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Sucessão e Pandemia


Adelmo Borges

Voz crescente entre os cientistas que a pandemia deve alcançar 2022 e 2023, momentos em que se dará as eleições gerais (presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais) e se aproximando das eleições municipais.


Não se tem dúvidas, também, que as eleições de 2022 serão pautadas pela conduta do governo federal em relação a sua condução e ações para enfrentar a Covid-19 e, para tanto, o Senado inicia uma CPI para apurar e evidenciar as incorreções, as falhas e apontar as responsabilidades que já ocasionam acima de 401 mil óbitos, com previsão de alcançar 600 mil até dezembro de 2021.


Assim a população brasileira e o mundo já têm consciência das ocorrências incompreensíveis ao longo do período de abril de 2020 até o presente momento com repercussões em diversos parlamentos internacionais e outras instituições de caráter humanitários.


O cenário eleitoral é visível e guarda expectativas. O Brasil esteve dividido até final de 2020, no entanto os fatos têm criado defecções nos quadros governistas e apenas um núcleo (denominado de núcleo do ódio) tem se movimentado para manter os ideais bolsonaristas, seguido de um número reduzido de adeptos.


A retorno de Luiz Inácio Lula da Silva ao cenário eleitoral, por determinação do Supremo Tribunal Federal, é o complicador mais preocupante dos governistas e razão da maneira como se evidenciou as determinantes da decisão da suprema corte.


A decisão dos eleitores em relação a sucessão de Rui Costa na Bahia ainda é uma interrogação. Quem será o candidato governista e quem será o de oposição? Rui vem se mantendo com um percentual de aceitação confortável isso considerando as iniciativas e ações concretas para o enfrentamento da pandemia, com confrontos acertados em relação ao governo federal.


ACM Neto, que teve um governo com bom índice de aceitação, o que lhe possibilitou eleger o seu sucessor, também deslumbra uma posição em uma possível chapa de centro para o executivo federal, ou ocupar uma das vagas no Senado.


Quanto ao pleito eleitoral de 2024 em Camaçari, Elinaldo depois de sinalizar a indicação de Jorge Curvello, em recente entrevista afirma que só tratará de sucessão depois que cuidar das ações de combate a pandemia e do retorno da normalidade da administração e dos setores produtivos do município.


Algo ou alguém sinalizou ao prefeito de que foi prematura sua iniciativa, no início do seu segundo mandato, ou percebeu que a estratégia de mobilizar a população através do esporte não funciona em tempo pandêmico, assim como outros nomes como o atual presidente da Câmara Municipal, Junior Borges, começa a se movimentar para que seu nome e também do secretário municipal seja considerado no momento adequado?


Quem viver verá.


Que DEUS e os Orixás ilumine nossos caminhos e nos proteja.


Adelmo Borges adelmobs@terra.com.br


Opiniões e conceitos expressos nos artigos são de responsabilidade do autor

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