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Ferramentas políticas


Adelmo Borges é dirigente do Rede Sustentabilidade de Camaçari

Nos períodos pré e eleitoral os pleiteantes a cargos executivos e parlamentares utilizam as mais diversas ferramentas para firmar uma imagem frente ao eleitor e, assim estabelecer um laço de confiança com relação a sua escolha na representação dos interesses. No contexto, ao longo dos tempos duas questões têm pautado o debate. Educação e Saúde.


Educação pelo conceito que as oportunidades se aproximam do conhecimento, da competência e da necessidade do mercado em absorver colaboradores com boa formação acadêmica, técnica e/ou cientifica. Conhecimento pode vir a geral maior empregabilidade, melhores salários e melhor condição de vida. E Saúde, pela precariedade do sistema público, pelo nível da demanda e pela fragilidade física da população em um país de baixa infraestrutura sanitária.


As ferramentas secundárias têm se voltado para a segurança, habitação, mobilidade urbana e esporte e lazer.


Ocorre, porém, que os eleitores que compareceram às urnas nos últimos cinco pleitos já não se deixam levar por qualquer argumento por acreditar que não passam de falácia. No entanto a maioria dos candidatos, notadamente os pleiteantes a cargos executivos, tentam demonstrar que, caso seja eleito, as promessas de campanha serão cumpridas, chegando até prometer, demagogicamente, registrar em cartório as propostas de governo.


Em Camaçari não é diferente. O embate de 2020 deve se dar entre as correntes oligárquicas tradicionais representadas pelos ex-prefeitos Eudoro Tude e Luiz Caetano, originários da gestão interventora sob o comando de Humberto Ellery. Ou seja, ambos participaram da gestão interventora, buscaram independência, governaram o município por dois mandatos e se tornaram lideranças politicas com passagem em diversos partidos políticos. Ambos realizaram obras importantes, no entanto não produziram a capacitação necessária para que a população melhorasse as condições de melhoria de renda, nem dispusessem de saúde e educação sanitária satisfatória. Ambos não constituíram quadros políticos para continuidade, apresentaram, por imposição legal, nomes que provavelmente seriam tutelados, daí o conceito que figura nas gestões de Helder Almeida e Ademar Delgado.


Em novembro a população volta às urnas para novas escolhas entre os mesmos. Até então a chapa Elinaldo/Tude tem apresentado vantagens nas pesquisas realizadas embora se constate um grande percentual de pessoas que ainda não decidiram a escolha. A expectativa é que alguns pré-candidatos sejam vencidos pela negociação oportunista de se vincular a quem tiver melhor no pleito ou apresente melhor proposta pessoal. Assim seguimos.


Que DEUS e os orixás nos protejam.


Adelmo Borges adelmobs@terra.com.br é dirigente do Rede Sustentabilidade de Camaçari


Opiniões e conceitos expressos nos artigos são de responsabilidade do autor

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