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Maternidade do HGC funciona de forma precária, diz MP

A maternidade do Hospital Geral de Camaçari (HGC) apresenta uma série de problemas estruturais e não possui pessoal suficiente para atender a demanda de  mulheres que  usam diaramente o maior hospital da região. A constatação é do Ministério Público  do Estado que realizou inspeção no HGC na  quinta-feira (8).


Dentre os problemas encontrados, a promotora destacou o atraso nas obras de construção do prédio próprio da maternidade, que funcionará ao lado do HGC. “O cronograma da construção está mais de seis meses atrasado, o que pode impactar na entrega do equipamento, que atenderá gestantes de alto risco da Região Metropolitana de Salvador”, destacou Mirella Brito.


A inspeção também  constatou que a recepção da maternidade é a mesma para pacientes de urgência e emergência. Ambiente não ´pe seguro e apresenta infiltrações, com parelhos de ar-condicionado quebrados nas salas de parto, o não funcionamento 24 horas do setor de classificação de risco que estava com computadores quebrados, inclusive o utilizado pela equipe de regulação. Ainda segundo o MP, essa falta de estrutura atrapalha o processo de transferência de pacientes de alto risco. 


De acordo com a coordenadora do Projeto Cegonha: Efetivando a Dignidade, promotora de Justiça Mirella Brito, a  fiscalização foi motivada pela notícia de que uma gestante deu à luz um bebê natimorto antes de conseguir atendimento na unidade. A diretora-geral do HGC, Maria Del Carmen, explicou que a paciente foi atendida rapidamente, porém, “como o feto já estaria morto há mais de 24 horas, o trabalho de parto ocorreu em cinco minutos, antes que ela tivesse acesso ao centro cirúrgico”. 


Um relatório sobre a inspeção  será enviado  ao Centro de Apoio às Promotorias de Justiça de Moralidade Administrativa e Defesa do Patrimônio Público (Caopam) e do Ministério Público Federal.


Mantida e gerida pelo governo do estado, a maternidade do HGC tem 40 leitos para parto e 6 para internamento, a maternidade conta com uma equipe de 3 médicos obstetras, 2 anestesistas e 3 enfermeiras obstetras. Com informações do site do MPE

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