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Pesquisa Datafolha mostra aumento da rejeição a Bolsonaro


Reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos aumentou 11 pontos percentuais

A reprovação ao governo Bolsonaro subiu 2 pontos percentuais em relação ao levantamento feito em julho, quando 51% consideraram o governo ruim ou péssimo. Esse é o pior índice do mandato segundo levantamento do Instituto Datafolha que ouviu 3.667 pessoas com mais de 16 anos dos dias 13 a 15 de setembro em 190 municípios brasileiros. 


Ainda de acordo com a pesquisa, o  eleitor 225 atribuem a Bolsonaro Ótimo/bom (eram 24% no levantamento anterior). Já 24% consideram Regular (eram 24%). Ruim/péssimo agorra é 53% (eram 51%). Não sabe: 1% (era 1%)


Segundo o Datafolha, se na média da população o avanço da reprovação a Bolsonaro foi de dois pontos percentuais, em alguns segmentos essa alta foi mais intensa.


Entre os mais velhos foi de 45% para 51%. Já na parcela de menos escolarizados (de 49% para 55%). Também subiu  no grupo com renda familiar de 5 a 10 salários (de 41% para 50%). A rejeição também oscilou para cima entre os que ganham até 2 salários mínimos (54% para 56%). E também entre os que recebem de 2 a 5 mínimos (47% para 51%).  Houve recuo, por outro lado, na reprovação entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários (de 58% para 46%)."


Entre os evangélicos, a diferença entre a taxa de aprovação e reprovação, que estava negativa em seis pontos em julho (34% a 37%), saltou para 12 pontos em setembro (29% a 41%). A reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos aumentou 11 pontos percentuais entre janeiro e setembro (de 30% para 41%).


De acordo com o instituto, os empresários se mantêm como o único segmento em que Bolsonaro tem aprovação (47%) numericamente superior à reprovação (34%).


Bolsonaro é mais rejeitado por quem tem ensino superior (85%), estudantes (73%), quem prefere o PSOL (63%), homossexuais/bissexuais (61%), quem tem de 16 a 24 anos (59%) e pretos (59%).

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