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Brasil pode ultrapassar americanos na produção mundial de soja

A produção 2017/2018 de soja no Brasil  deve atingir 116,9 milhões de toneladas, após registrar 114,1 milhões na safra anterior.  Os números são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), maspodemser maior  de acordo com algumas consultorias que estimam uma produção de 117,8 milhões. O volume  pode tornar o Brasil o maior produtor mundial ultrapassando os Estados Unidos, que registrou  nesta safra, 119,5 milhões de toneladas, ainda foi maior que a do Brasil, mas a previsão para 2018/19 é de que ela deve recuar para 116,4 milhões de toneladas. 


Nrsse mercado, a Bahia aparece com destaque. Os produtores de soja da região Oeste da Bahia  colheram uma safra recorde entre os meses de março e abril, com média de 62 sacas por hectare, quantidade que representa cerca de 6 milhões de toneladas de grãos. De acordo com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), o montante é recorde nacional de produtividade e pode deixar a Bahia entre as maiores produções por hectare do mundo.


Segundo Enilson Nogueira, analista de mercado da Céleres, o maior volume de soja da nossa história resulta de uma combinação de clima e tecnologia. “As chuvas desde o plantio até fevereiro vieram com bastante força, ajudando as lavouras a atingirem o potencial tecnológico esperado. Como estão cada vez com mais tecnologia aplicada, o crescimento na produção não surpreende.”


Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, o País tem potencial para ser o maior produtor mundial de soja já nas próximas safras, mas enfrenta gargalos. “Temos mais áreas para expansão do que eles, podendo plantar a soja em pastagens degradadas, porém precisamos corrigir nossos problemas de logística. Estamos na parte mais distante da área de produção e sofremos o impacto do alto custo do combustível no frete”, avalia.


Mato Grosso é o maior produtor de soja do País, mas tem um custo alto para escoar a produção. “Há trechos de rodovias que não foram concluídos e outros que estão com o asfalto deteriorado. Levar a soja até a hidrovia, no norte, está tão caro quanto descer com ela para os portos do sul. O frete está saindo entre R$ 250 e R$ 270 a tonelada”, diz Galvan. Apesar disso, segundo ele, a situação é favorável para o produtor. “Com a soja a R$ 65 (a saca de 60 kg), como está hoje, o produtor começa a ter renda. Melhor que no ano passado, quando vendemos a R$ 53”. Ele acredita que, em parte, o bom preço se deve à quebra de produção na Argentina. “Eles tiveram problemas climáticos severos e colheram muito pouco.” Com informações do jornal O EStado de São Paulo

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