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Salvador e outras 7 capitais não estão preparadas para a flexibilização

Salvador e mais 7 capitais do Brasil não estavam prontas para flexibilizar as medidas de isolamento social, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford. Além da capital baiana, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Goiânia, Manaus e Porto Alegre "não atenderam aos critérios da OMS, embora as políticas de resposta à Covid-19 tenham reduzido a mobilidade" dos habitantes, diz a pesquisa.


De acordo com o estudo, que vem sendo feito em 170 países, não há testes em volume adequado, falta um programa de rastreamento de contato para tentar conter o contágio, além do desconhecimento dos brasileiros  sobre o que fazer se apresentarem sintomas ou se tiverem contato com pessoas que tiverem sintomas.  


A Escola de Governo da Universidade de Oxfordtambém levantou quais foram as políticas públicas implementadas, e com qual grau de rigidez, em cada um deles. Há alguns países, especialmente aqueles que se organizam como uma federação, onde as decisões dos governos estaduais e municipais são relevantes. É o caso do Brasil. 


Entre as pessoas ouvidas que afirmaram ter tido sintomas, 13% foram testadas a tempo e 7% disseram que tentaram fazer o teste, mas não conseguiram. "De fato, o único fator que previu significativamente a realização de um teste, no período anterior à pesquisa e enquanto a carga viral ainda era detectável, era ter uma renda mensal de pelo menos 10 salários mínimos", diz a pesquisa.


Se alguém tem sintomas ou se tiver contato com alguém que teve sintomas, é preciso ficar completamente isolado, sem nem mesmo ir ao mercado para comprar comida durante duas semanas. A maioria das pessoas (95%) não faz distinção entre o isolamento que todos devem fazer, em que há possibilidade para atividades essenciais, com o de quem tem sintoma ou se expôs a quem tem sintomas.


O estudo recomenda prolongar o período do auxílio emergencial além dos 3 meses iniciais, especialmente enquanto locais de trabalho permanecerem fechados. "É importante considerar que é improvável que a renda dos trabalhadores informais se recuperará rapidamente após a reabertura dos locais de trabalho." Por fim, sugere expandir os testes e estabelecer uma política para rastreamento de contatos. 


O projeto no país é resultado de um projeto realizado por pesquisadores da Blavatnik School of Goverment, de Oxford, da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas e da Universidade de São Paulo. "Para esse estudo, foi feita uma pesquisa telefônica entre 6 e 27 de maio, com 1.654 pessoas, para avaliar qual é o entendimento das pessoas a respeito da crise da Covid-19 e o que é preciso fazer. G1

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