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Pandemia já provocou o fechamento de 35% dos restaurantes

Cerca de 35% dos bares e restaurantes com mais de uma unidade já fecharam lojas permanentemente por conta do isolamento social para deter a pandemia do coronavírus. O levantamento foi feito pela Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) em parceria com a consultoria Galunion. Ainda de acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 5 e 17 de junho,  outros 15% dos estabelecimentos afirmaram que não conseguirão manter os seus negócios após a pandemia da Covid-19.


Para o presidente da ANR, Cristiano Melles, o governo é descuidado com o setor, que já demitiu 1,3 milhão de pessoas desde o começo da pandemia. Mais da metade desse total, cerca de 600 mil, estão em São Paulo.


Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas que buscaram novas linhas para financiar o negócio tiveram suas propostas recusadas. A mesma porcentagem também já fez uso da MP 936, referente à suspensão ou redução de jornada e salário.


Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Percival Maricato, nem mesmo o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), linha do governo mais recente voltada para os pequenos empresários, deve ser de grande valia ao setor. “Mesmo com esse último programa, ainda há restrição de faturamento, e a maioria não receberá a ajuda. Sem contar as exigências de garantias, que ainda limitam o acesso ao crédito. Isso é um problema tão relevante quanto a retomada. É preciso financiamento para reposição de estoque, recontratação de funcionário e para que o empresário consiga colocar toda essa engrenagem para funcionar”, disse.


Segundo Melles, presidente da ANR, o segmento também continua em contato com o governo para tentar flexibilizar o horário de funcionamento, ainda restrito a seis horas por dia. “Pedimos para que ao menos possamos separar, manter o restaurante aberto por três horas durante o almoço e três horas durante a janta. Seria ao menos uma saída, mas nossos pedidos não têm eco. Fazemos reunião, e eles falam que entendem o setor, mas as medidas vêm muito diferentes do que foi conversado”, afirmou. Folha de São Paulo

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