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COLUNA CAMAÇARICO 9 DE MARÇO 2026


Elinaldo garante tropa de figurões oposicionistas puxada por ACM Neto na festa de Arembepe


Já o grupo do alcaide Caetano segue com agenda aberta sobre aliados de peso no cortejo de sexta-feira


Silêncio e omissão viram marcas da bancada de apoio ao governo petista de Camaçari


Quartinha Enquanto o grupo do ex-alcaide Antonio Elinaldo (União) confirma com antecedência time completo, com os companheiros de legenda ACM Neto e Bruno Reis, o senador Angelo Coronel (PSD), e deputados da base oposicionista, no cortejo de abertura da festa de Arembepe, o PT de Luiz Caetano segue com a agenda em aberto.


Quartinha 2 Até o fechamento da Coluna, não estavam confirmadas as presenças dos senadores Otto Alencar (PSD) e Jaques Wagner (PT), do ministro Rui Costa e do governador Jerônimo (PT), no cortejo puxado por baianas, no final da manhã da próxima sexta-feira, 13.


Quartinha 3 Indefinição não é bom sinal, dizem figuras governistas ouvidas pela Coluna na condição de anonimato. A dificuldade da gestão tem se refletido até na organização do próprio festival. Só na quarta-feira passada (4) foi anunciada a grade de atrações dos quatro dias (13 a 16) da festa da cidade depois do Camaforró.


Quartinha 4 Outro sinal, nada positivo, atinge diretamente a militância e o ânimo de quem vai para a linha de frente no dia a dia da política e nas disputas eleitorais. Pelo segundo ano consecutivo, portanto desde o começo do governo, que o bloquinho “Pela esquerda é mais gostoso” fica fora de Arembepe por falta de apoio.


Quartinha 5 Ausência do animado grupo da juventude petista (JPT), alma aguerrida do partido, baixa o astral e sinaliza para os adversários que existe terreno para avançar.


Para ontem Como já comentou a Coluna, o governo Caetano entra no segundo ano sem definições claras de mudanças nas principais estruturas da gestão. Passou o Carnaval, Arembepe acaba na próxima segunda-feira (16), e o ano começa sem a necessária troca de titularidade em pastas que exibem resultados abaixo do mínimo esperado.


Espelho O vereador kaique Ara (PT) como o principal alvo da bancada oposicionista não é um bom sinal para o governo 04 do petista Luiz Caetano. Ao concentrar quase toda a artilharia dos adversários elinaldistas, Kaique compromete sua imagem, mas não entra sozinho numa linha perigosa de desgaste.


Espelho 2 Sem o socorro direto e necessário dos colegas de legenda, com exceção do disciplinado  Tagner Cerqueira, o governo Caetano só atesta as dificuldades de gestão e articulação até dentro do seu próprio partido. Não se vê manifestação consistente do experiente e dono de três mandatos Dentinho do Sindicato.


Espelho 3 A segunda suplente no exercício do mandato Neidinha, apesar do traquejo com os movimentos populares, também exibe pouco interesse nos debates em plenário. Fecha a lista petista o vereador Paulinho do Som. Mesmo com laços de parentesco com o alcaide, portanto uma relação diferenciada, segue em modo ´off`. 


Espelho 4 Apesar de somar 11 dos 23 votos do Legislativo, número real é menor e sinaliza desorganização e baixa convicção na defesa das teses e ações do governo em toda a sua base. Uma das raízes desse silêncio está no pouco retorno do governo aos pleitos desses aliados. Fontes da Coluna asseguram que Caetano vem retribuindo de forma insuficiente o espaço na máquina municipal.


Espelho 5 Queixa que nasce na bancada petista,  tem eco nas ruas e redes sociais, não é menor entre os 6 da base formada pelo PSB (2 vereadores), Republicanos, PSD e PP, com um representante cada. Fecha a conta dos silenciosos o ex-união e sem partido Ivandel Pires. Nesse time, a exceção é João Dão (PSB) que, ainda que de forma esporádica, cruza os dedos, mas defende o governo. 


Agenda Mesmo enfrentando os ´drones`,  disparados de sua própria base, e da incansável bateria da oposição, o secretário de educação, vereador licenciado Márcio Neves (PT) permanece no cargo. Aposta na redução do desgaste com a entrega do fardamento, melhorias na estrutura da rede municipal de educação, e acordo salarial com os professores. Mexer na Seduc não é certeza de sucesso. Certeza só de racha na base que já anda fragilizada.


Agenda 2 Não vai ser fácil. Terá ano eleitoral dobrado, com eleições para renovação de mandatos em outubro, e disputa acirrada para o sindicato dos professores (Sispec), sua principal base, em novembro. Vai precisar ajustar o discurso e criar condições que assegurem uma imagem positiva para prestar apoio a nomes ligados ao seu grupo político nas eleições de outubro.


Agenda 3 Presidente da República, os dois nomes para o Senado e a reeleição da deputada federal Ivoneide Caetano (PT) são escolhas sem traumas.


Agenda 4 A dúvida vai ser o estadual. Apoia o vereador Tagner Cerqueira, que busca seu primeiro mandato e pode ganhar protagonismo na sucessão de Caetano, caso seja eleito para a Assembleia Legislativa. Ou reforça a reeleição do também companheiro petista Junior Muniz. 


João Leite Filho joaoleite01@gmail.com – Editor


9março2026 Fechamento: 16h55

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