O Produto Interno (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no 2º trimestre deste ano, o que representa um movimento de R$ 3,4 trilhões entre abril e junho. Houve desaceleração na comparação com o primeiro trimestre de 2026, quando o PIB cresceu 1,1%. O crescimento do PIB no ano de 2025 foi 2,3% e representou um volume de R$ 12,7 trilhões.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento foi puxado pela agropecuária com alta de 2,8%, o setor de Serviços cresceu 0,2%, a Indústria 0,1%, o consumo do governo subiu 0,4%. Já o consumo das famílias recuou 0,4%.
Na comparação com o mesmo período de 2025 o PIB cresceu 2,0%. O PIB representa o valor de todos os bens e serviços produzidos em determinado período.
O desempenho positivo na Indústria se deve ao crescimento de 3,4% nas Indústrias extrativas. Por outro lado, houve retração nas atividades de: Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), Indústrias de transformação (-0,4%) e Construção (-0,4%).
Nos Serviços, apresentaram crescimento: Informação e comunicação (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (1,1%) e Atividades imobiliárias (0,2%). Houve estabilidade no Comércio (0,0%) e nas Outras atividades de serviços (0,0%) e variação negativa na Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram (-0,8%), enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.