre eles em 2022. Eram 14% em 2018. Essa proporção passou de 11% para 7% na média da OCDE.


Com relação a outros espaços dentro das escolas, 13% dos estudantes brasileiros sentem-se inseguros em locais como corredor, refeitórios e banheiros. Contra 10% na média da OCDE. A maior insegurança é no caminho para a escola. No Brasil, 19% dos estudantes relataram não se sentir seguros nesse trajeto. Essa taxa é o dobro da registrada na média dos países da OCDE, de 8% -nos Estados Unidos somente 4% dos alunos têm essa sensação.

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