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Adelmo Borges


A hora do H



A 20 dias para as eleições nacionais aumenta a expectativa da população em relação as possibilidades dos possíveis eleitos, reduz o percentual dos eleitores indecisos e as pesquisas começam a se aproximar da realidade das intenções de voto.


O município de Camaçari oferece um número expressivo de candidatos com reduto eleitoral no município que polariza o pleito entre ideologias opostas (esquerda e direita), sob a liderança das duas principais e tradicionais lideranças políticas, Eudoro Tude e Luiz Caetano. Caetano disputa a reeleição para a Câmara Federal numa situação vantajosa, os demais Paulinho e Helker Pedreira não oferecem restrições. É o único candidato à Câmara Federal com base eleitoral local, com possibilidades.


Já Tude concorre à Assembleia Legislativa tendo como adversários o presidente local do PT vereador Jackson, o deputado Bira Coroa que busca a reeleição. Mauricio Bacelar, Sandro Rocha e Professora Angélica apresentam limitações eleitorais. A dinâmica das eleições demonstra que os eleitores de Caetano são anti-Tude e os eleitores de Tude são anti-Caetano. Um não tira voto do outro.


A possibilidade de vitória de Tude depende das contribuições que suas alianças com Imbassahy e Paulo Azi possam garantir. Até então o pleiteante tem efetivado sua campanha em Camaçari e Candeias. Caetano buscar surfar na onda Lula/ Rui, ambos atualmente com muita força eleitoral. Paulo Azi, candidato apoiado pelo prefeito Antônio Elinaldo deve levar apenas uma lembrança significativa, uma vez que os vereadores da base aliada estão se comprometendo com outros candidatos.


A ausência de um cabeça de chapa competitivo induz que o DEM e os aliados devem sofrer a perda de algumas cadeiras na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. Assim sendo Tude pode vir a enfrentar dificuldades caso não alcance um numero significativo de votos. A mesma situação ocorre com Luiz Caetano. A legenda pro-Lula/Haddad/Rui deve ampliar sua participação no senado e na Câmara Federal, uma vez que, os pleiteantes da coligação devem obter numero expressivos de votos.


Tudo leva a crer que a coligação liderada por Rui deve eleger candidatos a deputado estadual com no mínimo entre 50 a 70 mil votos e a federal como no mínimo 90 a 110 mil.


Observa-se que o resultado das próximas eleições pode vir a refletir na Administração municipal de Camaçari, inclusive no pleito de 2020. Alguns vereadores da atual base aliada podem vir a mudar de posição visando garantir o futuro político.


É esperar para ver, faltam poucos dias. Até então são puras especulações.


Adelmo Borges  adelmobs@terra.com.br é dirigente do Rede Sustentabilidade em Camaçari


 
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