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Uso do celular é a terceira causa de mortes no trânsito no País


O Brasil registrou no  ano passado 246.438 infrações de trânsito por uso de celular. O número,  que equivale a 28 pessoas multadas a cada hora usando o dispositivo enquanto dirigem,  reflete um problema ainda maior do que é quantificado, segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet).


Levantamentos feitos pela Abramet mostram que o uso do celular é responsável por quase 50% das atividades que resultam em Falha de Atenção ao Conduzir – quando há uma distração por parte do motorista –, e que 57% dos acidentes com pessoas entre 20 e 39 anos são por esse mesmo motivo.


Ainda segundo a instituição, o uso de smartphone é a terceira causa de mortes no trânsito no País, ficando atrás apenas do uso de álcool e do excesso de velocidade.


Para o dirigente da entidade Antônio Meira Junior, o número que tem como base o  Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf) tende a ser subestimado, já que nem todas as pessoas que utilizam o celular no trânsito são flagradas pelos agentes de trânsito. 


Os dados são do Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf) divulgados pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) e refletem um problema ainda maior do que é quantificado, diz Antônio Meira Junior, presidente da Abramet. Ele aponta que os números tendem a ser subestimados, já que nem todas as pessoas que utilizam o celular no trânsito são flagradas pelos agentes de trânsito. “Os números registrados são estarrecedores, mas provavelmente estão subestimados, porque a maioria das cidades não tem fiscalização”, diz.


Dados do Detran mostram que São Paulo detém um terço dos automóveis cadastrados no País. “O celular na direção é o principal motivo de distrações durante a direção, e é o mais grave, porque ocasiona uma distração em três níveis: manual (motorista tira a mão que devia estar comandando a direção), visual (desvio do olhar) e cognitiva (desvio do foco, distração emocional e maior tempo de reação)”, explica Meira Junior. “A relação celular e direção é o clássico exemplo de sinistro de trânsito, ou seja, não é um acidente porque é passível de prevenção. A maioria das tragédias nas estradas são provocadas por falhas humanas, que poderiam ter sido evitadas.”


Com cerca de 30% da frota nacional, São Paulo tem mais de um terço (37%) das multas, o equivcalente a 91.362 flagradas utilizando os aparelhos ao volante no ano passado.


Para o Código de Trânsito Brasileiro, caracteriza-se como infração a utilização de celular e/ou de fones nos ouvidos durante a condução. Isso significa que, mesmo se o celular estiver conectado a um fone de ouvido ou no viva-voz, a multa será aplicada. O mesmo é válido caso o veículo esteja temporariamente parado, como no sinal vermelho ou no congestionamento. Estadão

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