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Bahia está entre os estados com situação financeira difícil


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A Bahia está entre os  estados com problemas financeiros o que coloca o 2º governo do petista Rui Costa na lista dos estados com uma situação fiscal longe do índices 'bom' ou 'muito bom' apresentados pelos estados do Amapá, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Paraíba. De acordo com o estudo realizado  nos 27 estados pela Tendências Consultorias Integrada, a Bahia  teve pontuação 'muito fraca', com nota entre 2 e 4. Estado fica atrás de 16 estados. Na mesma situação fiscal aprecem os estados de São Paulo, Santa Catarina, Goias, Mato Grosso, Sergipe e Pernambuco. 


Para avaliar a situação fiscal dos estados, os analistas deram notas de 0 a 10 com base em dados do Tesouro Nacional para 6 indicadores das contas públicas: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos. Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada unidade da federação. 


Pelo levantamento, os estados com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8 - o único a superar foi Amapá. No outro extremo,  com alto endividamento e problemas de gestão estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O Rio vai mal em quase todos os indicadores, mostra o estudo. 


A crise fiscal dos governos estaduais tem um impacto perverso e direto na vida do cidadão. São os estados que fornecem boa parte dos serviços básicos para a sociedade como educação, saúde e segurança pública. Hoje, sem folga no orçamento, boa parte das políticas públicas está sendo comprometida e, em alguns estados, o salário de servidores está atrasado.


Considerado um exemplo positivo na condução das contas públicos, o governo do Espírito Santo não escapou dessa regra. O estado reduziu os gastos com servidores, mas teve de segurar boa parte dos investimentos para conseguir equilibrar as contas. "Em 2015, logo ao assumir, o novo governo assinou um decreto que determinava 20% na redução de custeio, suspensão dos concursos e diminuição de cargos comissionados", diz o secretário de Fazenda do Espírito Santo, Bruno Funchal. Com informações do G1

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